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quinta-feira, 30 de agosto de 2018

TEATRO

Revisitando Sartre



Sinopse |
Entre 4 paredes, texto original de Jean-Paul Sartre, escrito em 1944. É marcado pelo existencialismo do autor, tão conhecido pela frase "O inferno são os outros", dita pela personagem Garcin. O espetáculo é ambientado em um único cenário. A peça se passa no inferno - mas não com a visão "clássica' que estamos acostumados, com demônios, punições e outros estereótipos.
Os personagens são levados a um salão sem janelas, iluminado todo o tempo, onde enclausurados, são condenados a uma "vida sem interrupções". A peça, em um ato, foi escrita durante a Segunda Guerra Mundial e conta com três personagens: Garcin, Estelle e Inês. Os três personagens morreram e chegam ao inferno.
Garcin, um escritor, queria ser um herói, mas foi covarde. Inês, homossexual, funcionária dos correios, é agressiva e procura reforçar o sofrimento dos outros. Confinados nesse ambiente único, sem espelhos, as três personagens são obrigados a se ver através dos olhos dos outros. Inês tenta conquistar Estelle, que, por sua vez, mostra interesse por Garcin. À medida que a convivência se torna insuportável, conclusões e reflexões são jogadas na mesa. O inferno são os outros!
▪DATA: 11/Set
▪Horário: 20h
▪Local: Salão do Alemão - Parque de Exposições
▪Classificação Indicativa: 14 anos. É importante considerar esta informação.
▪Duração Espetáculo: 50 min.
▪Bate-papo com atores após a realização do espetáculo: 30 a 40 min. - Presença não obrigatória.


✅ Entrada Franca!!
▪Ingresso Social: Pedimos uma contribuição voluntária de 1kg de alimento não perecível (não obrigatório). Trocar com uma hora de antecedência do espetáculo, no local, na bilheteria.

▪Mais informações/agendamento de grupos: |45| 3220-5473 ou 98812-1959 (WhatsaApp) com Andressa Moraes.

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

GALILEU E BERTOLT BRECHT



Arte e ciência na vida de Galileu: peça teatral sobre vida do cientista estreia 21 de setembro na Tenda da Ciência



(Museu da Vida) Um homem que adorava observar o céu, desafiou a Igreja Católica e acabou enfrentando a Santa Inquisição. A história de Galileu Galilei vai ganhar vida no palco da Tenda da Ciência Virgínia Schall, aqui no Museu da Vida! Baseada no texto “A vida de Galileu”, do dramaturgo Bertolt Brecht, a peça estreará em 21 de setembro, às 15h, e permanecerá em cartaz até 15 de dezembro. A entrada, como sempre, é gratuita!

Matemático, astrônomo e físico italiano nascido em 1564, Galileu, decidido a explorar aspectos desconhecidos do Universo, construiu um telescópio em 1609 com mais capacidade do que os que existiam à época. Manchas solares e os satélites de Júpiter são algumas de suas descobertas. Galileu defendeu a teoria heliocêntrica de Copérnico, segundo a qual o Sol é o centro do Universo e não a Terra, o que o fez ser perseguido pela Igreja Católica. Para fugir da fogueira, teve que negar aquilo em que acreditava.

No palco, os ensaios já acontecem a todo vapor! Nesses momentos, elenco e direção buscam inovar a montagem, a fim de contar a história do cientista para o público jovem e adulto. Música e humor são alguns elementos que prometem agitar a peça! “A ciência e o teatro precisam dos jovens: a juventude tem a mudança nos seus hormônios. Essa peça une arte e ciência e isso já vale a aventura de abrir o pano”, afirma Daniel Herz, diretor geral da peça.

A encenação na Tenda da Ciência buscará associar a questão do autoritarismo com o episódio que ficou conhecido como Massacre de Manguinhos, quando dez cientistas da Fiocruz tiveram seus direitos políticos cassados e foram forçadamente aposentados durante a ditadura militar. Os cientistas foram proibidos de entrar em seus laboratórios e muito de suas pesquisam foram paralisadas. Em 2016, completam-se 30 anos da reintegração desses pesquisadores, que puderam retornar à Fiocruz após a injustiça que sofreram.

