quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Seminário Nacional em Estudos da Linguagem
O Colegiado do curso de Letras e o Programa de Mestrado em Letras da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) estará realizando de 6 a 8 de outubro o II Seminário Nacional em Estudos da Linguagem: Diversidade, Ensino e Linguagem. O evento tem por objetivo congregar pesquisadores da área da Linguagem, atuantes no Brasil e no exterior, para discutir, refletir e divulgar a produção científica, acadêmica, técnica e cultural em Letras, Línguística, Literatura e áreas afins.
Em sua segunda edição nacional e quinta local, o evento amplia seu público, acolhendo, também, professores, pesquisadores e alunos de instituições nacionais e internacionais, consolidando a inserção da Unioeste em todo o país, com os cursos de graduação e Pós-graduação nos seus cinco campi. O Seminário constitui-se, portanto, como espaço de ampla divulgação e de troca de experiências científicas e acadêmicas, por meio de conferência, mesas-redondas, simpósios e minicursos nas áreas da Linguagem e da Educação.
A temática Diversidade, Ensino e Linguagem busca criar um espaço para a discussão e para a divulgação de pesquisas sobre diversidade (linguística, cultural, artística, literária etc.), característica marcante da cultura brasileira, resultado de nosso processo histórico-social e das dimensões continentais de nossa territorialidade. Em se tratando do Oeste do Paraná, região de tríplice fronteira, essas características se tornam mais evidentes. Assim, nos espaços criados, pretende-se refletir sobre a temática, relacionando-a à prática de ensino, visto que é por meio da linguagem que se destaca essa heterogeneidade cultural. Por outro lado, a escola é o espaço, por excelência, onde as diferenças (de língua, raça, etnia, sexo, hábitos, costumes, comportamentos, crenças, valores etc.) se aproximam e que, portanto, devem ser trabalhadas.
Os interessados em participar do SEM com apresentação de trabalho terão até o dia 30/09/2010 para realizar a inscrição. Mais informações no site www.unioeste.br
Fonte: Assessoria de Comunicação Social/Central de Notícias - http://www.unioeste.br/servicos/centralnoticias/lista_not.asp?codvalue=4193
Em sua segunda edição nacional e quinta local, o evento amplia seu público, acolhendo, também, professores, pesquisadores e alunos de instituições nacionais e internacionais, consolidando a inserção da Unioeste em todo o país, com os cursos de graduação e Pós-graduação nos seus cinco campi. O Seminário constitui-se, portanto, como espaço de ampla divulgação e de troca de experiências científicas e acadêmicas, por meio de conferência, mesas-redondas, simpósios e minicursos nas áreas da Linguagem e da Educação.
A temática Diversidade, Ensino e Linguagem busca criar um espaço para a discussão e para a divulgação de pesquisas sobre diversidade (linguística, cultural, artística, literária etc.), característica marcante da cultura brasileira, resultado de nosso processo histórico-social e das dimensões continentais de nossa territorialidade. Em se tratando do Oeste do Paraná, região de tríplice fronteira, essas características se tornam mais evidentes. Assim, nos espaços criados, pretende-se refletir sobre a temática, relacionando-a à prática de ensino, visto que é por meio da linguagem que se destaca essa heterogeneidade cultural. Por outro lado, a escola é o espaço, por excelência, onde as diferenças (de língua, raça, etnia, sexo, hábitos, costumes, comportamentos, crenças, valores etc.) se aproximam e que, portanto, devem ser trabalhadas.
Os interessados em participar do SEM com apresentação de trabalho terão até o dia 30/09/2010 para realizar a inscrição. Mais informações no site www.unioeste.br
Fonte: Assessoria de Comunicação Social/Central de Notícias - http://www.unioeste.br/servicos/centralnoticias/lista_not.asp?codvalue=4193
terça-feira, 28 de setembro de 2010
NIT seleciona estagiário
O Núcleo de Inovações Tecnológicas (NIT) da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) está selecionando, até o dia 8 de outubro, estagiário da área da computação.
O candidato selecionado deverá atuar no desenvolvimento do Sistema Sislattes, software que viabiliza acessos aos currículos lattes dos professores/pesquisadores da Unioeste.
