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segunda-feira, 12 de maio de 2014

HISTÓRIA ORAL





Professora da Unioeste é eleita vice-presidente da ABHO


A professora Doutora Méri Frotscher, dos cursos de licenciatura e mestrado em História da UNIOESTE, campus de Marechal Cândido  Rondon, foi eleita vice-presidente da Associação Brasileira de História Oral (ABHO), no congresso realizado na semana passada em Teresina, PI.
Criada em 29 de abril de 1994, durante o II Encontro Nacional de História Oral, realizado no Rio de Janeiro, a Associação Brasileira de História Oral (ABHO) congrega estudiosos e pesquisadores das áreas de História, Ciências Sociais, Antropologia, Educação e demais disciplinas das ciências humanas de todas as regiões do país.
Seus associados têm em comum o uso da história oral em suas pesquisas, isto é, a realização de entrevistas gravadas com pessoas que viveram ou testemunharam acontecimentos, conjunturas, instituições, modos de vida, ou outros aspectos da história contemporânea.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Polícia age com violência contra estudantes em Teresina



 
 
 
 
Policiais atiram covardemente bombas e balas de borracha
contra manifestantes
   Em ato público contra o aumento da passagem de ônibus em Teresina, manifestantes foram agredidos por policiais militares. A tropa de choque avançou com balas de borracha, bombas de gás lacrimogênio e cavalaria.

   Houve violência física, pisoteamento e prisões na capital do Piauí. Pelo menos 17 foram detidos e 40 ficaram feridos. De acordo com o Fórum Estadual em Defesa do Transporte Público, que reúne diversas entidades e movimentos sociais, o número de policiais presentes chegou a 850.

   A repressão começou quando parte dos cerca de 300 manifestantes estava sentada no chão e interditava a principal via da cidade, a Avenida Frei Serafim. O estudante Leonardo Maia, que esteve no protesto, conta que a situação era tranquila até a chegada da polícia. Segundo ele, trânsito já estava sendo desviado pela Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (Strans).

   O estudante afirma que os policiais se negaram a negociar e reprimiram, inclusive, pessoas que não estavam envolvidas no protesto. A manifestação de ontem encerrou uma semana de atos públicos diários em Teresina contra o aumento da passagem de 1 real e 90 para 2 reais e 10 centavos.

   Os manifestantes também criticam a nova integração, que cobra metade do valor em um segundo percurso de ônibus. Para Maia, esta é uma estratégia para justificar e voltar com o valor rechaçado ainda em setembro de 2011, quando 30 mil pessoas foram às ruas em defesa do transporte público em Teresina.

   Ele chama a proposta de “falsa integração” por não interligar todos os bairros da cidade. O estudante critica a lógica de priorizar o lucro em prejuízo dos direitos da população. Sobre a questão, a sociedade civil organizada  defende a criação de uma empresa pública para gerir o transporte em Teresina, avaliado como precário.

   Ainda em 2011, o Fórum entrou junto ao Ministério Público Estadual (MPE) solicitando a auditoria das empresas locais de transporte. Após estudos, a conclusão foi que o valor é incompatível com a realidade social de Teresina, estabelecendo o limite de 1 real de 75 centavos para valor da passagem de ônibus.


Áudio: Leonardo Maia, do Fórum em Defesa do Transporte Público, descreve a ação repressiva da polícia do Piauí.

   Título original da matéria: Polícia age com violência contra manifestantes em Teresina
 
 
Fonte: http://agencianota.blogspot.com/