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sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

SISU 2018


MEC anuncia antecipação das inscrições para o Sisu; nova data é de 23 a 26 de janeiro


A abertura das inscrições do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) foi antecipada para 23 de janeiro e vai até o próximo dia 26. O anúncio foi feito pelo ministro da Educação, Mendonça Filho, nesta quinta-feira, durante coletiva de imprensa em que foi divulgado o resultado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2017.

O Sisu é o sistema informatizado do MEC por meio do qual instituições públicas de educação superior oferecem vagas a estudantes com base nas notas obtidas no Enem. O sistema é a forma de ingresso nos cursos de graduação da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA). A instituição oferece 695 vagas em 28 cursos por meio do Sisu – 10 noturnos, 13 integrais, 5 vespertinos e 1 matutino. O Edital que regulamenta o ingresso na UNILA pode ser acessado em https://unila.edu.br/documentos/editais/prograd/1-3. A exceção é o curso de Música, que tem edital e  processo seletivo próprio. 


No total, o SISU oferta 239.601 oportunidades em 130 instituições, entre universidades federais, institutos federais de educação, ciência e tecnologia e instituições estaduais.Podem concorrer estudantes que tenham feito o Enem 2017 e obtido nota acima de zero na prova de redação.

Senha
Para consultar as vagas que serão oferecidas pelas universidades, os estudantes vão precisar da senha na Página do Participante. Quem esqueceu pode fazer a recuperação da senha por meio do site do Enem, na página do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (Inep). Lá, os candidatos têm três caminhos para recuperação da senha: para quem esqueceu apenas a senha, para quem esqueceu a senha e o e-mail e, ainda, para quem esqueceu senha, e-mail e celular.

Fonte: www.unila.edu.br/saladeimprensa/ Assessoria de Imprensa UNILA

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

“Brasil, pátria educadora”






Fonte : ANDES-SN

Há dois meses tivemos eleições presidenciais no Brasil. Dois turnos de grandes surpresas e reviravoltas que se sucederam após a reeleição de Dilma Rousseff. No discurso de posse, ao falar em Educação, a presidente afirmou: “nosso lema será: Brasil, pátria educadora”, e acrescentou, “ao bradarmos ‘Brasil, pátria educadora’, estamos dizendo que a educação será a prioridade das prioridades”. Uma semana depois, foi definido que algumas pastas sofreriam cortes. Dentre elas, a de Educação. Mais de um terço dos cortes ainda não foi especificado.
Com 31% de corte, o equivalente a R$ 7 bilhões anual, não é possível fazer do Brasil uma pátria educadora. Ainda não foi divulgado quais setores da educação serão mais ou menos prejudicados. No entanto, especula-se que as universidades federais sofram mais. Segundo presidente do ANDES-SN, Paulo Rizzo, “o corte se dá principalmente em custeio, e neste item orçamentário estão incluídos os serviços terceirizados, sobretudo de limpeza e segurança, que as universidades já estão apresentando dificuldades em pagar e que já há trabalhadores com atraso de salários, como no caso da Universidade Federal Fluminense. Penso que os efeitos do contingenciamento serão sentidos em todos os setores”.
A prática política de Dilma se contrapõe aos seus famosos discursos. Os avanços sociais e políticos, consequências de uma educação libertadora como defendia Paulo Freire, não podem se concretizar com políticas privatistas. O setor privado vem se beneficiando das políticas “públicas”. O Programa Universidade para Todos (PROUNI) e o Fundo de Financiamento Estudantil (FIES) não dão retorno financeiro ao país e sim aos empresários. Há quem defenda essas políticas como formas alternativas de garantir acesso ao ensino superior, mas então por que os investimentos nas universidades privadas não são revertidos na educação pública, com a garantia de estrutura, acesso e permanência? “Não há qualquer perda para o setor privado; ao contrário, este continuará se beneficiando de isenções (PROUNI) e financiamento (FIES) que têm permitido a lucratividade das empresas educacionais, mesmo diante da estagnação do crescimento do PIB”, afirma Rizzo sobre o corte orçamentário.
Enquanto o Governo Federal mantiver como prioritários os interesses de banqueiros, empresários e ruralistas avançaremos rumo ao caminho contrário. O debate sobre segurança e cultura, por exemplo, estão intimamente ligados à educação. Não somente educação, mas educação pública, garantindo o fim da desigualdade de direitos e oportunidades. Certa vez, quando Paulo Freire falou sobre ser ingênuo esperar das classes dominantes uma forma de educação libertadora, ele nos incentivou, de certa maneira, a buscar nossas próprias formas de lutar.