Para se inscrever o candidato deverá apresentar como requisito os seguintes conhecimentos básicos: Engenharia de software, Banco de dados PostGress, Programação Java, Programação Java para a Web, JSF e XML.
Os interessados devem entrar em contato com a professora Claudia Brandelero Rizzi pelo e-mail claudia_rizzi@hotmail.com ou pelo telefone 3220-3222.
Fonte: Assessoria de Comunicação Social
O candidato selecionado deverá atuar no desenvolvimento do Sistema Sislattes, software que viabiliza acessos aos currículos lattes dos professores/pesquisadores da Unioeste.
Para se inscrever o candidato deverá apresentar como requisito os seguintes conhecimentos básicos: Engenharia de software, Banco de dados PostGress, Programação Java, Programação Java para a Web, JSF e XML.
Os interessados devem entrar em contato com a professora Claudia Brandelero Rizzi pelo e-mail claudia_rizzi@hotmail.com ou pelo telefone 3220-3222.
Fonte: Assessoria de Comunicação Social
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
A guerra da mídia comercial
por Leonardo Boff *
Sou profundamente pela liberdade de expressão em nome da qual fui punido com o "silêncio obsequioso" pelas autoridades do Vaticano. Sob risco de ser preso e torturado, ajudei a editora Vozes a publicar corajosamente o "Brasil Nunca Mais", onde se denunciavam as torturas, usando exclusivamente fontes militares, o que acelerou a queda do regime autoritário.
Esta história de vida me avalisa fazer as críticas que ora faço ao atual enfrentamento entre o Presidente Lula e a midia comercial que reclama ser tolhida em sua liberdade. O que está ocorrendo já não é um enfrentamento de ideias e de interpretações e o uso legítimo da liberdade da imprensa. Está havendo um abuso da liberdade de imprensa que, na previsão de uma derrota eleitoral, decidiu mover uma guerra acirrada contra o Presidente Lula e a candidata Dilma Rousseff. Nessa guerra vale tudo: o factóide, a ocultação de fatos, a distorção e a mentira direta.
Precisamos dar o nome a esta mídia comercial. São famílias que, quando veem seus interesses comerciais e ideológicos contrariados, se comportam como "famiglia" mafiosa. São donos privados que pretendem falar para todo Brasil e manter sob tutela a assim chamada opinião pública. São os donos de O Estado de São Paulo, de A Folha de São Paulo, de O Globo, da revista Veja, na qual se instalou a razão cínica e o que há de mais falso e chulo da imprensa brasileira. Estes estão a serviço de um bloco histórico assentado sobre o capital que sempre explorou o povo e que não aceita um Presidente que vem desse povo. Mais que informar e fornecer material para a discusão pública, pois essa é a missão da imprensa, esta mídia empresarial se comporta como um feroz partido de oposição.
Na sua fúria, quais desesperados e inapelavelmente derrotados, seus donos, editorialistas e analistas não têm o mínimo respeito devido a mais alta autoridade do país, ao Presidente Lula. Nele veem apenas um peão a ser tratado com o chicote da palavra que humilha.
Mas há um fato que eles não conseguem digerir em seu estômago elitista. Custa-lhes aceitar que um operário, nordestino, sobrevivente da grande tribulação dos filhos da pobreza, chegasse a ser Presidente. Este lugar, a Presidência, assim pensam, cabe a eles, os ilustrados, os articulados com o mundo, embora não consigam se livrar do complexo de vira-latas, pois se sentem meramente menores e associados ao grande jogo mundial. Para eles, o lugar do peão é na fábrica produzindo.
Como o mostrou o grande historiador José Honório Rodrigues (Conciliação e Reforma), "a maioria dominante, conservadora ou liberal, foi sempre alienada, antiprogresssita, antinacional e não contemporânea. A liderança nunca se reconciliou com o povo. Nunca viu nele uma criatura de Deus, nunca o reconheceu, pois gostaria que ele fosse o que não é. Nunca viu suas virtudes, nem admirou seus serviços ao país, chamou-o de tudo -Jeca Tatu-; negou seus direitos; arrasou sua vida e logo que o viu crescer ela lhe negou, pouco a pouco, sua aprovação; conspirou para colocá-lo de novo na periferia, no lugar que contiua achando que lhe pertence (p.16)".
