Mostrando postagens com marcador Literatura. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Literatura. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 28 de junho de 2016
quinta-feira, 9 de junho de 2016
LITERATURA
O Homem Anônimo
Amauri Marcondes
Em uma noite chuvosa, Carlos Alberto se depara com um objeto voador não identificado que desaba na frente do seu carro. Ao salvar o piloto, descobre que ele é um ET, que há muitos outros de raças diferentes vivendo no meio humano e nem todos são bons. Tem início uma grande mudança em sua vida pacata pois se vê envolvido com os ETs de uma forma que jamais imaginara.
SOBRE O AUTOR – Amauri Marcondes é paranaense e autodidata. Casado, pai de três filhos. Profissional da construção civil há mais de vinte anos, é fã de super-heróis e assíduo leitor de prosa literária e quadrinhos. Antenado nos acontecimentos do cotidiano, trabalhou duro durante os anos para desenvolver a arte da escrita que é o seu passatempo há alguns anos.
Para adquirir:
Faça um depósito de R$ 47,00 na seguinte conta:
Regina Maria Sperança
Caixa Econômica Federal
Agência 0568
Conta 38168-0
Envie-nos para o e-mail abaixo os dados do comprovante do depósito
e o nome do livro adquirido
livrairegina@gmail.com
Fonte: http://livrai-noscascavel.blogspot.com.br/2016/06/normal-0-21-false-false-false-pt-br-x.html
sábado, 4 de junho de 2016
LITERATURA
Raduan Nassar é o vencedor do Prémio Camões
É o 28.º autor, e o 12º brasileiro a receber aquele que é considerado o mais importante prémio literário destinado a autores de língua portuguesa.
1 / 2
Showing image 1 of 2
O Prêmio Camões 2016 foi nesta segunda-feira atribuído por unanimidade ao escritor Raduan Nassar, de 80 anos, o 12.º brasileiro a receber aquele que é considerado o mais importante prêmio literário destinado a autores de língua portuguesa. O júri sublinhou "a extraordinária qualidade da sua linguagem" e a "força poética da sua prosa"."Através da ficção, o autor revela, no universo da sua obra, a complexidade das relações humanas em planos dificilmente acessíveis a outros modos do discurso", justificou o júri, acrescentando que "muitas vezes essa revelação é agreste e incomoda, e não é raro que aborde temas considerados tabu". O júri realçou ainda "o uso rigoroso de uma linguagem cuja plasticidade se imprime em diferentes registos discursivos verificáveis numa obra que privilegia a densidade acima da extensão".
Com apenas três livros publicados – os romances Lavoura Arcaica (1975) e Um Copo de Cólera (1978) e o livro de contosMenina a Caminho (1994) –, a exiguidade da obra não impede que Raduan Nassar seja há muito considerado pela crítica um dos grandes nomes da literatura brasileira, ao nível de um Guimarães Rosa ou de uma Clarice Lispector.
Se a singularidade de Nassar lhe garantiu desde cedo um círculo de admiradores fiéis, e se os seus romances alcançaram algum sucesso internacional já na primeira metade dos anos 80, quando foram traduzidos para francês, espanhol e alemão, a popularidade da sua obra aumentou significativamente com a adaptação cinematográfica de Um Copo de Cólera, em 1999, numa realização de Aluizio Abranches, e de Lavoura Arcaica, em 2001, num filme de Luiz Fernando Carvalho.
Já este ano, Raduar Nassar foi um dos 13 escritores escolhidos para a longlist do Man Booker International Prize, com a tradução inglesa de Um Copo de Cólera, mas não chegou à lista de seis finalistas, que incluiu o angolano José Eduardo Agualusa.
Em Portugal, Raduan Nassar só começou a ser publicado em 1998, quando Um Copo de Cólera saiu na Relógio D'Água, que logo no ano seguinte editou também Lavoura Arcaica. No ano 2000, a Cotovia publicou Menina a Caminho e outros Contos.
Mas se a sua obra só chegou no final dos anos 90, o escritor visitou Portugal pouco após o 25 de Abril. Almeida Faria contou a história em 2014, na Festa Literária Internacional de Paraty. Corria o conturbado ano de 1975, quando o romancista português ouviu tocar a campainha da sua casa de Lisboa. À porta estava um jovem casal desconhecido. Perguntaram se podiam entrar e ele apresentou-se como escritor brasileiro. Trazia na mão um livro, Lavoura Arcaica, e disse ao escritor português: “Este meu livro saiu agora no Brasil, e como eu acho que ele deve muito ao seu livro A Paixão, quis vir oferecer-lhe o livro pessoalmente”. Faria e Nassar tornaram-se amigos desde então.
Nassar é conhecido pela extrema raridade das suas aparições públicas, o que veio conferir um peso particular à sua presença, junto de Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto em Brasília, a 31 de Março, num Encontro com Artistas e Intelectuais em Defesa da Democracia. "Os que tentam promover a saída de Dilma arrogam-se hoje, sem pudor, como detentores da ética mas serão execrados amanhã", afirmou então, citado pela Folha de S. Paulo. Embora o reconhecimento da qualidade do autor seja francamente consensual, esta sua recente intervenção vem também dar à sua escolha para o prémio Camões deste ano uma inevitável dimensão política.