“O texto de Brecht traz uma reflexão sobre a relação entre ciência e sociedade e mostra o compromisso do cientista com a humanidade. Além disso, a história explora o que pode acontecer com a ciência em regimes autoritários”, explica Wanda Hamilton, cientista social, atriz do Museu da Vida e uma das responsáveis pela adaptação do texto original.

Segundo o chefe do Museu, Diego Bevilaqua, a peça discute a relação dos cientistas com a sustentação do autoritarismo ou da democracia e liberdade dentro da sociedade e irá levantar a seguinte questão: por que o cientista deve se aproximar da população? Só conferindo pessoalmente para saber qual será o desfecho dessa história! 

A peça está sendo realizada com recursos adquiridos por meio de parcerias feitas com o uso da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet). Esse projeto conta com patrocínio master da IBM e copatrocínios da Schott e da Janssen.

A vida de Galileu (de Bertolt Brecht)
Estreia: 21 de setembro, às 15h
Temporada: de 21/9 a 15/12
Duração: 1h20
Local: Tenda da Ciência Virgínia Schall
Horários: Terças, quartas e quintas, às 10h30 e 13h30 
Sábados, às 11h: 8 e 29/10 | 12 e 26/11 | 10/12
Endereço: avenida Brasil, n. 4365, Manguinhos, Campus da Fiocruz, Rio de Janeiro
Informações (21) 2590-6747 | Facebook (/museudavida) | Twitter (@museudavida)

Ficha técnica
Direção geral - Daniel Herz
Direção - Daniel Herz e João Marcelo Pallottino
Diretor assistente - Clarissa Kahane
Tradução - Roberto Schwarz
Adaptação do texto – Daniel Herz, Diego Vaz Bevilaqua, Letícia Guimarães e Wanda Hamilton
Elenco - Carol Garcia, Carol Santaroni, Ingra da Rosa, Letícia Guimarães, Lucas Drummond, Pablo Aguilar, Roberto Rodrigues, Sérgio Kauffmann e Tomaz Miranda.
Direção musical e trilha sonora - Leandro Castilho
Cenário - Fernando Mello da Costa
Figurino - Carla Ferraz
Luz - Aurélio de Simoni
Direção de movimento - Janice Botelho
Programação visual - Alana Moreira
Produção - Geraldo Casadei
Produtor Assistente - Mariluci Nascimento


Fonte: http://gaea-astronomia.blogspot.com.br/2016/09/arte-e-ciencia-na-vida-de-galileu-peca.html

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

ROSA LUXEMBURGO




Espetáculo que narra história de Rosa Luxemburgo está em cartaz até 19 de outubro


Divulgação
Peça multimídia é construída a partir de suas cartas escritas nas prisões alemãs do início do século 20; nascida na Polônia, Rosa se tornou mundialmente conhecida pela militância revolucionária
10/10/2014
Da Redação
O espetáculo teatral Rózà, que narra a história da revolucionária polonesa Rosa Luxemburgo, está em cartaz até o dia 19 de outubro na Casa do Povo, em São Paulo. A peça multimídia é construída a partir de suas cartas escritas nas prisões alemãs do início do século XX. A direção é de Martha Kiss Perrone e Joana Levi.
No espetáculo, as cartas de Rosa são interpretadas por três atrizes diferentes e trazidas ao público por meio da palavra, do vídeo, do canto e da música na busca de uma relação entre o momento histórico e o contemporâneo. A peça retrata a mulher de hoje que, como a revolucionária mesma diz, “não tem medo e quer tudo”.
Nascida na Polônia, Rosa se tornou mundialmente conhecida pela militância revolucionária ligada à Social-Democracia do Reino da Polônia e Lituânia (SDKP), ao Partido Social-Democrata da Alemanha (SPD) e ao Partido Social-Democrata Independente da Alemanha (USPD). Também participou da fundação do grupo de tendência marxista do SPD, que viria a se tornar mais tarde o Partido Comunista da Alemanha (KPD).
Rosa foi brutalmente assassinada em 1919 pela fúria fascista que chegaria ao poder em 1933 para mergulhar a Europa no maior genocídio da história da civilização. O seu corpo foi lançado nas águas do canal Landwehr, de onde foi resgatado somente em março. Ali foi colocada uma placa, ao lado de uma das pontes, para honrar a sua memória.
<Serviço>

