sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Marechal Cândido Rondon recebe mais de R$ 3 milhões em investimentos
Recursos viabilizados por Ademir Bier serão voltados para pavimentação e recapeamento asfáltico
Acompanhado do prefeito de Marechal Cândido Rondon, Moacir Luiz Froehlich, o deputado estadual Ademir Bier recebeu das mãos do secretário de Estado do Desenvolvimento Urbano, Cezar Silvestri, autorização para licitação de obras de pavimentação, recapeamento asfáltico, ciclovia e calçadas. O total do investimento no município é de R$ 3,1 milhões.
A assinatura aconteceu na última quarta-feira (15) no gabinete da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Urbano (Sedu), em Curitiba, e também contou com a presença do deputado Élio Rusch. As obras serão executadas próximo à entrada da cidade, na Av. Írio Jacob Welp, compreendendo uma área total de 50 mil metros quadrados de asfalto.
O projeto também prevê a reurbanização das vias, com a execução de mais de 7.500 metros quadrados de calçadas, 10 mil metros de meio fio, 2,3 quilômetros de ciclovias e ainda um trecho de recape asfáltico de 32,7 mil metros quadrados.
Os investimentos servirão para facilitar o acesso à cidade, bem como colaborar no desenvolvimento econômico do entorno.
Matelândia é incluída no programa estadual de recape asfáltico
O deputado estadual Ademir Bier participou na última quarta-feira (15), do ato de assinatura para liberação de recursos para dois municípios da região oeste.
Ao todo, foram dois milhões e cem mil reais, sendo R$ 700 mil para São Miguel do Iguaçu e R$ 1,4 milhões para Matelândia.
Estiveram presentes, além do deputado e do secretário de Estado do Desenvolvimento Urbano, Cezar Silvestri, os prefeitos Edson Primon (Matelândia) e Armando Polita (São Miguel do Iguaçu).
Entre as obras contempladas, destaque para a inclusão de Matelândia no programa de Recape Asfáltico do Governo do Estado.
Fonte : Assessoria
POESIA/Humberto Gessinger
Pra que tanta inteligência?
Pra que tanta emoção?
Qualquer coisa em excesso faz sucesso meu irmão
Quanta gente com certeza
Tanta gente sem noção
Em excesso até o fracasso faz sucesso por aí
E eu tenho fé na força do silêncio
Se as cores vão berrando no sol ensurdecedor
Fecho os olhos Outro mundo
Vou morar no interior
Transbordou a mesa ao lado
Um tsunami arrasador
Fecho os olhos Outro mundo
Vou morar no interior
E eu tenho fé na força do silêncio
A fé que me faz
Aceitar o tempo
Muito além dos jornais
E assim mergulhar no escuro
Pular o muro
Pra onda passar
Vi um punk na farmácia atrás de protetor solar
Baile funk no plenário
Ambulância quer passar
Futebol, mesa-redonda, exorcista, camelô
A onda agora é outra onda
Um tsunami arrasador
E eu tenho fé na força do silêncio
A fé que me faz
Aceitar o tempo
Muito além dos jornais
E assim mergulhar no escuro
Pular o muro
Pra onda passar
Pra que tanta emoção?
Qualquer coisa em excesso faz sucesso meu irmão
Quanta gente com certeza
Tanta gente sem noção
Em excesso até o fracasso faz sucesso por aí
E eu tenho fé na força do silêncio
Se as cores vão berrando no sol ensurdecedor
Fecho os olhos Outro mundo
Vou morar no interior
Transbordou a mesa ao lado
Um tsunami arrasador
Fecho os olhos Outro mundo
Vou morar no interior
E eu tenho fé na força do silêncio
A fé que me faz
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Pular o muro
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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
TST X Vigilantes do Peso
Turma começa exame de ação de orientadora dos Vigilantes do Peso demitida por engordar
Por Lourdes Tavares, TST
A Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho começou a julgar na última quarta-feira (8) o recurso de revista de uma ex-orientadora dos associados da empresa Vigilantes do Peso Marketing Ltda., demitida por justa causa por indisciplina porque engordou 20kg. Entre os pontos em discussão estão a razoabilidade ou abusividade da cláusula contratual que previa advertências e demissão se o peso ideal fosse excedido, discriminação, insubordinação ou impossibilidade da funcionária de cumprir a determinação de não engordar. O julgamento foi interrompido por pedido de vista do presidente da Turma, ministro Renato de Lacerda Paiva, quando a votação estava empatada em 1 a 1.
