terça-feira, 7 de junho de 2011

Unioeste vai sediar o ZOOTEC 2013



 

O ZOOTEC é o evento de maior expressão da Zootecnia brasileira como ciência e profissão e será sediado pela Unioeste em 2013.  De domínio da Associação Brasileira de Zootecnistas, o evento é realizado em parceria com instituições de alta referência acadêmica e investigadora, com vertentes nos debates das questões de ensino, temáticas científicas e técnicas contemporâneas e políticas profissionais.
A Unioeste concorreu com a candidatura de Santa Maria/RS, apresentada pela Universidade Federal de Santa Maria, para sediar o evento que reúne em média 2 mil participantes de diferentes localidades do Brasil e exterior, num congresso técnico–científico, onde são apresentados os mais recentes avanços e pesquisas na produção animal brasileira e mundial, no âmbito profissional e de ensino de Zootecnia. Compreende reuniões de ensino e de entidades, simpósios e minicursos nas diversas áreas de conhecimento desta ciência, além de apresentação de posters de atividades de pesquisa, ensino e extensão.
A captação do evento foi feita pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), com o apoio do Iguassu CVB, que apresentou o Destino Iguaçu como uma das opções para o ZOOTEC 2013. O evento é realizado anualmente pela Associação Brasileira de Zootecnia – ABZ, em parceria com a Instituição de Ensino Superior onde o evento acontece.
A candidatura de Foz do Iguaçu foi defendida pela zootecnista  Professora Dra. Ana Alix Mendes de Oliveira,  Coordenadora do Curso de Zootecnia do Centro de Ciências Agrárias da Unioeste, Campus de Marechal Cândido Rondon, durante a realização da edição 2011, que aconteceu entre os dias 23 e 27 de maio, em Maceió/AL, quando a diretoria da ABZ oficializou Foz do Iguaçu como sede da edição 2013.
 “É uma oportunidade única, tanto para o Curso de Zootecnia da Unioeste,  como para o PTI, nosso parceiro na realização do evento. Nosso curso é jovem, e, o ZOOTEC acontecerá em 2013, coincidindo com os 10 anos de formados de nossa primeira turma de egressos. Será uma grande comemoração, tanto em nível nacional quanto internacional”, declarou Ana Alix.


 
Fonte: Comunicação Social/Unioeste – Campus de Marechal Cândido Rondon
07/06/2011

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Concurso do IBGE 2011: editais previstos para julho


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) deve escolher a organizadora de dois Concursos Públicos no próximo dia 10 de junho.
Serão preenchidas 4.400 vagas de nível médio e superior e a previsão é que os editais sejam divulgados em julho de 2011.
A função que terá maior número de vagas (4.250) é de Agente de Pesquisa e Mapeamento, para candidatos que tenham nível médio completo. O salário é de R$ 803,25.
O edital do concurso referente ao cargo está previsto para o dia 21 ou 22 de julho de 2011, com inscrições no período de 22 de agosto a 4 de setembro e taxa no valor de R$ 20,00.
As demais 150 vagas serão apenas para a cidade do Rio de Janeiro, nas funções de Agente de Pesquisa por Telefone e Supervisor de Pesquisa.
Para esses, a previsão é que o edital seja divulgado no dia 15 ou 18 de julho e que as inscrições sejam recebidas entre 8 e 21 de agosto de 2011, com taxas de R$ 20,00 e R$ 100,00 respectivamente.
Serão 132 vagas para Agente de Pesquisa por Telefone, para candidatos com ensino médio completo e experiência mínima de um ano como operador de teleatendimento. O salário é de R$ 803,25.
Para Supervisor há 18 vagas, sendo 14 para nível superior completo em qualquer área e as demais para graduados em Estatística, Engenharia Química e cursos da área de Tecnologia da Informação e Comunicação. O salário é de R$ 4 mil.
As provas do concurso do IBGE estão previstas para o dia 25 de setembro para a função de Agente de Pesquisa por Telefone e Supervisor, e para 23 de outubro de 2011 ao cargo de Agente de Pesquisa e Mapeamento.
Além de abrir novas seleções para a contratação de temporários, o IBGE também já planeja a realização de novos concursos para servidores efetivos a partir de 2012.

Posted: 05 Jun 2011 08:09 AM PDT
Fonte: http://www.editaisbrasil.com.br/

sexta-feira, 3 de junho de 2011

POESIA/CECÍLIA MEIRELLES

Que procuras? Tudo. Que desejas? - Nada.
Viajo sozinha com o meu coração.
Não ando perdida, mas desencontrada.
Levo o meu rumo na minha mão.