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 Publicado em 15/01/2015 em http://www.radiocom.org.br/?p=1593 acesso em 09022015


sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

ENSINO SUPERIOR



As 50 melhores universidades do Brasil

Das 50 melhores instituições de ensino superior do Brasil, apenas 5 são privadas. Confira a lista com as melhores universidades, segundo avaliação do Ministério da Educação (MEC)

50 melhores universidades brasil
Melhores universidades do Brasil (Imagem: Pragmatismo Político)
Para ser considerada de excelência, uma instituição de ensino superior precisa atingir faixas 4 e 5 no Índice Geral de Cursos (IGC), em uma escala que vai de 1 a 5.
Indicador de qualidade de universidades, faculdades e centros universitários, o índice leva em conta a qualidade de cursos de graduação, por meio do Conceito preliminar de Cursos (CPC), e também a nota Capes, que mede o desempenho na pós-graduação (mestrado e doutorado).
No último ciclo de avaliação, realizado em 2013, foram classificados cursos na área de saúde. Cada área do conhecimento é avaliada de três em três anos pelo Enade. Por isso o IGC leva em conta os cursos avaliados nos últimos 3 anos.
Confira a tabela com as 50 melhores universidades do Brasil, segundo a avaliação do Ministério da Educação (MEC):
(OBS: A Universidade de São Paulo (USP), notadamente reconhecida como a melhor universidade do Brasil e da América Latina, não consta no ranking porque não realiza o Enade)
Ranking  Ano Nome da instituição Categoria  Estado
1º 2013 Universidade Federal do Rio Grande do Sul Pública RS
2º 2013 Fundação Universidade Federal do ABC Pública SP
3º 2013 Universidade Federal de Lavras Pública MG
4º 2013 Universidade Estadual de Campinas Pública SP
5º 2013 Universidade Federal de Minas Gerais Pública MG
6º 2013 Universidade Federal de Viçosa Pública MG
7º 2013 Universidade Federal de São Paulo Pública SP
8º 2013 Universidade Federal de Santa Catarina Pública SC
9º 2013 Universidade Federal de São Carlos Pública SP
10º 2013 Universidade de Brasília Pública DF
11º 2013 Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro Pública RJ
12º 2013 Universidade Federal do Rio de Janeiro Pública RJ
13º 2013 Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Pública SP
14º 2013 Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre Pública RS
15º 2013 Universidade Federal do Triângulo Mineiro Pública MG
16º 2013 Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro Privada RJ
17º 2013 Universidade Federal De Santa Maria Pública RS
18º 2013 Fundação Universidade do Estado de Santa Catarina Pública SC
19º 2013 Universidade Federal do Rio Grande do Norte Pública RN
20º 2013 Universidade Federal de Itajubá – Unifei Pública MG
21º 2013 Universidade Federal de Juiz De Fora Pública MG
22º 2013 Universidade Estadual de Londrina Pública PR
23º 2013 Universidade Federal de Goiás Pública GO
24º 2013 Universidade Federal do Ceará Pública CE
25º 2013 Universidade Tecnológica Federal do Paraná Pública PR
26º 2013 Universidade Federal de Uberlândia Pública MG
27º 2013 Universidade Estadual do Oeste do Paraná Pública PR
28º 2013 Universidade Federal do Paraná Pública PR
29º 2013 Universidade do Vale do Rio dos Sinos Privada RS
30º 2013 Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Privada RS
31º 2013 Universidade Federal de Pernambuco Pública PE
32º 2013 Universidade Federal de Alfenas Pública MG
33º 2013 Universidade Estadual do Centro Oeste Pública PR
34º 2013 Fundação Universidade Federal da Grande Dourados Pública MS
35º 2013 Universidade Federal de Pelotas Pública RS
36º 2013 Universidade Federal de Ouro Preto Pública MG
37º 2013 Universidade Estadual de Maringá Pública PR
38º 2013 Universidade Federal da Paraíba Pública PB
39º 2013 Universidade Federal de Campina Grande Pública PB
40º 2013 Pontifícia Universidade Católica de São Paulo Privada SP
41º 2013 Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Pública RJ
42º 2013 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo Pública ES
43º 2013 Universidade Federal da Bahia Pública BA
44º 2013 Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri Pública MG
45º 2013 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina Pública SC
46º 2013 Universidade Federal de São João Del Rei Pública MG
47º 2013 Universidade Estadual do Rio Grande do Sul Pública RS
48º 2013 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-Rio-Grandense Pública RS
49º 2013 Universidade Paulista Privada SP
50º 2013 Universidade Estadual de Ponta Grossa Pública PR


Fonte: http://www.pragmatismopolitico.com.br/2015/01/50-melhores-universidades-brasil.html

sexta-feira, 25 de abril de 2014

ENSINO SUPERIOR




Universidade de Coimbra vai usar Enem para selecionar alunos


Instituição de Portugal é a 1ª estrangeira a usar prova com essa finalidade

 

Universidade de Coimbra, em Portugal
Universidade de Coimbra, em Portugal (Getty Images/iStockphoto)
 