O relator do processo, ministro Guilherme Caputo Bastos, votou no sentido do não conhecimento do recurso da ex-empregada. Segundo ele, apesar das diversas advertências da empresa, a trabalhadora descumpriu a cláusula contratual de manutenção do peso ideal, caracterizando-se, assim, o ato de indisciplina e insubordinação a possibilitar a despedida por justa causa. Para o relator, a empresa, ao ter como orientadora de seus associados uma pessoa fora dos padrões exigidos, estaria "trabalhando contra si própria".
O ministro José Roberto Freire Pimenta, porém, abriu divergência. Para ele, a cláusula é abusiva e fere os direitos fundamentais da pessoa, pois não é razoável nem possível obrigar alguém a se comprometer a não engordar. Para o ministro, não foi provado que a trabalhadora descumpriu conscientemente a cláusula. "Essa empregada engordou porque quis?", provocou.
Por não ver, no caso, ato de indisciplina, seu voto foi no sentido de de conhecer e dar provimento ao recurso, afastando a justa causa. Se prevalecer esse posicionamento, a ex-orientadora receberá as verbas rescisórias devidas em situações de demissão sem justa causa, como a multa de 40% sobre os depósitos de FGTS. Além disso, o ministro Freire Pimenta propõe o deferimento de indenização por danos morais de R$ 20 mil.
O ministro Renato de Lacerda Paiva, presidente da Segunda Turma, pediu vistas para examinar melhor o caso. Na sua avaliação, a forma física dos orientadores dos Vigilantes do Peso é "um pressuposto de credibilidade" da empresa. Por outro lado, ele questiona se, após quase quinze anos na função, pode-se considerar o aumento de peso como ato de indisciplina, levando-se em conta idade e questões orgânicas que dificultam a perda de peso.
Sem discriminação
Contratada em janeiro de 1992, a orientadora foi demitida em novembro de 2006, com 59 anos. Segundo os autos, ela passou de 74 para 93,8 quilos. A empresa, em contestação ao pedido de descaracterização da justa causa e de indenização por danos morais, alegou que, como orientadores, seus empregados apresentam como requisito essencial perder peso com o programa de emagrecimento do Vigilantes do Peso, a fim de motivar o público.
Indeferido pela 46ª Vara do Trabalho de SP, o pedido também foi negado pelo Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (SP), para quem não houve demissão discriminatória que atentasse contra a dignidade da trabalhadora, nem violação ao Estatuto do Idoso. O Regional considerou que a exigência de se observar determinado peso é da própria natureza do trabalho desenvolvido por ela e pela empregadora. Aceitar o contrário, destacou o TRT/SP, "seria o fim da própria empresa, com o consequente descrédito da marca e da organização".
A Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho começou a julgar na última quarta-feira (8) o recurso de revista de uma ex-orientadora dos associados da empresa Vigilantes do Peso Marketing Ltda., demitida por justa causa por indisciplina porque engordou 20kg. Entre os pontos em discussão estão a razoabilidade ou abusividade da cláusula contratual que previa advertências e demissão se o peso ideal fosse excedido, discriminação, insubordinação ou impossibilidade da funcionária de cumprir a determinação de não engordar. O julgamento foi interrompido por pedido de vista do presidente da Turma, ministro Renato de Lacerda Paiva, quando a votação estava empatada em 1 a 1.
O relator do processo, ministro Guilherme Caputo Bastos, votou no sentido do não conhecimento do recurso da ex-empregada. Segundo ele, apesar das diversas advertências da empresa, a trabalhadora descumpriu a cláusula contratual de manutenção do peso ideal, caracterizando-se, assim, o ato de indisciplina e insubordinação a possibilitar a despedida por justa causa. Para o relator, a empresa, ao ter como orientadora de seus associados uma pessoa fora dos padrões exigidos, estaria "trabalhando contra si própria".
O ministro José Roberto Freire Pimenta, porém, abriu divergência. Para ele, a cláusula é abusiva e fere os direitos fundamentais da pessoa, pois não é razoável nem possível obrigar alguém a se comprometer a não engordar. Para o ministro, não foi provado que a trabalhadora descumpriu conscientemente a cláusula. "Essa empregada engordou porque quis?", provocou.