Com um valor pecuniário de cem mil euros, o prémio foi anunciado ao fim da tarde no Hotel Tivoli pelo secretário de Estado da Cultura, Miguel Honrado, após a reunião do júri, que este ano incluiu a professora e ensaísta Paula Morão e o poeta e colunista Pedro Mexia, os professores universitários, críticos e escritores brasileiros Flora Süssekind e Sérgio Alcides do Amaral, e ainda o autor moçambicano Lourenço do Rosário, reitor da Universidade Politécnica de Maputo, e a ensaísta são-tomense Inocência Mata, atualmente radicada em Macau.
Um lado secreto
Raduan Nassar foi informado de que lhe tinha sito atribuído o prémio no valor de cem mil euros por Miguel Honrado. Ao telefone, ter-se-á mostrado “surpreendido e satisfeito”, contou ao PÚBLICO o presidente do júri, Sérgio Alcides do Amaral. “Ele é muito recluso, mas uma pessoa simples. Não é recluso por arrogância. Espero que possa ter um público maior agora”, sublinhou.
Fonte: https://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/-e-o-vencedor-do-premio-camoes-1733550
segunda-feira, 11 de abril de 2016
LITERATURA NEGRA
O lado negro da história: A trajetória dos personagens negros na literatura infantil e juvenil brasileira
Publicado em por Aline Carvalho
“Se eu sou mesmo afrodescendente, eu quero saber as histórias da África, porque mesmo que não apareça a moral, como nas fábulas, elas têm uma moral escondida que você aprende. Os heróis negros desses contos ajudam as pessoas a respeitar os outros, ensinam que ninguém vive sozinho, isolado. São todos um conjunto para combater o preconceito, a fome.” (Fonte: Geledés.org.br)
As palavras acima foram ditas por Gustavo, um garoto de 10 anos, estudante da rede pública de ensino do estado de São Paulo, em uma entrevista. Ele havia sido questionado sobre suas impressões acerca do Projeto Leituraço, que traz aos alunos contos e histórias africanas. Apesar da pouca idade, o menino Gustavo nos traz uma importante reflexão.
Num universo de lindas princesas com pele branca como a neve, lábios vermelhos como o sangue, cabelos pretos como o ébano ou loiros como o amanhecer, suntuosos castelos e príncipes montados em lindos cavalos brancos, como está sendo inserida na literatura infantil a imensa riqueza e beleza da cultura africana? Como têm sido contadas as histórias da África, e qual a importância e o papel dos professores educadores nesse aspecto?
A inserção de personagens negros nas histórias literárias voltadas ao público infantil no Brasil ocorre a partir do final da década de 20 e início da década de 30, durante o século XX. Num contexto histórico marcado pela recém-saída da escravidão, a representação da cultura negra por meio dos personagens das histórias infantis estava fortemente ligada a um retrato da condição “inferior” dos mesmos, a uma expressão de subalternidade. Em nenhuma das representações de personagens negros daquela época, os traços da cultura africana eram ressaltados ou citados de forma positiva – mas era evidenciado o fato de não saberem ler e eram retratados de modo pejorativo.
A partir do ano de 1975, surge uma preocupação por parte de alguns autores de representar a sociedade brasileira de outra maneira. Com isso, os personagens negros nas histórias infantis figuram com maior frequência, numa tentativa de introduzir a esse público assuntos até então não debatidos pela sociedade – muito menos por crianças e jovens –, como o preconceito racial.
A intenção original, no entanto, muitas vezes não conseguia ser alcançada. A preocupação em conscientizar acerca da discriminação recorrente nas vivências do cotidiano e a necessidade de mudar a forma de tratar esse outro terminavam por retroceder a representações que iam no sentido oposto. Ainda havia, naquele contexto, uma superioridade do homem branco com relação aos que antes eram cativos – apesar de agora livres, ainda eram vistos como menores. Os personagens mostravam que eram os brancos os detentores da beleza, da colocação social e das qualidades evidenciadas e que se deveria desejar possuir.
A partir da década de 1980, alguns livros iniciam o que mais tarde viria a ser uma ruptura com as antigas formas de inserir o negro e seus traços culturais nas histórias. Começam a entrar em cena a relutância em aceitar a discriminação, a necessidade de buscar uma identidade cultural até então negada, a possibilidade de exercer diferentes papeis na sociedade e de possuir uma cultura que deva ser valorizada.
Com outro olhar (e sem vendar os olhos), nos deparamos com as novas abordagens trazidas pela literatura contemporânea de um negro positivado e imerso em outros contextos sociais. No que se refere às novas formas de representação, Souza (2003) elenca os seguintes pontos: inserção de traços e símbolos da cultura afro-brasileira, das religiões de matrizes africanas, da capoeira, da dança e dos mecanismos de resistência; valorização da mitologia e das religiões como forma de ressignificação da ancestralidade e da tradição oral; ilustrações mais diversificadas. Os livros infantis e juvenis que trazem histórias da África ganham maior espaço no mercado editorial. Cito aqui algumas das obras que pertencem a essa nova forma de contar a África: Obax, um conto africano, escrito e ilustrado pelo brasileiro André Neves; Num tronco de Iroko vi a Iúna cantar, de Erika Balbino, ilustrado pelo grafiteiro Alexandre Keto; As tranças de Bintou, escrita por Sylviane A. Diouf; A cor da ternura, escrito por Geni Guimarães.