Pois esse é o sentido da guerra que movem contra Lula. É uma guerra contra os pobres que estão se libertando. Eles não temem o pobre submisso. Eles têm pavor do pobre que pensa, que fala, que progride e que faz uma trajetória ascedente como Lula. Trata-se, como se depreende, de uma questão de classe. Os de baixo devem ficar em baixo. Ocorre que alguém de baixo chegou lá em cima. Tornou-se o Presidente de todos os brasileiros. Isso para eles é simplesmente intolerável.
Os donos e seus aliados ideológicos perderam o pulso da história. Não se deram conta de que o Brasil mudou. Surgiram redes de movimentos sociais organizados, de onde vem Lula, e tantas outras lideranças. Não há mais lugar para coroneis e para "fazedores de cabeça" do povo. Quando Lula afirmou que "a opinião pública somos nós", frase tão distorcida por essa midia raivosa, quis enfatizar que o povo organizado e consciente arrebatou a pretensão da midia comercial de ser a formadora e a porta-voz exclusiva da opinião pública. Ela tem que renunciar à ditadura da palabra escrita, falada e televisionada e disputar com outras fontes de informação e de opinião.
O povo cansado de ser governado pelas classes dominantes resolveu votar em si mesmo. Votou em Lula como o seu representante. Uma vez no Governo, operou uma revolução conceptual, inaceitável para elas. O Estado não se fez inimigo do povo, mas o indutor de mudanças profundas que beneficiaram mais de 30 milhões de brasileiros. De miseráveis se fizeram pobres laboriosos, de pobres laboriosos se fizeram classe média baixa e de classe média baixa de fizeram classe média. Começaram a comer, a ter luz em casa, a poder mandar seus filhos para a escola, a ganhar mais salário, em fim, a melhorar de vida.
Outro conceito innovador foi o desenvolvimento com inclusão soicial e distribuição de renda. Antes havia apenas desenvolvimento/crescimento que beneficiava aos já beneficiados à custa das massas destituidas e com salários de fome. Agora ocorreu visível mobilização de classes, gerando satisfação das grandes maiorias e a esperança que tudo ainda pode ficar melhor. Concedemos que no Governo atual há um déficit de consciência e de práticas ecológicas. Mas, importa reconhecer que Lula foi fiel à sua promessa de fazer amplas políticas públicas na direção dos mais marginalizados.
O que a grande maioria almeja é manter a continuidade deste processo de melhora e de mudança. Ora, esta continuidade é perigosa para a mídia comercial que assiste, assustada, ao fortalecimento da soberania popular que se torna crítica, não mais manipulável e com vontade de ser ator dessa nova história democrática do Brasil. Vai ser uma democracia cada vez mais participativa e não apenas delegatícia. Esta abria amplo espaço à corrupção das elites e dava preponderância aos interesses das classes opulentas e ao seu braço ideológico que é a mídia comercial. A democracia participativa escuta os movimentos sociais, faz do Movimento dos Sem Terra (MST), odiado especialmente pela VEJA, que faz questão de não ver; protagonista de mudanças sociais não somente com referência à terra, mas também ao modelo econômico e às formas cooperativas de produção.
O que está em jogo neste enfrentamento entre a midia comercial e Lula/Dilma é a questão: que Brasil queremos? Aquele injusto, neocoloncial, neoglobalizado e, no fundo, retrógrado e velhista; ou o Brasil novo com sujeitos históricos novos, antes sempre mantidos à margem e agora despontando com energias novas para construir um Brasil que ainda nunca tínhamos visto antes?
Esse Brasil é combatido na pessoa do Presidente Lula e da candidata Dilma. Mas estes representam o que deve ser. E o que deve ser tem força. Irão triunfar a despeito das más vontades deste setor endurecido da midia comercial e empresarial. A vitória de Dilma dará solidez a este caminho novo ansiado e construido com suor e sangue por tantas gerações de brasileiros.
[Teólogo, filósofo, escritor e representante da Iniciativa Internacional da Carta da Terra].
Acesse o blog Liberdade Aqui:
http://liberdadeaqui.wordpress.com/
Sou profundamente pela liberdade de expressão em nome da qual fui punido com o "silêncio obsequioso" pelas autoridades do Vaticano. Sob risco de ser preso e torturado, ajudei a editora Vozes a publicar corajosamente o "Brasil Nunca Mais", onde se denunciavam as torturas, usando exclusivamente fontes militares, o que acelerou a queda do regime autoritário.