A Universidade de Coimbra, uma das mais tradicionais de Portugal, anunciou que aceitará a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para selecionar brasileiros para os cursos de graduação. Os estudantes com ensino médio completo que buscam uma vaga na instituição portuguesa podem fazer a inscrição no site da universidade utilizando as notas do Enem de 2011, 2012 ou 2013. As notas da avaliação federal substituirão os exames portugueses de seleção.
A mudança obedece a uma alteração na legislação de Portugal, que agora permite às instituições de ensino superior criarem sistemas de ingresso próprios para alunos estrangeiros. Para estudar em Coimbra, o estudante deverá escolher um curso e conferir se a nota obtida no Enem é suficiente para a admissão. Para a carreira de direito, por exemplo, é preciso ter obtido o mínimo de 960 pontos na redação, 760 pontos em ciências humanas, 500 em matemática, 630 em linguagens e 450 em ciências da natureza.

As mensalidades cobradas na instituição são padronizadas: 700 euros. O aluno ainda precisará pagar cerca de 150 euros em taxas de inscrição, além de arcar com os custos de moradia e alimentação.
O ano letivo na Europa começa no segundo semestre e a seleção para alunos brasileiros ficará aberta até o mês de agosto. A instituição portuguesa recomenda aos estudantes que procurem a Embaixada de Portugal no Brasil para tirar dúvidas sobre a obtenção de visto temporário. Só poderão concorrer às vagas brasileiros que não possuam passaporte europeu.
Portugal é o principal destino dos brasileiros que estudam na Europa. Apenas pelo programa Ciência sem Fronteiras, do governo federal, cerca de 2.300 brasileiros estão estudando em Portugal. Em 2013, a Universidade de Coimbra foi classificada pela Unesco como Patrimônio Mundial.

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/universidade-de-coimbra-vai-usar-enem-para-selecionar-alunos

domingo, 8 de dezembro de 2013

ENSINO SUPERIOR




Veja lista de 270 cursos com vestibulares suspensos pelo MEC

Quase 13% dos cursos do país tiveram vestibulares suspensos e mais de 44 mil vagas deixarão de existir em 2014. Administração, contabilidade e direito são mais afetados

São Paulo - O Ministério da Educação (MEC) publicou hoje a lista dos 270 cursos que terão seus vestibulares suspensos no ano que vem. Estes cursos foram punidos por ter obtido conceitos insatisfatórios na avaliação no MEC duas vezes seguidas.
Segundo os dados divulgados pelo próprio ministério, 12,9% dos cursos avaliados foram punidos, o que significa que o ensino superior brasileiro terá menos 44.069 vagas disponíveis em 2014. 
A avaliação, que é realizada de três em três anos, analisou 5.888 cursos de humanidades em 2012. Os que tiveram nota 1 ou 2 - em uma escala que vai até 5 no Conceito Preliminar de Curso (CPC) -, foram suspensos. 
Os cursos de administração foram os mais punidos, com 38,1% do total. Seguido de ciências contábeis, direito e comunicação social. 
Clique nos links abaixo para ver a lista dos cursos que estão impedidos de oferecer vestibular em 2014:

http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/veja-a-lista-dos-270-cursos-com-vestibulares-suspensos?page=2




Fonte: http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/veja-a-lista-dos-270-cursos-com-vestibulares-suspensos?page=2









































































































































































































































































































































































































































 

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Unioeste se destaca em ranking internacional


A Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) ficou em 1.521 entre as 12 mil melhores instituições se ensino superior do mundo segundo dados divulgados pelo site Webometrics Ranking Web of World Universities.

Esse ranking da web é feito pelo Grupo de Pesquisa do Conselho de Investigação Científica da Espanha que tem por objetivo promover as publicações na web com suporte de iniciativas de acessos eletrônicos para publicações científicas e outros materiais acadêmicos. A intenção ainda é de promover a performance e a visibilidade global das universidades.

De acordo com o pró-reitor de Graduação da Unioeste, professor Eurides Kuster Macedo Júnior, a classificação da Unioeste neste ranking internacional só demonstra a qualidade de ensino e pesquisa que vem desenvolvendo ao longo dos anos. “Se considerarmos nossa classificação mundial é comprovada a excelência da qualidade de ensino da Unioeste. Se focarmos que no Brasil, por esse ranking, ficamos em 48º lugar e no Paraná somos a sétima instituição podemos dizer que estamos oferecendo um ensino de qualidade e desenvolvendo pesquisas de prestígio”, completou.

Para classificação das instituições de ensino superior o Conselho da Espanha leva em consideração critérios como: qualidade da educação, internacionalização das pesquisas, pesquisadores, prestígio da pesquisa e o impacto dessas para academia bem como para sociedade.


Fonte: ACS