Sabemos que há ainda um longo caminho a ser percorrido. Mesmo com a crescente presença dos personagens negros, estes ainda se mostram escassos mediante a imensa valorização da cultura e interesses europeus, fazendo com que muitas obras apresentem em seu cerne histórias marcadas por uma representação estereotipada do negro. Apesar do aumento nas publicações, existe ainda um descompasso entre a quantidade de obras publicadas e o número de obras adotadas pelas escolas. Sabemos também que nem todas as histórias infantis e juvenis que abordam personagens negros os trazem a partir do mesmo viés que as obras citadas aqui, e entendemos que os parâmetros sociais nos quais estamos inseridos, infelizmente, ainda seguem padrões eurocêntricos – mas entendemos também que essas obras aqui trazidas nos fornecem modelos e nos abrem caminhos, por assim dizer, para algo muito maior que deve ser construído e disseminado pelo nosso país. E, principalmente, mostrado para as crianças negras no âmbito escolar – para que se identifiquem e se vejam com outro olhar, para que sintam orgulho da imensa riqueza cultural que carregam.
Fonte: https://cartografiasdainfancia.wordpress.com/2016/02/12/o-lado-negro-da-historia-a-trajetoria-dos-personagens-negros-na-literatura-infantil-e-juvenil-brasileira/
Colaboração: Clarice Lotterman
segunda-feira, 20 de julho de 2015
PARA ONDE VÃO AS BIBLIOTECAS QUANDO MORREMOS
Em um dos meus poemas preferidos, “Gato em apartamento vazio”, Wislawa Szymborska parte do ponto de vista de um gato, cujo dono morreu, para contar, de forma lancinante, uma pequena fábula de esperança destruída e de abandono. No início do poema, o bichano reclama“Morrer – isso não se faz a um gato”, pois, na sua visão arrogante da realidade, a morte do humano (ou humana) que lhe dava comida e carinho não foi autorizada. No entanto, a presunção vai cedendo a cada verso. Logo percebemos que o gato está com medo de ser abandonado, receio de permanecer vivo em um mundo onde falta a sua razão de ser. Por trás da valentia falsa das suas últimas declarações e o desejo – fingido – de pretextar irritação (“espera só ele voltar / espera ele aparecer. / Vai aprender, / que isso não se faz a um gato. / Para junto dele / como quem não quer nada, / devagarinho / sobre patas muito ofendidas. / E nada de pular ou miar no princípio.”), o gato sabe que a sua vida mudou desde a morte do dono e, agora, ele está vivendo a lembrança de um passado que não mais se repetirá.
É um poema triste e, se recordo dele, é por causa de uma pergunta que recentemente me fizeram: para onde vão as bibliotecas quando os seus donos morrem?
Não adianta manter ilusões, melhor enfrentar a realidade logo. Assim como o gato em luto pela perda do seu humano, as bibliotecas passarão por um tempo de silêncio. Sozinhas em casas desocupadas, dentro de ambientes escuros, elas esperarão um resgate que não vai chegar. É possível que os livros espiem a porta, imaginando que cada barulho na rua represente a chegada do leitor salvador, até o momento em que o pó acumulado nas lombadas e o silêncio sepulcral os convencerão de que ninguém virá buscá-los. De que o seu dono se foi, deixando para trás os livros juntados no decorrer de uma vida de trabalho e abnegação. Se culparão ou não a carne humana pela sua fraqueza, nunca saberemos. Incontestável é que aquela biblioteca, da forma com que foi originalmente concebida pelos gostos e caprichos de um ser humano, irá morrer.
Livros ocupam espaço, e uma biblioteca mais ainda. Nem todas as pessoas possuem o mesmo carinho ou apreço por eles. Aliás, não são poucas aquelas que os acham completamente supérfluos. Em breve, os interesses particulares das pessoas se incomodarão pela existência de uma série de livros dispostas de forma criptográfica em alguma prateleira, e será inevitável destruir tal organização. Os livros serão abruptamente separados, colocados em caixas ou sacolas e, então, descartados. Alguns serão vendidos, provavelmente por valores muito menores do que aqueles que poderiam valer, pois são “livros usados”. Outros serão doados, e quiçá algum encontre um leitor que irá preservá-lo e tratá-lo bem. Não poucos serão destruídos ou queimados. Depois de anos de construção sistemática, de encontros fortuitos em livrarias ou sebos, de ser disposta com paciência como as peças de um dominó, a biblioteca irá se desfazer como se nunca tivesse existido. Livros que andavam lado a lado serão divididos. Passarão a enfrentar a umidade e o calor excessivo, perderão páginas, irão se esmaecer e até mesmo ficarão velhos e sem serventia.
Um livro pode ser um objeto imortal, mas bibliotecas não são. No entanto, nunca morrem por completo, elas somente se redesenham e sobrevivem. Existe, ainda, uma forma deliciosa de “morte”, quando duas pessoas se amam e suas bibliotecas se combinam em uma alegre pororoca, encontrando livros repetidos, que deverão ceder espaço para somente um exemplar. Na soma de bibliotecas, existe também amor e perda.
Talvez não da forma com que as bibliotecas foram originalmente distribuídas, mas parte dos livros descartados encontrará outros donos e travará contato com outras visões de mundo espelhadas pelas prateleiras de lugares diferentes. Assim como na teoria da evolução de Darwin, somente alguns exemplares sobreviverão, e existe uma definição de livro clássico a nos espreitar nesta ideia: clássico é aquele livro que sobrevive apesar da morte das bibliotecas. Aquele cuja história faz com que ele se equilibre nas mais diferentes prateleiras, oscilando entre os mais opostos donos. Os livros clássicos são aqueles que melhor sobrevivem aos leitores; a ideia de permanência não se relacionaria com o drama humano exposto nas páginas, mas com a capacidade do livro de conseguir fugir da destruição inevitável que cerca cada objeto existente no planeta.