Esta história de vida me avalisa fazer as críticas que ora faço ao atual enfrentamento entre o Presidente Lula e a midia comercial que reclama ser tolhida em sua liberdade. O que está ocorrendo já não é um enfrentamento de ideias e de interpretações e o uso legítimo da liberdade da imprensa. Está havendo um abuso da liberdade de imprensa que, na previsão de uma derrota eleitoral, decidiu mover uma guerra acirrada contra o Presidente Lula e a candidata Dilma Rousseff. Nessa guerra vale tudo: o factóide, a ocultação de fatos, a distorção e a mentira direta.
Precisamos dar o nome a esta mídia comercial. São famílias que, quando veem seus interesses comerciais e ideológicos contrariados, se comportam como "famiglia" mafiosa. São donos privados que pretendem falar para todo Brasil e manter sob tutela a assim chamada opinião pública. São os donos de O Estado de São Paulo, de A Folha de São Paulo, de O Globo, da revista Veja, na qual se instalou a razão cínica e o que há de mais falso e chulo da imprensa brasileira. Estes estão a serviço de um bloco histórico assentado sobre o capital que sempre explorou o povo e que não aceita um Presidente que vem desse povo. Mais que informar e fornecer material para a discusão pública, pois essa é a missão da imprensa, esta mídia empresarial se comporta como um feroz partido de oposição.
Na sua fúria, quais desesperados e inapelavelmente derrotados, seus donos, editorialistas e analistas não têm o mínimo respeito devido a mais alta autoridade do país, ao Presidente Lula. Nele veem apenas um peão a ser tratado com o chicote da palavra que humilha.
Mas há um fato que eles não conseguem digerir em seu estômago elitista. Custa-lhes aceitar que um operário, nordestino, sobrevivente da grande tribulação dos filhos da pobreza, chegasse a ser Presidente. Este lugar, a Presidência, assim pensam, cabe a eles, os ilustrados, os articulados com o mundo, embora não consigam se livrar do complexo de vira-latas, pois se sentem meramente menores e associados ao grande jogo mundial. Para eles, o lugar do peão é na fábrica produzindo.
Como o mostrou o grande historiador José Honório Rodrigues (Conciliação e Reforma), "a maioria dominante, conservadora ou liberal, foi sempre alienada, antiprogresssita, antinacional e não contemporânea. A liderança nunca se reconciliou com o povo. Nunca viu nele uma criatura de Deus, nunca o reconheceu, pois gostaria que ele fosse o que não é. Nunca viu suas virtudes, nem admirou seus serviços ao país, chamou-o de tudo -Jeca Tatu-; negou seus direitos; arrasou sua vida e logo que o viu crescer ela lhe negou, pouco a pouco, sua aprovação; conspirou para colocá-lo de novo na periferia, no lugar que contiua achando que lhe pertence (p.16)".
Pois esse é o sentido da guerra que movem contra Lula. É uma guerra contra os pobres que estão se libertando. Eles não temem o pobre submisso. Eles têm pavor do pobre que pensa, que fala, que progride e que faz uma trajetória ascedente como Lula. Trata-se, como se depreende, de uma questão de classe. Os de baixo devem ficar em baixo. Ocorre que alguém de baixo chegou lá em cima. Tornou-se o Presidente de todos os brasileiros. Isso para eles é simplesmente intolerável.
Os donos e seus aliados ideológicos perderam o pulso da história. Não se deram conta de que o Brasil mudou. Surgiram redes de movimentos sociais organizados, de onde vem Lula, e tantas outras lideranças. Não há mais lugar para coroneis e para "fazedores de cabeça" do povo. Quando Lula afirmou que "a opinião pública somos nós", frase tão distorcida por essa midia raivosa, quis enfatizar que o povo organizado e consciente arrebatou a pretensão da midia comercial de ser a formadora e a porta-voz exclusiva da opinião pública. Ela tem que renunciar à ditadura da palabra escrita, falada e televisionada e disputar com outras fontes de informação e de opinião.
