Amazônia: indígenas viveram na floresta por 5 mil anos sem destruir bioma, mostra estudo
- Victoria Gill
- Repórter de Ciências da BBC News
Conferência Municipal de Cultura acontece hoje em Marechal Rondon
25 de Janeiro de 2023 às 07:45
O Conselho Municipal de Políticas Culturais de Marechal Cândido Rondon e a prefeitura, através da Secretaria de Cultura, promovem hoje, dia 25, a 4ª Conferência Municipal de Cultura, no pavilhão alemão, no parque de exposições.
O evento iniciará às 19h, com credenciamento. A abertura solene está marcada para as 19h30, seguida da leitura e aprovação do regimento interno da conferência.
Às 20h30 acontecerá uma palestra virtual com André Avelino da Silva, da Secretaria de Cultura do Paraná, que falará sobre o desenvolvimento de projetos artísticos e culturais. Na sequência, acontecerão as mesas temáticas, onde seis eixos temáticos serão abordados: artes cênicas, artes plásticas, artesanato, música/literatura, patrimônio cultural e políticas culturais. Os temas serão amplamente discutidos e os resultados irão compor o Plano Municipal de Cultura. Por isso, pede-se que os agentes culturais ligados a estes eixos participem da programação, dando sugestões e propostas. A última pauta da programação é a discussão, apresentação e aprovação do novo Plano Municipal de Cultura.
A ficha de inscrição para o evento pode ser preenchida antecipadamente, através do endereço eletrônico: https://forms.gle/wvRgvRw7vcsaCk6YA.
Fonte: https://marechalcandidorondon.atende.net/cidadao/noticia/conferencia-municipal-de-cultura-acontece-hoje-em-marechal-rondon
O ano de 2022 foi marcado, no Brasil, pelas eleições gerais e pela violência política, que atingiu autoridades, políticos, militantes dos movimentos sindical e social e pessoas que, em comum, tinham o fato de serem defensores da democracia e das instituições democráticas. Os jornalistas brasileiros foram, igualmente, vítimas do ódio político, mas tiveram de continuar enfrentando também a violência dirigida à categoria em razão do exercício profissional.
Assim, o número de agressões a jornalistas e a veículos de comunicação manteve-se em níveis elevados, apesar da queda registrada em comparação com o ano anterior. Foram 376 casos, 54 casos a menos que os 430 registrados em 2021, ano recorde, desde o início da série histórica dos levantamentos feitos pela Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ).
Apesar da queda de 12,53% em relação ao ano anterior, o Relatório da Violência contra Jornalistas e Liberdade de Imprensa no Brasil – 2022 traz uma constatação: as agressões diretas a jornalistas tiveram crescimento em todas as regiões do país, com jornalistas sendo atacados cotidianamente. “Houve uma agressão por dia a jornalista no país no ano passado”, afirma a presidenta da FENAJ, Samira de Castro, destacando que, em muitos casos, mais de um profissional foi agredido.
Houve crescimento de 133,33% nas ocorrências de Ameaças/hostilizações/
Os números completos do levantamento da FENAJ serão divulgados na próxima quarta-feira (25/01), a partir das 15h, na sede do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro. Em seguida, haverá entrevista coletiva.
Fonte: FENAJ
Roberto Rockmann*
A agenda de segurança de infraestruturas críticas deverá ganhar atenção prioritária nestas primeiras semanas do ano, com a instabilidade política e a queda de torres de transmissão em Rondônia e Paraná, e ameaças de bloqueios em refinarias no país.
Isso poderá fazer com que ganhe densidade o trabalho dos grupos técnicos criados por resolução do GSI (Gabinete de Segurança Institucional) para a defesa nacional no fim de dezembro. Esses grupos não foram constituídos oficialmente após a resolução.
O assunto da segurança de infraestruturas críticas foi criado pelo GSI por ser transversal e envolver governos, agências reguladoras, concessionárias, empresas privadas e estatais.
A criação de grupos abrange as várias áreas de infraestrutura: energia elétrica, combustíveis, rodovias, saneamento, telecomunicações. Um incêndio criminoso em uma rodovia pode se estender por quilômetros e atingir torres de transmissão que a atravessam. Um ataque a uma operadora de telefonia pode ter impactos sobre o centro de controle de uma distribuidora.
De outro lado, o ganho de importância desse novo tema poderá atrasar a pesada agenda regulatória que o setor tem pela frente (ainda mais em um momento em que a capitalização da Eletrobras reduziu o movimento tradicional de empréstimo de funcionários da estatal para outros órgãos do governo federal), além de também trazer incertezas em relação ao trâmite de projetos considerados prioritários no Congresso e no Senado.