Por não ver, no caso, ato de indisciplina, seu voto foi no sentido de de conhecer e dar provimento ao recurso, afastando a justa causa. Se prevalecer esse posicionamento, a ex-orientadora receberá as verbas rescisórias devidas em situações de demissão sem justa causa, como a multa de 40% sobre os depósitos de FGTS. Além disso, o ministro Freire Pimenta propõe o deferimento de indenização por danos morais de R$ 20 mil.
O ministro Renato de Lacerda Paiva, presidente da Segunda Turma, pediu vistas para examinar melhor o caso. Na sua avaliação, a forma física dos orientadores dos Vigilantes do Peso é "um pressuposto de credibilidade" da empresa. Por outro lado, ele questiona se, após quase quinze anos na função, pode-se considerar o aumento de peso como ato de indisciplina, levando-se em conta idade e questões orgânicas que dificultam a perda de peso.
Sem discriminação
Contratada em janeiro de 1992, a orientadora foi demitida em novembro de 2006, com 59 anos. Segundo os autos, ela passou de 74 para 93,8 quilos. A empresa, em contestação ao pedido de descaracterização da justa causa e de indenização por danos morais, alegou que, como orientadores, seus empregados apresentam como requisito essencial perder peso com o programa de emagrecimento do Vigilantes do Peso, a fim de motivar o público.
Indeferido pela 46ª Vara do Trabalho de SP, o pedido também foi negado pelo Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (SP), para quem não houve demissão discriminatória que atentasse contra a dignidade da trabalhadora, nem violação ao Estatuto do Idoso. O Regional considerou que a exigência de se observar determinado peso é da própria natureza do trabalho desenvolvido por ela e pela empregadora. Aceitar o contrário, destacou o TRT/SP, "seria o fim da própria empresa, com o consequente descrédito da marca e da organização".
Processo: RR-2462-02.2010.5.02.0000
Pesquisa
Mulheres brasileiras nos espaços público e privado 2010
Posted: 13 Feb 2012 12:54 PM PST
A pesquisa Mulheres brasileiras e gênero nos espaços público e privado realizada em 2010 pela Fundação Perseu Abramo, por meio de seu Núcleo de Opinião Pública, e em parceria com o SESC, apresenta a evolução do pensamento e do papel das mulheres brasileiras na sociedade. Entre os temas abordados no estudo estão: Percepção de Ser Mulher:Feminismo e Machismo; Divisão Sexual do Trabalho e Tempo Livre; Corpo, Mídia e Sexualidade; Saúde Reprodutiva e Aborto; Violência Doméstica e Democracia, Mulher e Política.
A introdução do recorte de gênero é a grande inovação deste estudo que desta vez ouviu mulheres e homens sobre a situação da mulher brasileira. Os resultados podem ser comparados aos do estudo realizado pela FPA em 2001. Essa comparação aponta melhorias na situação da mulher, mas também comprova que há um longo caminho a percorrer na valorização e na inserção da mulher na sociedade.
A pesquisa foi realizada em agosto de 2010 e ouviu a opinião de 2.365 mulheres e 1.181 homens, com mais de 15 anos de idade, de 25 unidades da federação, cobrindo as áreas urbanas e rurais de todas as macrorregiões do país. O levantamento envolve a inclusão de 176 municípios na amostra feminina e 104 na masculina. A margem de erro da pesquisa é entre 2 e 4 pontos percentuais para mulheres e entre 3 e 4 pontos para os homens, em ambos o intervalo de confiança é de 95%.
Entre os temas abordados, a violência é o que chama mais atenção na comparação com a pesquisa anterior. Com relação à violência doméstica, em 2001, foram 12 modalidades abordadas; em 2010, foram 20. O tema Aborto foi mais aprofundado, entre os dados, estão os motivos que levaram muitas mulheres a terem abortado, como a falta de condições econômicas para ter um (ou mais de um) filho e a falta de uma relação estável e apoio do homem de quem engravidaram.
Seminários e livro A pesquisa será divulgada por meio de seminários presenciais e da publicação de livro com análises sobre dos resultados. Estão programados 10 seminários a serem realizados em dez capitais, contemplando todas as regiões brasileiras, entre os meses de abril e junho. O livro apresentará um extrato dos resultados e análises de especialistas, seguindo sistemática adotada nas demais pesquisas realizadas pela FPA - Juventude, Racismo, Homofobia e Mulheres. A FPA e o SESC estimam que a publicação seja viabilizada em 2011.