O povo cansado de ser governado pelas classes dominantes resolveu votar em si mesmo. Votou em Lula como o seu representante. Uma vez no Governo, operou uma revolução conceptual, inaceitável para elas. O Estado não se fez inimigo do povo, mas o indutor de mudanças profundas que beneficiaram mais de 30 milhões de brasileiros. De miseráveis se fizeram pobres laboriosos, de pobres laboriosos se fizeram classe média baixa e de classe média baixa de fizeram classe média. Começaram a comer, a ter luz em casa, a poder mandar seus filhos para a escola, a ganhar mais salário, em fim, a melhorar de vida.
Outro conceito innovador foi o desenvolvimento com inclusão soicial e distribuição de renda. Antes havia apenas desenvolvimento/crescimento que beneficiava aos já beneficiados à custa das massas destituidas e com salários de fome. Agora ocorreu visível mobilização de classes, gerando satisfação das grandes maiorias e a esperança que tudo ainda pode ficar melhor. Concedemos que no Governo atual há um déficit de consciência e de práticas ecológicas. Mas, importa reconhecer que Lula foi fiel à sua promessa de fazer amplas políticas públicas na direção dos mais marginalizados.
O que a grande maioria almeja é manter a continuidade deste processo de melhora e de mudança. Ora, esta continuidade é perigosa para a mídia comercial que assiste, assustada, ao fortalecimento da soberania popular que se torna crítica, não mais manipulável e com vontade de ser ator dessa nova história democrática do Brasil. Vai ser uma democracia cada vez mais participativa e não apenas delegatícia. Esta abria amplo espaço à corrupção das elites e dava preponderância aos interesses das classes opulentas e ao seu braço ideológico que é a mídia comercial. A democracia participativa escuta os movimentos sociais, faz do Movimento dos Sem Terra (MST), odiado especialmente pela VEJA, que faz questão de não ver; protagonista de mudanças sociais não somente com referência à terra, mas também ao modelo econômico e às formas cooperativas de produção.
O que está em jogo neste enfrentamento entre a midia comercial e Lula/Dilma é a questão: que Brasil queremos? Aquele injusto, neocoloncial, neoglobalizado e, no fundo, retrógrado e velhista; ou o Brasil novo com sujeitos históricos novos, antes sempre mantidos à margem e agora despontando com energias novas para construir um Brasil que ainda nunca tínhamos visto antes?
Esse Brasil é combatido na pessoa do Presidente Lula e da candidata Dilma. Mas estes representam o que deve ser. E o que deve ser tem força. Irão triunfar a despeito das más vontades deste setor endurecido da midia comercial e empresarial. A vitória de Dilma dará solidez a este caminho novo ansiado e construido com suor e sangue por tantas gerações de brasileiros.
[Teólogo, filósofo, escritor e representante da Iniciativa Internacional da Carta da Terra].
Acesse o blog Liberdade Aqui:
http://liberdadeaqui.wordpress.com/
sábado, 25 de setembro de 2010
Tecnologia de plantio direto pode controlar emissão de gases, diz Embrapa
O plantio direto é caracterizado pelo não uso de máquinas e implementos na lavoura. O produtor planta diretamente sobre os restos das culturas da safra passada.
O plantio direto, associado ao sistema integrado lavoura-pecuária, com rotação a cada quatro anos, é a alternativa mais eficaz para o controle da emissão de gases poluentes pela agricultura, segundo pesquisa da Embrapa. A pesquisa avaliou sistemas de produção agrícola desenvolvidos nos municípios de Santo Antônio de Goiás, em Goiás; e em Bom Jesus, no Piauí.
O pesquisador Luiz Fernando Leite, da Embrapa Meio-Norte, responsável pelo estudo, trabalhou com cinco situações de cultivo em Santo Antônio de Goiás: plantio direto mais integração lavoura-pecuária utilizando rotação de soja e braquiária a cada dois e a cada quatro anos; preparo convencional - com grade pesada e niveladora - mais integração lavoura-pecuária usando arroz e braquiária a cada três anos; plantio direto de soja e milho; e plantio convencional de soja.
Do município de Bom Jesus, ele pesquisou os sistemas de plantio direto de soja e milho; plantio direto e integração lavoura-pecuária com rotação de braquiária e soja a cada dois anos; e preparo convencional de soja. Tanto no Goiás como no Piauí, os estudos revelaram que houve sequestro de carbono apenas nos sistemas de plantio direto mais a integração lavoura-pecuária a cada dois e quatro anos.