Trecho de "Despedida"



Tu tens um medo:
Acabar.
Não vês que acabas todo o dia.
Que morres no amor.
Na tristeza.
Na dúvida.
No desejo.
Que te renovas todo o dia.
No amor.
Na tristeza.
Na dúvida.
No desejo.
Que és sempre outro.
Que és sempre o mesmo.
Que morrerás por idades imensas.
Até não teres medo de morrer.

E então serás eterno.


 Cecília Meirelles/poetisa brasileira - 1901/1964

Tintas Rondon


Diagnóstico habitacional



Na última quarta-feira (01), foi realizado o “Seminário do Diagnóstico do Plano Local de Habitação de Interesse Social - PLHIS” promovido pela prefeitura de Marechal Cândido Rondon, através da Secretaria de Assistência Social. O evento, que aconteceu no Café Colonial do parque de exposições, reuniu um número expressivo de pessoas. O seminário corresponde à segunda etapa do Plano Local de Habitação de Interesse Social e ao Diagnóstico do Setor Habitacional.
Na oportunidade, a equipe técnica da Agência de Desenvolvimento do Extremo Oeste do Paraná (ADEOP), apresentou o trabalho desenvolvido em conjunto com o governo municipal e a comunidade, referente ao tema moradia, no município. O objetivo é ampliar a oferta e melhorar as condições de moradia das famílias de baixa renda, visando encontrar instrumentos que resolvam a dificuldade na questão do déficit habitacional em Rondon.  
Segundo a secretária de Assistência Social, primeira-dama Maria Cleonice Froehlich, a população entendeu o chamado da administração municipal, pois há um envolvimento significativo nos encontros e discussões sobre a habitação. “Estamos muito felizes pela participação da comunidade rondonense e, em vista disso, juntos vamos poder construir um Plano Local de Habitação de Interesse Social para o nosso município. Em virtude do desenvolvimento das cidades, o projeto de habitação deve ser muito bem planejado e elaborado, pois assim os municípios poderão comportar todo esse desenvolvimento, como Marechal Rondon está tendo”, expõe Maria Cleonice.  
A próxima ação da Secretaria deverá culminar com a realização de uma conferência quando será redigido um documento que vai explicar com detalhes a carência habitacional, soluções e encaminhamentos de Marechal Rondon. A data do evento ainda será marcada pela pasta de Assistência Social.
  