A ideia de que bibliotecas morrem e renascem várias vezes – inclusive por obra e graça do próprio dono, que descarta livros não mais necessários ou necessita fazer uma seleção de livros importantes acaso vá morar em um lugar menor – encontra paralelo com a visão de Sêneca. Para o filósofo romano, cada leitor pode escolher o livro que quiser e formar o próprio passado. A biblioteca não é algo fixo e invariável, mas uma referência fluida passível de ser alterada a qualquer momento, assim como o eram as genealogias na época de Roma. Em tal contexto, uma biblioteca nunca morrerá, mas viverá outras possibilidades de reinventar o passado dos seus leitores. Talvez o livro hoje comprado para um trabalho acadêmico, em outra encarnação da sua existência, seja o livro que declarará de forma sutil o amor trôpego de um adolescente para uma mulher mais velha e, em outra ainda, seja o primeiro livro degustado por um analfabeto de meia idade ou, então, o objeto necessário para apoiar uma mesa bamba.
Não quero deixar os meus livros perdidos como o gato de Szymborska, procurando o dono no apartamento deserto. Não acho justo que sejam condenados à diáspora assim que faltar o elemento que lhes dá liga, ou seja, eu mesmo. Algumas bibliotecas afortunadas são transferidas de forma integral para outra pessoa, que será capaz de lhes dar tanto carinho quanto o dono ausente, o que espero acontecer com a minha biblioteca pessoal, tanto que tomei providências neste sentido. Os meus livros são amigos que me ajudaram a ultrapassar problemas, fases da vida e muitas dúvidas, não é justo que os abandone depois da minha hora final. E, assim, retorno à resposta que dei para a pergunta do que acontece com as bibliotecas depois que seus donos morrem: elas explodem em livros, os quais, da mesma forma que sementes, darão início a novas bibliotecas. Esta é a verdadeira Biblioteca de Babel – a ideia de que não possuímos bibliotecas, mas são elas que possuem humanos a quem ajudam de vez em quando.
Fonte: http://literatortura.com/2015/07/para-onde-vao-as-bibliotecas-quando-morremos/
POR GUSTAVO CZEKSTER
Não sabe direito quem é. Pelas informações que recebeu por aí, é um ser humano, do gênero masculino e orientação heterossexual; dizem também que ele é advogado e escritor, autor de um livro de contos chamado "O homem despedaçado", lançado em 2011 pela editora Dublinense. Algumas pessoas acharam um blog que ele (supostamente) gerencia, chamado "O Homem Despedaçado" (www.homemdespedacado.wordpress.com). Ainda não tem uma opinião formada a seu respeito, mas espera um dia entender aquilo que é - daí virá aqui explicar.
sexta-feira, 11 de julho de 2014
LIVROS
Esta obra se destina aos insatisfeitos e indignados
Nesta obra coletiva, temas de interesse vital para educadores e trabalhadores
Para adquirir:
Faça um depósito de R$ 32,00 (postagem inclusa) na seguinte conta:Regina Maria Sperança
Caixa Econômica Federal
Agência 0568
Conta 38168-0
Envie-nos para o e-mail abaixo os dados do comprovante do depósito
e o nome do livro adquirido, com seu nome e endereço de correspondência
livrai_nos@ig.com.br
********************************************
Para adquirir:
Faça um depósito de R$ 20,00 (postagem inclusa) na seguinte conta:
Regina Maria Sperança
Caixa Econômica Federal
Agência 0568
Conta 38168-0
Envie-nos para o e-mail abaixo os dados do comprovante do depósito
e o nome do livro adquirido, com seu nome e endereço de correspondência
livrai_nos@ig.com.br
FONTE: http://livrai-noscascavel.blogspot.com.br/2014/07/esta-obra-se-destina-aos-insatisfeitos.html - ACESSO EM 07/2014
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
LITERATURA
Encontro de academias de letras reuniu 15 instituições em Toledo
O 8º Encontro Estadual das Academias de Letras do Paraná, realizado no último final de semana, dias 12 e 13 de outubro, no Salão de Inverno do Olinda Park Hotel, em Toledo, reuniu delegações de 15 instituições culturais de todo o Estado.
Entre as entidades representadas, estiveram as Academias de Letras de Curitiba, Cascavel, Maringá, Campo Mourão, Guarapuava, Paranavaí, Umuarama, Irati e Toledo, a Academia de Paranaense de Poesia, Centro de Letras do Paraná, Centro Paranaense Feminino de Cultura, União Brasileira de Trovadores – Seções de Curitiba e Maringá e Clube da Poesia de Toledo.
Participaram dos debates e outras atividades cerca de 60 escritores, poetas, jornalistas, professores e agentes culturais, na condição de dirigentes, membros e convidados das instituições inscritas, de diversas regiões do Estado.
Ao final do encontro, foram aprovados, por unanimidade, dois documentos dirigidos às autoridades estaduais e municipais, contendo reivindicações e posicionamentos em relação às questões culturais, além de propostas de ações dirigidas às próprias instituições.
Apoio de autoridades
O encontro foi aberto na manhã de sábado com exposição e feira de livros e sessão solene com participação de autoridades municipais e estaduais, entre as quais o prefeito Beto Lunitti, o deputado federal Dilceu Sperafico, o deputado estadual Elton Welter, o vereador Tita Furlan, o ex-prefeito Avelino Campagnolo e as secretárias municipais da Cultura e da Comunicação Social, Geni Fabris e Rosselane Giordani.