“Esse é um assunto bastante complexo e se inicia com mapeamento de riscos, o que hoje o Brasil está muito atrasado em relação à Europa e aos Estados Unidos. Já se sente uma mobilização sobre o tema, que se torna mais relevante sob o contexto do 5G, que aumenta a quantidade de dados. Um lado bem vulnerável é o de transporte de combustíveis e cargas pelas rodovias, que respondem por 60% da distribuição de cargas no país”, diz um consultor que atua na área de infraestrutura.
O tema envolverá várias esferas. “O setor elétrico precisa detalhar melhor o tema, até a segurança das instalações estratégicas também depende das Forças Armadas. Sempre houve uma coordenação entre diferentes áreas do governo, o que precisará ser confirmado ou revisto. Até pouco tempo não se pensava que uma instalação estratégica pudesse ser objeto do ‘fogo amigo’, mas já não é assim”, diz o consultor Edvaldo Santana.
Uma incerteza que a instabilidade política e a mobilização para proteção de infraestruturas críticas traz é sobre a agenda do Legislativo, uma preocupação que começa a entrar em discussões reservadas de empresários. O Congresso retomará o trabalho em fevereiro, mas aí começam as dúvidas. “Haverá uma CPI [Comissão Parlamentar de Inquérito] sobre os atos terroristas? Isso tirará o foco da agenda econômica e de infraestrutura?”, questiona um executivo.
Apenas o setor elétrico tem uma pesada agenda neste ano: o encaminhamento do PL (Projeto de Lei) 2.703/2022, que estende os subsídios para a geração distribuída solar; o PL 414/2021, que trata da abertura do mercado livre de energia à baixa tensão; a renovação de concessões de distribuição, geração, transmissão; regulação da Lei 14.300, com a valoração da energia solar. Ainda há preocupação em relação à saúde financeira de concessionárias de distribuição. “Como ficará essa agenda? A pandemia atrasou discussões, os atos terroristas poderão ter o mesmo efeito”, aponta um outro empresário.
* Roberto Rockmann é escritor e jornalista, co-autor do livro “Curto-Circuito: quando o Brasil quase ficou às escuras” e produtor do podcast quinzenal sobre o setor elétrico “Giro Energia”. Em 2018, organizou o livro de 20 anos do mercado livre de energia elétrica para a CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica) e tem outros livros e trabalhos premiados.
Fonte: Agência iNFRA
https://geocracia.com/mapeamento-de-riscos-agenda-urgente-infraestrutura/
Uma ferramenta que utiliza inteligência artificial (IA) pode ajudar destravar o processo de demarcação de terra de um povo indígena desconhecido no Mato Grosso e que, desde 1988, a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) tenta confirmar a existência. Desenvolvida por Geovânio Katukina, chefe da CGIIRC (Coordenação-Geral de Índios Isolados e de Recente Contato) da Funai, o software é um projeto de mestrado em Sustentabilidade pela Universidade Federal de Brasília (UnB), ainda não tem nome, mas já identificou indícios de populações desconhecidas no Amazonas, Acre e Roraima.
Em entrevista à Folha de S.Paulo, Katukina diz que se inspirou no trabalho do pesquisador Robert Walker, da Universidade do Missouri (EUA). O programa é fundamentado em uma tecnologia capaz de rastrear as imagens de satélite e identificar na floresta as chamadas feições — características da mata visíveis do espaço, como tipos de vegetação ou clareiras.
Por meio de IA e usando um banco de dados como ponto de partida, o software “aprende” a identificar as feições típicas de uma ocupação indígena no meio da floresta, apontando tapiris (palhoças) ou capoeiras (roças). Além disso, consegue perceber padrões de movimentação de grupos que, periodicamente, mudam o local de moradia.Segundo Katukina, a intenção não é usar a ferramenta para confirmar a existência de um povo, mas servir de apoio às equipes de campo. Por outro lado, a técnica é de grande ajuda para evitar que os servidores entrem em contato direto com os índios durante trabalhos de exploração na mata — uma grande preocupação do movimento indígena.
“Nada vai substituir o trabalho de campo. Esse conhecimento de vários anos da floresta, dos indígenas, de ribeirinhos, para a detecção desses grupos, nenhuma máquina vai fazer. Mas vejo que é uma ferramenta que pode auxiliar esses trabalhos de campo, para que eles tenham mais efetividade”, diz Katukina.
Usando essa ferramenta, no fim de dezembro, a Funai conseguiu descobrir sinais de um tapiri na área do Parque Juruena, no norte do Mato Grosso. A descoberta foi confirmada mais tarde por meio de um sobrevoo, com o avistamento de uma capoeira na mesma área onde o satélite identificou o tapiri.
O grupo indígena, jamais contatado, era procurado há mais de 30 anos pela Funai. “Esse é um registro muito antigo, tem mais de 30 anos que se faz atividade de localização para tentar encontrar esse grupo, e a gente conseguiu por meio do algoritmo encontrar o local onde eles provavelmente estão”, diz Katukina.