Fonte: Assessoria de Imprensa

Motocenter


quinta-feira, 2 de junho de 2011

Uma informação curiosa? Não! Muito mais do que isso: sinal de um fato!*


Em pleno momento de debate sobre as alterações no Código Florestal Brasileiro uma reportagem veiculada hoje (01/06/11) no Jornal O Presente de Marechal Cândido Rondon, me chamou a atenção. A manchete da reportagem diz: “Falta de chuva pode começar a prejudicar as lavouras”.
A mesma faz referência a um fato que é descrito pela reportagem como “uma informação bastante curiosa”, que seria o fim do mês de Maio sem um pingo de chuva em nossa região.
Essa informação na verdade é mais do que uma curiosidade, é um fato, um fenômeno natural que tem implicações e sentidos mais profundos, muito mais profundos do que apenas os problemas para a lavoura descritos na reportagem.
A ausência de chuva durante o mês de Maio pode ser considerado algo extraordinário, pois como diz a reportagem isso é algo que não acontecia há pelo menos 26 anos em nossa região, e levando-se em conta o fato de que as medidas pluviométricas são feitas há 26 anos, podemos dizer que algo assim nunca foi registrado. Logo, não é apenas um fato corriqueiro, uma seca comum, mas sim uma seca em um período em que nunca se registrou uma seca.
A mesma pode muito bem ser levantada como mais um efeito das mudanças climáticas, devemos lembrar que o planeta é um todo, onde ações locais tem efeitos globais. A preservação das reservas legais e das áreas de preservação permanente tem também o objetivo de manter (pelo menos até certo nível) a regularidade do clima.
Logo o agricultor que reclama que vai perder terra cultivável neste processo, tem de lembrar que ele pode perder muito mais se o clima não permitir a colheita, e é isso que esta acontecendo agora.
Não é de hoje que se fala de mudanças climáticas o relatório de 2007 do IPCC, o painel da ONU para mudanças climáticas já estava apontando a tendência de modificação no clima, com chuvas torrenciais em algumas áreas e secas inesperadas em outras, isso que o relatório tem uma tendência ao conservadorismo.
Tais precipitações pluviométricas exageradas em algumas regiões (lembram-se de SC, Rio de Janeiro, Angra dos Reis, MG?), e secas prolongadas, e em períodos do ano em que as mesmas não eram comuns, em outras regiões, estão relacionadas ao aumento da concentração de gases poluentes na atmosfera (efeito estufa), tais gases são emitidos tanto pelas fábricas poluentes e queima de combustível fóssil, assim como pelo desmatamento e queimadas.
Nossa região, sofreu um processo avançado de desmatamento (claro que não podemos culpar de todo os colonizadores, afinal foram incentivados a isto pelo próprio governo), mas o que temos de perceber é que o reconhecimento de um erro não implica na justificativa de se continuar insistindo na manutenção do mesmo.
Pelo contrário, o reconhecimento do erro implica em correção do mesmo, em olhar para trás, ver onde a sociedade errou, corrigir o que se deve e não insistir na manutenção daquilo que deu errado.
Ao flexibilizar a lei com relação às APP's e as Reservas Legais, a proposta do novo código abre caminho para problemas muito maiores do que a atual seca (que já é um problema e tanto), e faz com que pequenos agricultores ao defenderem estas mudanças ajam contra seus próprios interesses.
Não é de hoje que se sabe da necessidade da agricultura estar organicamente relacionada com o ambiente a sua volta, quando o agricultor passa a defender posições que se colocam como antagônicas a natureza ele esta defendendo uma posição que é contra ele mesmo. Pois ele depende da natureza para produzir, e intermediado por ele toda a sociedade depende da natureza, não estamos descolados do planeta, pairando sobre o mesmo. Não! Somos parte da Terra e devemos proteger a mesma, e o exemplo desta dependência é o transtorno que é gerado com uma seca como esta.
Assim, a flexibilização da lei em relação a reserva legal e às APP's só vai dar mais possibilidade de desmatamento, com mais desmatamento mais efeito estufa e menos matas retendo carbono e fazendo a manutenção do ciclo da chuva, e com menos matas aumenta-se a temperatura global, o ciclo que já esta alterado se altera mais ainda e tragédias ambientais serão ainda mais frequentes. Assim como secas como a deste mês (fato até hoje nunca registrado) podem se tornar corriqueiras e com o tempo inviabilizar o cultivo em nossa região, assim como em diversas outras que hoje produzem abundantemente.
O assunto é complexo, mas a discussão é necessária. É necessário ouvir a ciência neste debate, é necessário que a população em geral participe do mesmo, e é necessário agir com cautela e não com paixões muitas vezes mais vinculadas ao imediatismo do bolso, do que ao próprio coração.
Em um tema como este, devemos pensar como os antigos (os egípcios por exemplo) que faziam planos e pensavam para eras e não para o tempo imediato de um ano ou dois.
Estamos tratando de um tema que não diz respeito a apenas um ou outro indivíduo, e nem mesmo apenas a nossa própria espécie, estamos tratando de um tema de amplitude global, e para tanto devemos pensar como cidadãos da Terra, e não apenas de uma região, ou de um país, ou de uma categoria.
Termino este texto fazendo um convite:
Justamente no intuito de fomentar esta discussão tão necessária que este artigo defende, a Pastoral Operária, a Associação de Defesa da Ecocidadania e Cidade Sustentável (ARDECS) juntamente com o Núcleo Oeste do Paraná da rede Ecovida de Agroecologia, contando com o apoio da Associação dos Geógrafos Brasileiros (Seção Local Marechal Cândido Rondon) e do Centro Acadêmico de Direito XVIII de Novembro, estarão realizando na próxima sexta-feira, no tribunal do júri da UNIOESTE (Campus de Marechal Cândido Rondon) às 19hs e 30min, um diálogo sobre o código Florestal, no intuito de discutir com a comunidade as alterações propostas no mesmo e as consequências destas alterações.
Caro leitor, contamos com a sua presença! Vamos debater juntos um tema tão importante!
 
*Publicado por Luciano Egídio Palagano no http://razaoaconta-gotas.blogspot.com/ 

Biblioteca do campus da Unioeste de MCRondon estará fechada nos dias 02,03 e 04 de junho





A Biblioteca do campus da Unioeste de Marechal Cândido Rondon não está atendendo ao público acadêmico e a população em geral, desde a manhã desta quinta-feira, dia 03, em virtude das obras de adequação para a instalação do elevador no prédio.
A biblioteca só voltará ao seu atendimento normal na próxima segunda-feira, dia 06. Segundo o diretor do campus rondonense, professor Davi Schreiner, a instalação de elevadores nos prédios do campus é uma necessidade e uma questão de adequação da universidade, que tem o dever de garantir a acessibilidade a todas as dependências da mesma.
“Como a adequação do local produzirá ruídos e situações não condizentes com o funcionamento da biblioteca, optou-se por não atender. Todos haverão de compreender pois, em breve, as condições de acessibilidade às dependências do campus estarão muito mais adequadas”, disse ele.  


 

Texto: Ana Maria de Carvalho
Comunicação Social
Unioeste – Campus de Marechal Cândido Rondon
02/06/2011