Entre os visitantes, a presidente da Academia Paranaense de Letras, professora e escritora Chloris Casagrande Justen e o presidente eleito da Academia de Letras, Artes e Ciências Guarapuava, ex-senador, ex-deputado federal, ex-deputado estadual, ex-prefeito e historiador Nivaldo Kruger.
Em suas manifestações, as autoridades e lideranças destacaram a importância do encontro e seus objetivos de difusão da cultura e da literatura, a integração entre as instituições, o intercâmbio de experiências bem sucedidas, o debate e encaminhamento de reivindicações, a valorização de autores paranaenses e a confraternização entre dirigentes e acadêmicos.
A programação da manhã de sábado foi concluída com palestras das secretárias Geni e Rosselane, sobre “A história, a estrutura e as atividades culturais da Capital da Cultura do Oeste do Paraná”, e relatos sobre projetos culturais especiais, voltados às crianças e adolescentes carentes, de bairros da cidade.
Palestras e debates
No período da tarde, houve palestras dos acadêmicos e escritores Marcelo Grondin Nadon, Moema Líbera Viezzer e Bruno Marcos Radunz, todos da ALT. Marcelo falou sobre “Toledo no início da colonização do Oeste do Paraná”, Moema, conselheira estadual de cultura, destacou a funções e atividades do colegiado, e Bruno, presidente da ALT, lembrou o lançamento do livro “Fernando Collor de Mello – o Mito”.
A programação prosseguiu com debates sobre os desafios de escrever, editar, divulgar e comercializar livros, nas pequenas e grandes cidades do Paraná e apresentação de projetos e iniciativas pioneiras ou inovadoras de academias, na promoção da literatura e da cultura em geral e no apoio a autores locais.
Foram também apresentadas propostas de intercâmbio entre as instituições e de ações conjuntas voltadas ao fortalecimento das academias de letras e poesia e iniciada a coleta e debate de proposições para a elaboração da Carta de Toledo, reunindo manifestações das instituições participantes.
A programação de sábado foi encerrada com jantar de confraternização, tendo porco assado no rolete no cardápio, seguido de Sarau do Clube da Poesia de Toledo e Show da Jovem Guarda, pelo acadêmico Chico Ramos, presidente da Academia de Letras e Artes de Paranavaí. Ao meio-dia, houve apresentações da poeta Roza de Oliveira e do pianista Júlio Enrique Gomez, ambos da Academia Paranaense de Poesia.
Documento e deliberações
A programação de domingo foi aberta com palestra do secretário de Estado da Cultura, Paulino Viapiana, prosseguindo com discussão e aprovação da Carta de Toledo, documento oficial do evento, contendo reivindicações das academias participantes ao poder público e propostas de ações individuais e conjuntas em benefício da literatura paranaense.
Entre as deliberações aprovadas estiveram a escolha da Academia de Letras de Paranavaí para organizar o 9º encontro estadual em 2014, a elaboração e divulgação de documentos dos eventos anuais, começando pela Carta de Toledo, o maior intercâmbio entre as instituições e apoio integral à reivindicação da academia de Guarapuava, sobre a construção do teatro da cidade.
As atividades foram concluídas com passeio pela cidade, em micro-ônibus do da Secretaria Municipal de Educação e almoço de encerramento do evento, com sorteio de brindes, especialmente obras literárias, entre os acadêmicos participantes do evento.
A promoção do encontro foi da Academia de Letras de Toledo (ALT), e Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), Campus de Toledo, com o apoio da Fundação Araucária e patrocínio da Fag/Fasul, Unimed Costa Oeste, Uniprime, Allmayer Supermercados e 2º Tabelionato Reis.
O 1º Encontro Estadual das Academias de Letras do Paraná foi realizado em 2000, em União da Vitória; o 2º em 2007, em Irati; o 3º em 2008, Cascavel; o 4º em 2009, em Maringá; o 5º em 2010, em Guarapuava; o 6º em 2011, em Campo Mourão; e o 7º em 2012, em Umuarama.
Documento final
“Carta de Toledo. Nós, abaixo assinados, participantes do 8º Encontro Estadual das Academias de Letras do Estado do Paraná, através das Academias de Campo Mourão, Cascavel, Curitiba, Guarapuava, Irati, Maringá, Paranavaí, Toledo, Umuarama, Centro de Letras do Paraná, Centro Paranaense Feminino de Cultura, Academia Paranaense da Poesia, Clube da Poesia de Toledo e União Brasileira de Trovadores - Seções de Curitiba e de Maringá, reunidos em Toledo, Paraná, nos dias 12 e 13 de outubro de 2013;
Considerando que: as entidades acima nominadas contribuem significativamente para o desenvolvimento da cultura e das artes no Estado do Paraná, realizando numerosas e importantes ações em suas áreas de atuação...
Propomos:
1. Para nossas entidades:
- Aprofundar e ampliar em nossos municípios as ações e projetos que já desenvolvemos: semanas literárias, concursos literários, recitais, saraus, oficinas permanentes e outros;
- Aprofundar e ampliar parcerias com outras entidades públicas e ou privadas para o desenvolvimento e aperfeiçoamento de nossas ações;
- Fortalecer os processos de publicações já existentes e estimular também o uso de publicações alternativas, incluindo as que possam destinar-se à distribuição ampla e gratuita;
- Estimular a realização de cursos sobre a Lei Rouanet com a finalidade de incentivar a propositura de projetos culturais nos diversos segmentos.