Ele explica que trabalhou por muito tempo com monitoramento de povos isolados e passou a perceber os padrões de ocupação, como os locais onde esses indígenas constroem as habitações. Alguns grupos têm uma dinâmica bem característica de deslocamento, de como ocupam a área e como fazem manejo. E foi por meio desses padrões que os algoritmos que leem as imagens de satélite foram desenvolvidos, segundo conta Katukina.
O desafio, agora, é concluir a fase de “informação em estudo”, etapa do processo para demarcação da nova terra indígena (TI), com o levantamento e monitoramento do território, o que dará uma noção do tamanho da TI e, mais tarde, fundamentará o trabalho de demarcação.
Segundo Katukuna, o próprio algoritmo pode ajudar nessa delimitação, fazendo o trabalho de trás para frente. Com a ajuda do banco de imagens de satélite e dos padrões de locomoção, o software pode projetar a área que o povo tem habitado nos últimos anos. Ele diz que a intenção é mesmo essa: a partir da localização, fazer o levantamento retrospectivo e perceber onde esses povos estiveram nas últimas décadas, por onde transitam, para se ter uma noção de qual área é deles por direito.
Fontes: Folha de S.Paulo/
https://geocracia.com/ia-ajuda-a-identificar-povos-indigenas-desconhecidos/
NOTA CONJUNTA
PSOL/PT/PDT
As direções dos
partidos acima mencionados que, em Marechal Cândido Rondon, compuseram a
coligação de apoio ao candidato Luiz Inácio Lula da Silva eleito, ontem,
presidente da República vêm, à público, se manifestar sobre os trágicos fatos
ocorridos em nosso município ao longo da noite do dia 30/10 para o dia
31/10/2022, e no decorrer deste.
Nosso país, nos
últimos 04 anos, vivenciou uma política oficial de estimulo à divisão interna e
à proliferação do ódio. Ao mesmo tempo que famílias eram divididas e amizades
desfeitas, as instituições da República eram atacadas pelo mandatário maior e
por diversos dos seus apoiadores. Em nível local, este discurso capturou a
subjetividade de grande parte da população de nosso município.
Marechal
Cândido Rondon não escapou da sanha violenta, com notáveis e irrefutáveis
crimes de violência e vandalismo, que tomou conta do país desde a noite de
domingo, 30 de outubro, depois da confirmação do TSE do resultado das Eleições
presidenciais dando a vitória ao candidato do Partido dos Trabalhadores, Luiz
Inácio Lula da Silva.
O que a
população de Marechal Cândido Rondon assistiu acontecer ontem e hoje, dia 31,
em nossa cidade, é reflexo deste processo. Vimos depredação de veículos,
agressões físicas, até mesmo, tentativa de linchamento. Ações motivadas por um
discurso que alimentou o ódio social nos últimos quatro anos e que,
infelizmente, foi reproduzido por algumas das autoridades locais em diversas
ocasiões.
É preciso que
as autoridades rondonenses, o Poder Executivo, o Poder Legislativo, o Poder Judiciário
e, também, a imprensa local, se pronunciem sobre os fatos ocorridos, condenando
veemente os mesmos e que àqueles que agiram de forma a executar e, incentivar,
as agressões e depredações e os demais atos criminosos sejam responsabilizados.
É preciso,
também, que se inicie – urgentemente – em nosso município, um movimento que
busque reatar, minimamente, o pacto social. Não é possível, em uma sociedade
civilizada, em uma República Democrática, que as autoridades mantenham um
discurso – e ações – de forma a estimular a sociedade à cisão.
Nosso município
é conhecido por ter uma população trabalhadora e hospitaleira, infelizmente, os
fatos vivenciados ontem, onde um setor radicalizado – e minoritário – da
população agiu de forma a agredir quem pensa diferente e impedir que a
Democracia fosse celebrada, manchou o nome de nossa cidade.
Neste sentido,
as direções do PT, PSOL e PDT, vêm à público repudiar o ocorrido, exigir a apuração
criteriosa dos fatos e a punição dos envolvidos, e lembrar as autoridades dos
três poderes e a imprensa de que a radicalização extrema do discurso político
junto à sociedade, só faz rasgar o tecido social e, no fim, nos torna, a todos nós, vítimas em potencial neste processo.
Assinam esta nota conjunta:
Direção Municipal do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL/MCR)
Direção Municipal do Partido dos Trabalhadores (PT/MCR)
Direção Municipal do Partido Democrático Trabalhista (PDT/MCR)
Marechal Cândido Rondon – 31/10/2022
A Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), entidade máxima de representação da categoria no país, dirige-se novamente às/aos jornalistas e à sociedade, conclamando cada uma e cada um a abraçar em definitivo a justiça social, a soberania nacional, os direitos da classe trabalhadora, as liberdades de expressão e de imprensa e a democracia.