Clique aqui para baixar a pesquisa completa
A introdução do recorte de gênero é a grande inovação deste estudo que desta vez ouviu mulheres e homens sobre a situação da mulher brasileira. Os resultados podem ser comparados aos do estudo realizado pela FPA em 2001. Essa comparação aponta melhorias na situação da mulher, mas também comprova que há um longo caminho a percorrer na valorização e na inserção da mulher na sociedade.
A pesquisa foi realizada em agosto de 2010 e ouviu a opinião de 2.365 mulheres e 1.181 homens, com mais de 15 anos de idade, de 25 unidades da federação, cobrindo as áreas urbanas e rurais de todas as macrorregiões do país. O levantamento envolve a inclusão de 176 municípios na amostra feminina e 104 na masculina. A margem de erro da pesquisa é entre 2 e 4 pontos percentuais para mulheres e entre 3 e 4 pontos para os homens, em ambos o intervalo de confiança é de 95%.
Entre os temas abordados, a violência é o que chama mais atenção na comparação com a pesquisa anterior. Com relação à violência doméstica, em 2001, foram 12 modalidades abordadas; em 2010, foram 20. O tema Aborto foi mais aprofundado, entre os dados, estão os motivos que levaram muitas mulheres a terem abortado, como a falta de condições econômicas para ter um (ou mais de um) filho e a falta de uma relação estável e apoio do homem de quem engravidaram.
Seminários e livro A pesquisa será divulgada por meio de seminários presenciais e da publicação de livro com análises sobre dos resultados. Estão programados 10 seminários a serem realizados em dez capitais, contemplando todas as regiões brasileiras, entre os meses de abril e junho. O livro apresentará um extrato dos resultados e análises de especialistas, seguindo sistemática adotada nas demais pesquisas realizadas pela FPA - Juventude, Racismo, Homofobia e Mulheres. A FPA e o SESC estimam que a publicação seja viabilizada em 2011.
Clique aqui para baixar a pesquisa completa
Fonte: http://agencianota.blogspot.com/
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Doutorado em Agronomia
Programa de Pós-Graduação em Agronomia do campus da Unioeste de MCRondon terá sua primeira defesa de tese de doutorado hoje
O Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Agronomia – PPGA, do Centro de Ciências Agrárias da Universidade Estadual do Oeste do Paraná – UNIOESTE, que completou uma década de existência no ano passado, terá nesta terça feira, 14, a defesa da primeira tese de doutorado. Implantado em 2009 o curso de Doutorado é voltado para profissionais das Ciências Agrárias e afins, com estudos avançados e atividades de pesquisa relacionadas às áreas multidisciplinares do conhecimento da Produção Vegetal.
Segundo o coordenador do Programa, professor Dr. Vandeir Francisco Guimarães, pela manhã haverá uma solenidade para a qual foram convidados o Reitor da Unioeste, o Pró-Reitor de Pós-graduação, os diretores do Campus e de Centro, além de Coordenadores da Graduação, representantes da Seab e Emater , assim como o prefeito municipal de Marechal Cândido Rondon, Moacir Froehlich e o Secretário Municipal de Agricultura e Política Ambiental, Urbano Mertz.
Após a solenidade haverá uma palestra com o tema “CAPES: Critérios de Avaliação dos Programas de Pós-Graduação e Perspectivas para a Pesquisa e Pós-Graduação”, a ser proferida pelo professor doutor Rafael Pio, da Universidade Federal de Lavras e representante da CAPES.
Já a defesa da tese do doutorando Marcelo Angelo Campagnolo, está marcada para as 13hs. e 30 minutos, sendo a banca formada pelo orientador, professor doutor Rafael Pio, pela pesquisadora doutora Alessandra Maria Detoni, do IAPAR, pela professora doutora Fabíola Villa, e, ainda, pelos professores doutores Vandeir Francisco Guimarães e Cláudio Yuji Tsutsumi, todos do Centro de Ciências Agrárias da Unioeste.
Tendo como tema “Enraizamento de estacas, sistemas de poda e seleção de cultivares de amoras e framboesas para regiões subtropicais” a tese é a primeira a ser defendida desde a implantação do doutorado, que conta hoje com 34 alunos matriculados, dentre eles quinze bolsistas da CAPES e dois da Fundação Araucária.
Texto: Ana Maria de Carvalho
Comunicação Social
Unioeste – Campus de Marechal Cândido Rondon
13/02/2012
domingo, 12 de fevereiro de 2012
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