- Trabalhar a literatura com grupos da comunidade, nas ruas, praças, escolas, associações, comércio etc...
- Reforçar e ampliar o diálogo e intercâmbio entre as academias;
-Acompanhar as ações da Secretaria de Estado de Estado da Cultura, particularmente em relação à aplicação da política estadual da “Leitura do livro e da literatura”;
- Fazer de nossas Academias “semeadoras” de outras academias comprometidas com a cultura no Estado;
- Assumir o projeto “Academia vai à Escola”, contribuindo para a implementação da Lei 13.831/2002 – Crianças divulgando a história do Paraná.
2. No âmbito da gestão municipal:
- Estimular o Executivo e o Legislativo no sentido de promover a leitura de escritores locais nas escolas e demais setores da gestão pública municipal;
- Estimular a criação de espaço próprio para as publicações paranaenses e locais nas Bibliotecas Públicas Municipais, a exemplo do que já ocorre na Biblioteca Pública do Paraná;
- Impulsionar a publicação de obras literárias locais através de Fundo Municipal de Cultura.
3. No âmbito da gestão estadual:
- Dialogar com a Secretaria de Estado da Cultura, sobre a importância das academias de letras do Paraná e entidades culturais afins.
- Propor à Secretaria de Estado da Cultura, a publicação de uma coletânea anual das academias de letras do Paraná, editada pela Imprensa Oficial do Estado.
- Propor à Secretaria de Estado da Cultura a facilitação da aproximação das academias de letras e entidades afins com o Conselho Estadual da Cultura, particularmente com os setores culturais nele representados.
Concluindo: acreditamos que o crescimento e aprimoramento do ser humano passam também pelo desenvolvimento cultural em todos os sentidos, na literatura e nas artes, no natural exercício de comunicação nas mais diversas relações de convivência. Como acadêmicos e acadêmicas, temos a responsabilidade de zelar pelas letras e palavras, mas, sobretudo de fazer uso destes instrumentos em prol do ser humano e das transformações sociais. Toledo, 13 de outubro de 2013”.
segunda-feira, 22 de julho de 2013
LITERATURA, HISTÓRIA E MEMÓRIA
Evento XI SEMINÁRIO NACIONAL DE LITERATURA, HISTÓRIA E MEMÓRIA E II CONGRESSO INTERNACIONAL DE PESQUISA EM LETRAS NO CONTEXTO LATINO-AMERICANO
Event: ... 11th NATIONAL LITERATURE, HISTORY AND MEMORY SEMINAR AND 2nd INTERNATIONAL CONVENTION OF RESEARCH IN LANGUAGES AND LITERATURE IN THE LATIN AMERICAN CONTEXT
Evento: XI SEMINARIO NACIONAL DE LITERATURA, HISTÓRIA Y MEMÓRIA E II CONGRESSO INTERNACIONAL DE PESQUISA EM LETRAS NO CONTEXTO LATINO-AMERICANO
UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ – UNIOESTE
CENTRO DE EDUCAÇÃO, COMUNICAÇÃO E ARTES – CECA
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM LETRAS, ÁREA DE CONCENTRAÇÃO EM LINGUAGEM E SOCIEDADE, NÍVEL DE MESTRADO E DOUTORADO
COLEGIADO DA GRADUAÇÃO – LICENCIATURA EM LETRAS PORTUGUÊS/INGLÊS/ESPANHOL/ ITALIANO
PROMOVEM O EVENTO
XI
SEMINÁRIO NACIONAL DE LITERATURA, HISTÓRIA E MEMÓRIA E II CONGRESSO
INTERNACIONAL DE PESQUISA EM LETRAS NO CONTEXTO LATINO-AMERICANO
TEMA DA EDIÇÃO 2013: CONFLUÊNCIAS ENTRE LITERATURA, CULTURA E OUTROS CAMPOS DO SABER
TERCEIRA CIRCULAR (Reconfiguração do Cronograma)
PERÍODO DE REALIZAÇÃO: 27, 28 e 29 de novembro de 2013
LOCAL: Universidade Estadual do Oeste do Paraná - UNIOESTE – campus de Cascavel – PR
RESUMO:
O XI Seminário Nacional de Literatura, História e Memória e II
Congresso Internacional de Pesquisa em Letras no Contexto
Latino-Americano – Evento Nacional e Internacional – representa uma das
ações anuais do grupo de pesquisa: Confluências da Ficção, História e
Memória na Literatura. O seminário teve sua origem a partir das
discussões dos estudos do corpo docente e discente da área. Este
Seminário fortaleceu-se em suas atividades, instigando projetos de
pesquisa que integram docentes pesquisadores da Graduação, da
Pós-Graduação e respectivos orientandos. O grupo articula as linhas de
pesquisa: Literatura, história e memória; Literatura, cultura e ensino e
Linguagem literária e interfaces sociais: estudos comparados, esta
última faz parte das linhas de pesquisa do Programa de Pós-graduação Stricto Sensu
em Letras, área de concentração em Linguagem e Sociedade, nível de
Mestrado e Doutorado da UNIOESTE. O Seminário constitui-se como evento
permanente no Calendário Acadêmico das atividades científicas e
culturais do Colegiado do Curso de Letras – Português/Inglês/Espanhol/
Italiano e do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Letras. A
partir de 2010, o evento passou a ser realizado bianualmente, sendo
intercalado com encontros intermediários do grupo de pesquisa
Confluências da Ficção, História e Memória na Literatura. Este evento
tem como proposta propiciar à comunidade acadêmica e às instituições de
ensino do Paraná e demais Estados do Brasil e do Exterior, envolvidas
com as áreas de Letras, Linguística, Artes, História e Educação, espaços
de reflexão sobre as relações entre Memória, Literatura e História no
contexto latino-americano. O XI Seminário Nacional de Literatura,
História e Memória e II Congresso Internacional de Pesquisa em Letras no
Contexto Latino-Americano realizar-se-á nos dias 27, 28 e 29 de
novembro de 2013, na Unioeste – Campus de CASCAVEL – contemplando em sua
programação um conjunto de atividades acadêmicas, tais como a
realização de conferências, mesas redondas, simpósios temáticos,
palestras, apresentações culturais, sessões previstas para o diálogo
entre leitores e escritores, lançamentos de livros, periódicos
acadêmicos, que realizam a interlocução entre Memória, Literatura e
História.