Em 76 anos de atuação, nunca nos furtamos de desempenhar nosso papel para além da representação classista. Na ditadura civil-militar, enquanto organizações de classe e empresas jornalísticas capitulavam à lógica autoritária, nos empenhamos em libertar e garantir a vida de jornalistas e de cidadãos brasileiros.
Assim como fomos uma das primeiras entidades de classe a denunciar o golpe contra a presidenta Dilma Rousseff, em 2016, dois anos depois, já anunciávamos que o ovo da serpente neofascista era chocado entre nós.
Sempre questionamos o governo Bolsonaro e tudo o que ele representa: autoritarismo, necropolítica, fisiologismo, corrupção, relações umbilicais com milícias, ultraliberalismo econômico e desmonte de políticas de justiça social. Os nossos valores sempre foram opostos.
Chegamos em 2022 com 33 milhões de pessoas sem comida em casa e com a vergonhosa volta do país ao Mapa da Fome. O Brasil ficou com o posto de terceira nação em número de mortos pela pandemia de covid-19.
Nos últimos quatro anos, políticas públicas e sistemas de monitoramento foram interrompidos, orçamentos reduzidos, espaços de participação popular inviabilizados ou eliminados. Hoje temos menos transparência e cada vez menos confiança no governo.
Houve incentivo à liberação de armas e à militarização de espaços civis. Consequentemente, a violência cresceu, especialmente contra meninas e mulheres, jovens negros, quilombolas, povos originários e população LGBTQIA+.
Os sucessivos ataques do governo federal aos direitos humanos e a instituições, como o judiciário (incluindo o STF) e a imprensa, compõem o cenário de regressão às liberdades de expressão e de imprensa. O presidente segue disseminando informações fraudulentas, limitando e bloqueando o acesso a dados oficiais e violando a Lei de Acesso à Informação.
Nesse cenário, destacamos os ataques diretos aos jornalistas e a veículos de mídia, com a constante tentativa de descredibilização da imprensa. Desde 2019, os jornalistas são agredidos principalmente pelo chefe de Estado no Brasil. Os números de nosso Relatório anual deixam clara esta situação: passamos de 135 agressões, em 2018, para 430 em 2021!
Com Bolsonaro no governo, há três vezes mais agressões a jornalistas do que havia antes. É mais do que uma por dia! Desde que chegou à Presidência, ele é o principal agressor: em 2021, Bolsonaro realizou 147 agressões a jornalistas, 34% do total nacional. Adicionando as pessoas do seu entorno, incluindo seus filhos, gestores públicos federais e seus apoiadores, o bolsonarismo responde por 70% dos casos de violência registrados contra a categoria no ano passado.
Soma-se à institucionalização da violência contra a categoria os ataques aos direitos conquistados, por meio das Medidas Provisórias 905/2019 (que propunha acabar com o registro profissional) e 1045/2021 (que buscava flexibilizar nossa jornada especial de trabalho) – ambas derrotadas pela mobilização da FENAJ de seus 31 Sindicatos filiados.
Não podemos esquecer o desmonte da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) por meio do aparelhamento do atual governo federal, da censura e da perseguição a dirigentes sindicais.
Precisamos dar um basta a este governo que opera por meio do ódio e da mentira. E é por isso que defendemos, neste segundo turno das eleições presidenciais, o voto em Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a única candidatura que tem compromisso com os direitos e as conquistas civilizatórias.
A esperança vai vencer o medo, a violência e o ódio.
O Jornalismo vai vencer a desinformação e a mentira.
A democracia vai vencer o autoritarismo.
Brasília, 14 de outubro de 2022
Federação Nacional dos Jornalistas – FENAJ
Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de Alagoas – Sindjornal
Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado do Amapá
Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado do Amazonas – SJPAM
Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado da Bahia – Sinjorba
Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado do Ceará – Sindjorce
Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal – SJPDF
Sindicato dos Jornalistas Profissionais na Região da Grande Dourados – Sinjorgran
Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Espírito Santo – SindijorES
Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Rio de Janeiro
Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de Goiás
Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Juiz de Fora – SJPJF
Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Mato Grosso
Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Mato Grosso do Sul
Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais
Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro – SJPMRJ
Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado da Paraíba – SindjorPB
Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Norte do Paraná – Sindijor Norte PR
Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado do Pará – Sinjorpa
Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná – SindijorPR
Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de Pernambuco – Sinjope
Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Norte – Sindjorn
Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul – Sindjors
Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de Rondônia
Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de Roraima – Sinjoper
Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Santa Catarina – SJSC
Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo – SJSP
Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de Sergipe – SindijorSE
Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado do Tocantins – Sindjorto