O resultado é importante, segundo o pesquisador, para subsidiar o programa de agricultura de baixo carbono, implementado no país pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e a Embrapa. O trabalho é um aprofundamento da pesquisa iniciada em 2006, com modelos de simulação em computador.
A conclusão desse estudo, com o título Modelagem do Sequestro de Carbono em Sistema Integração Lavoura-Pecuária no Brasil, será apresentada por Leite no 4º Simpósio Internacional sobre Estabilização da Matéria Orgânica. O evento, que vai até o próximo dia 23, na península de Presqu'ile de Giens, no sul da França, é promovido pelo Instituto Nacional Francês para Pesquisa na Agricultura e reunirá cientistas de vários países.
Tecnologia
O plantio direto é caracterizado pelo não uso de máquinas e implementos na lavoura. Ou seja: ao invés da utilização de grades e arados, o produtor planta diretamente sobre os restos das culturas da safra passada. Já a integração lavoura-pecuária consiste na diversificação da produção, buscando o aumento e a eficiência na utilização dos recursos naturais e a preservação do meio ambiente.
O consórcio de culturas ou cultivos múltiplos, nesse sistema, permite, durante o ano e numa mesma área, a produção de grãos no período das chuvas, que no estado do Piauí é de novembro a abril, e de forrageira para o gado bovino na entressafra - de maio a outubro -, além de palhada em quantidade e qualidade para a viabilidade do plantio direto.Fonte: Jornal da Ciência/EcoAgência
“Meninos não choram” abre 1ª Mostra de Filmes da Diversidade Sexual
O filme “Meninos não choram” abre a 1ª Mostra de Filmes da Diversidade Sexual em Cascavel, que inicia segunda-feira, dia 27, na Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), Campus de Cascavel, das 19h às 22h30, no miniauditório 1. O evento, que vai até sábado, dia 2 de outubro, tem o objetivo de ampliar a discussão sobre orientação sexual, identidade de gênero e enfrentamento da homofobia, utilizando a linguagem artístico-cultural do cinema, com exibição de seis filmes de temática LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais).
Nos outros dias serão exibidos os filmes “Bubble”, “Orações para Bobby”, “Madame satã”, “Transamérica” e “Café da manhã em plutão”, os quais, assim como “Meninos não choram” serão discutidos. “A mostra pretende, a partir de seis filmes selecionados, debater temas referentes às sexualidades, ao preconceito, ao amor entre iguais, ao respeito, aos desejos, aos conceitos hegemônicos, à religião e à sociedade”, explica o professor Alexandre Ferrari, que organiza o evento junto com a professora Valdeci Oliveira e com os alunos de Letras do primeiro ano.
Ele lembra ainda que a mostra é uma forma de instigar a reflexão sobre o lugar da comunidade LGBT em nossa cidade, região, estado, país e mundo. “A mostra não se resume nos filmes, mas na reflexão sobre eles”, esclarece Alexandre.
As inscrições podem ser feitas pelo site http://projetos.unioeste.br/projetos/saberes/IMCDSC.htm até o dia 27. Saiba mais.
Fonte:Assessoria de Comunicação Social
Nos outros dias serão exibidos os filmes “Bubble”, “Orações para Bobby”, “Madame satã”, “Transamérica” e “Café da manhã em plutão”, os quais, assim como “Meninos não choram” serão discutidos. “A mostra pretende, a partir de seis filmes selecionados, debater temas referentes às sexualidades, ao preconceito, ao amor entre iguais, ao respeito, aos desejos, aos conceitos hegemônicos, à religião e à sociedade”, explica o professor Alexandre Ferrari, que organiza o evento junto com a professora Valdeci Oliveira e com os alunos de Letras do primeiro ano.
Ele lembra ainda que a mostra é uma forma de instigar a reflexão sobre o lugar da comunidade LGBT em nossa cidade, região, estado, país e mundo. “A mostra não se resume nos filmes, mas na reflexão sobre eles”, esclarece Alexandre.
As inscrições podem ser feitas pelo site http://projetos.unioeste.br/projetos/saberes/IMCDSC.htm até o dia 27. Saiba mais.
Fonte:Assessoria de Comunicação Social
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