SUBTEMAS:
Confluências da Literatura História e Memória na América Latina
Literatura, Culturas e Religiões
Literatura e Classe Social Política
Literatura, Centro e Periferia
Literatura, Identidades e Fronteiras
Leituras
da história pela ficção: Romance histórico, metaficção historiográfica,
romance de "fundo" histórico, história romanceada
Lírica - história, memória e identidade
Drama - história, memória e identidade
Literatura, Cinema e Memória
Música, pintura e outras artes
Processos de formação identitária e sua relação escritural
Historiografia e crítica literária
Literatura e escritas do eu
Literatura e Mídia
Literatura e Gênero
Poéticas do Imaginário e Memória
ÁREAS PARA APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS DE SIMPÓSIOS:
Linguística
Literatura
Línguas Estrangeiras
Prática de Ensino
Formação Docente
O evento conta com a seguinte programação:
27/11/2013: quarta-feira
Manhã:
- Credenciamento e entrega de material: 8h as 8h30min
8h:45min as 10h:30min – Local: Anfiteatro Arnaldo Busato/ Unioeste, campus de Cascavel/PR.
Mesa redonda – SUJEITOS, FRONTEIRAS E IDENTIDADES NA AMÉRICA LATINA
Profª Drª Carmen Santander (Universidad Nacional de Misiones - Argentina)
Prof. Dr. Paulo Sérgio Nolasco dos Santos (UFGD)
Profª Drª Rita Felix Fortes (Unioeste)
Intervalo 10h:30min as 10h:45min
10h:45min as 12h:30m - Local: Anfiteatro Arnaldo Busato/ Unioeste, campus de Cascavel/PR.
Mesa redonda – LITERATURA, HISTÓRIA E MEMÓRIA
Prof. Dr. Aleilton da Fonseca (Escritor – Universidade Estadual de Feira de Santana - UEFS)
Debatedor: Prof. Dr. Gilmei Francisco Fleck (Unioeste)
Tarde:
14h as 17h:30min
Simpósios - Local: Prédio – Letras – salas de aula – 1º piso.
18h – Local: Anfiteatro Arnaldo Busato/ Unioeste, campus de Cascavel/PR.
Atividades Culturais - Coord. Profª Drª Beatriz Helena Dal Molin (Unioeste)
Noite:
- Abertura oficial: 19h:15min
Local: Anfiteatro Arnaldo Busato/ Unioeste, campus de Cascavel/PR.
19h:30min
- Conferência com o Prof. Dr. João Wanderley Geraldi (Universidade Estadual de Campinas – IEL – UNICAMP)
TEMA – CONFLUÊNCIAS ENTRE LITERATURA E LINGUÍSTICA: ENCONTRO COM OUTROS CAMPOS E OUTROS SABERES
Mediador: Prof. Dr. Alexandre Ferrari Soares (Unioeste)
28/11/2013: quinta-feira
Manhã:
8h:30min as 10h:15min - Local: Anfiteatro Arnaldo Busato/ Unioeste, campus de Cascavel/PR.
Mesa redonda – LITERATURAS LATINO-AMERICANAS E ESTUDOS PÓS-COLONIAIS
Prof. Dr. Thomas Bonnici (UEM)
Profª Drª Ximena Antonia Díaz Merino (Unioeste)
Debatedor: Prof. Dr. Acir Dias da Silva (Unioeste/FAP)
Intervalo 10h:15min as 10h:30min
10h:30min as 12h:30min – Local: Anfiteatro Arnaldo Busato/ Unioeste, campus de Cascavel/PR.
Mesa redonda – LETRAMENTO LITERÁRIO NAS PERSPECTIVAS CONTEMPORÂNEAS
Profª Drª Gloria Kirinus (Escritora – Peru/Brasil)
Profª Drª Clarice Lottermann (Unioeste)
Debatedor: Prof. Dr. Antonio Donizeti da Cruz (Unioeste)
Tarde:
14h as 17h:30min
Simpósios - Local: Prédio – Letras - salas de aula – 1º piso.
18h
Atividades Culturais – Coord. Profª Drª Beatriz Helena Dal Molin (Unioeste)
– Local: Anfiteatro Arnaldo Busato/ Unioeste, campus de Cascavel/PR.
Noite:
19h:15min – Local: Anfiteatro Arnaldo Busato/ Unioeste, campus de Cascavel/PR.