O que? Espetáculo teatral Ròzà

Onde? Casa do Povo - Rua Três Rios 252, Bom Retiro (Metrô Tiradentes e Luz)

Quando? Quinta, Sexta, Sábado – 20h e Domingo – 19h

Quanto? R$30 / R$15 / R$8

Reservas : ROZAESPETACULO@GMAIL.COM

FONTE: http://www.brasildefato.com.br/node/30118

segunda-feira, 4 de março de 2013

CRÔNICA



Um Outro Sonho de uma Noite de Verão

por Cesar R. Scheffler


Quero hoje registrar a minha satisfação com a ordem pública. O que é de fato bastante incomum, pois em geral o cidadão só escreve como um transbordamento do desgosto que se destila em seu peito. Mas sinto-me em estado de graça, pois é sempre com toda alegria que aproveito as oportunidades de demonstrar a importância deste item de primeiríssima necessidade que é o estado e a eficiência de suas instituições. Far-lo-ei por meio da arte de que Dionísio é o patrono, embora pouco agraciado pelas musas.
A situação que desejo elaborar como dramaturgo é de fato representativa. O estilo é surrealista e a história começa assim: Sexta-feira a noite, aproximadamente 21:00h. O Pano de fundo é a praça Willy Barth, Marechal Cândido Rondon-PR, o cenário a pista de skate. Vários figurantes em atitudes despreocupadas e várias: uns correm, conversam, outros deslizam sobre suas pranchas e há quem se lance nas alturas sobre aladas duas rodas. Um cãozinho em alta velocidade. Todos obviamente suspeitos e supostamente ameaçadores. É apenas um prelúdio. A ação que é o foco de interesse do primeiro ato ainda está por iniciar-se.
Já foi assunto dos Secos e Molhados. A descrição, embora nebulosa, é justa e se aplica ao nosso caso, pois as tintas ao invés de se tornarem pálidas conservaram os seus tons: postas em cena, fazendo cena, quatro viaturas dos nossos anjos da guarda, os quais (qual no cinema) descem dos carros apontando armas, algumas de grosso calibre. Retumbam ordens de forma ferina, como se algum dos figurantes ali fizesse menção de oferecer resistência ou parecesse representar um insensato que tentasse fugir. Digo figurantes, pois se trata de uma peça e aqueles não representam senão papéis meramente acessórios. Algumas delicadezas talvez se mostrem necessárias da parte dos defensores do bem comum.
            Os protagonistas agora já estão em cena e os coadjuvantes encenam filmar tudo (exceto, talvez, algum ademane ou palavra que possam parecer impróprios, oriundos do arrebatamento do ator apaixonado no ardor da atuação, apesar de sua comprovada tarimba). A imprensa acompanha mais um ato da comédia.
O objetivo da peça é educacional, e pretende conscientizar o cidadão médio a respeito do sério trabalho realizado pelos protetores da fronteira e pelos da tranqüilidade e harmonia citadinas. O público alvo será atingido em cheio. E dormirá tranqüilo, contente como eu, por saber do zelo com que se tratam as mais importantes questões de segurança pública em nossa urbe.
É reconfortante saber que se emprega um elenco tão numeroso e qualificado para atuar de forma tão audaciosa na representação de uma obra tão útil e edificante. Sente-se o munícipe encantado em perceber que o desporto e os adolescentes têm direito a tantas atenções e podem julgar-se cordialmente convidados ao usufruto dos espaços públicos, tendo no mantenedor da paz coletiva a garantia de que sua liberdade e dignidade não serão ultrajadas. E ascende-se, quiçá, no seu peito uma centelha de orgulho por saber que ele, contribuinte, é o espectador, o amante das belas artes a quem é dedicada a paródia.
Como “sketch” de divulgação, creio que basta esse ato. E, certamente, o estado fará questão de fornecer o enredo e bancar o espetáculo.

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

TEATRO

NESTE SÁBADO, DIA 25/08
Espetáculo João e Maria 16 horas
Local: Salão Alemão (Parque de Exposições)
Mal. C. Rondon - PR
ENTRADA FRANCA PARA TODAS AS IDADES