SESSÃO - DIÁLOGOS ENTRE LEITORES E ESCRITORES
- Gloria Kirinus (Escritora – Peru/Brasil)
- Irina Ráfols (Escritora – Paraguai/Uruguai)
- María Rosa Lojo (Escritora – Argentina)
29/11/2013: sexta-feira
Manhã:
8h:30min as 10h:15min – Local: Anfiteatro Arnaldo Busato/ Unioeste, campus de Cascavel/PR.
Mesa redonda – IDENTIDADES E CULTURAS HÍBRIDAS NAS LITERATURAS LATINO-AMERICANAS
Profª Drª Zilá Bernd (UFRGS – Unilassale)
Prof. Dr. Paulo Astor Soethe (UFPR)
Profª Drª Lilibeth Zambrano (Universidad de Los Andes – UA – Merida – Venezuela )
Debatedora: Profª Drª Lourdes Kaminski Alves (Unioeste)
Intervalo 10h:15min as 10h:30min
10h:30min as 12h:30min – Local: Anfiteatro Arnaldo Busato/ Unioeste, campus de Cascavel/PR.
Mesa redonda – LITERATURA E FORMAÇÃO HUMANA: CONFLUÊNCIAS MULTIDISCIPLINARES
Prof. Dr. Claudinei Aparecido de Freitas da Silva (Filosofia – Unioeste)
Prof. Dr. Valdemir Miotello (Universidade Federal de São Carlos)
Prof. Dr. José Kuiava (Unioeste)
Debatedora: Profª Drª Regina Coeli Machado e Silva (Unioeste)
Tarde:
14h as 17h:30min
Simpósios - Local: Prédio – Letras – salas de aula – 1º piso.
18h Atividades Culturais - Coord. Profª Drª Beatriz Helena Dal Molin (Unioeste)
- Local: Anfiteatro Arnaldo Busato/ Unioeste, campus de Cascavel/PR.
Noite:
19h:15min – Local: Anfiteatro Arnaldo Busato/ Unioeste, campus de Cascavel/PR.
SESSÃO - DIÁLOGOS ENTRE LEITORES E ESCRITORES
- Adélia Maria Woellner (Escritora – Brasil)
- José Angel Cuevas Estivil (Escritor - Chile)
- Aleilton da Fonseca (Escritor – Brasil)
- Paulo Bungart Neto (Escritor – Brasil)
Mediadores: Lourdes Kaminski Alves e Acir Dias da Silva
PROPOSTAS DE SIMPÓSIOS
Número máximo de simpósios: 20
Número mínimo de participantes em cada simpósio: 10
Número máximo de participantes em cada simpósio: 20
Mínimo de 2 coordenadores para cada simpósio; máximo de 3.
Cada participante só poderá se inscrever em um simpósio.
Os participantes só devem efetuar o pagamento da inscrição, após o recebimento da carta de "aceite" dos coordenadores.
Em caso de ausência, a comunicação não poderá ser lida por colega.
APRESENTAÇÃO DAS PROPOSTAS
Envio
de propostas de simpósios ao XI Seminário Nacional de Literatura,
História e Memória e II Congresso Internacional de Pesquisa em Letras no
Contexto Latino-Americano: 23/07 a 23/08/2013.
Divulgação na homepage dos simpósios aprovados: 24/08/2013.
Período de envio de resumos aos coordenadores: 26/08 a 25/10/2013.
Divulgação na homepage das comunicações aprovadas: a partir 31/10/2013.
Envio das cartas de aceite das comunicações aprovadas para os simpósios: 04/11/2013.
Inscrição oficial e pagamento da taxa: de 05/11 a 22/11/2013.
Encerramento das inscrições para ouvintes: 27/11/2013.
Data limite para envio dos textos integrais aos coordenadores dos simpósios: 25/11/2013.
Divulgação da programação oficial do Congresso: 23/07/2013
Liberação dos Certificados aos participantes em todas as categorias: 06/12/2013.
Data limite para alterações e envio dos textos integrais para publicação nos Anais: 13/12/2013.
Publicação dos Anais do Congresso em formato digital, na homepage do evento: 20/12/2013.
VALORES DAS INSCRIÇÕES:
Público
|
Valor da Inscrição até
31/10/2013
|
Valor da Inscrição após
31/10/2013
|
Acadêmicos da Unioeste
|
R$ 15,00
|
R$ 20,00
|
Professores da rede pública e professores do PDE
|
R$ 20,00
|
R$ 25,00
|
Demais pesquisadores e outros interessados
|
R$ 30,00
|
R$ 35,00
|
Docentes da Unioeste
|
Isentos
|
OBS:
1 - A ficha de inscrição estará disponível, em breve, no site do evento.
2. Na
próxima circular, seguirão informações sobre Comissão Científica,
Comissões de apoio ao evento, normas para apresentação de propostas de
simpósios e normas para apresentação de comunicações nos simpósios.
3. O evento expedirá certificado com 45 h, conforme programação.
4 - Site do evento: www.seminariolhm.com.br
Para maiores informações entrar em contato via e-mail do evento: literaturahistoriaememoria@ gmail.com
COORDENAÇÃO GERAL
Prof. Dr. Antonio Donizeti da Cruz
Profª Drª Adriana Aparecida de Figueiredo Fiuza
Profa. Dra. Lourdes Kaminski Alves
Profª Drª Ximena Antonia Díaz Merino
Assinar:
Postagens (Atom)


