sábado, 17 de setembro de 2011

Arte Decorações


Alta produtividade em sistema plantio direto

Técnica aumenta teor de matéria orgânica do solo e deve estar aliada a insumos de qualidade na cultura do milho
























  • Para produzir 15 toneladas de milho por hectare, não basta simplesmente aumentar a quantidade de insumos. É preciso que os produtores utilizem os insumos de forma racional e balanceada, explorando ao máximo as diferentes tecnologias hoje disponíveis no mercado. Entre todas as tecnologias, medidas de manejo como o Sistema Plantio Direto e a Integração Lavoura-Pecuária crescem cada vez mais. No entanto, o uso de milhos Bt e o tratamento de sementes ganham força até mesmo quando o assunto é a sustentabilidade.
    Medidas para alcançar uma produção de 15 toneladas por hectare de milho em Sistema de Plantio Direto no Cerrado, ainda com baixo custo e de modo sustentável, foram apresentadas no 11º Encontro de Plantio Direto no Cerrado, que aconteceu entre os dias 23 e 25 de agosto, em Uberlândia, Minas Gerais.
    Segundo José Carlos Cruz, pesquisador da Embrapa Milho e Sorgo, a alta produtividade não tem sido conseguida de um ano para o outro, mas sim de forma gradual. Ele diz que esse é um processo através do qual o produtor vai aumentando seu conhecimento e o potencial produtivo do solo, obtendo assim ganhos sucessivos. Ele conta também que as áreas de alta produtividade têm em comum um manejo que prioriza a matéria orgânica do solo. Então, é importante que o produtor trabalhe com sistemas como o plantio direto e integração lavoura pecuária, aumentando o teor de matéria orgânica e a qualidade do solo.
    O produtor deve ainda gerenciar sua lavoura conduzindo as operações de campo em um tempo oportuno, através de máquinas e equipamentos adequados que existem atualmente no mercado, aumentando a precisão da agricultura e utilizando insumos de alta qualidade de forma racional e balanceada - afirma o pesquisador.
    Cruz explica que, com relação à cultura do milho, algumas tecnologias evoluíram rapidamente e que talvez a principal delas seja a semente. De acordo com ele, existem atualmente aproximadamente 500 cultivares diferentes disponíveis no mercado, sendo mais de 170 delas cultivares transgênicas, basicamente com tolerância às lagartas. Esse ano, já estão chegando ao mercado as cultivares transgênicas com resistência ao glifosato aplicado na pós-emergência. Além disso, a qualidade das sementes também melhorou bastante, como conta ele.
    Hoje, associado à melhor qualidade de semente, melhor qualidade de plantio e melhor controle de pragas e doenças, deve estar a utilização adequada de fertilizantes. No caso de altas produtividades, a absorção e exportação de nutrientes aumentam. Além disso, fazendo uma adubação nitrogenada adequada, não se descuidando de aspectos como os micronutrientes e época correta de plantio, o produtor de milho alcança altas produtividades com alta rentabilidade - garante.
    Aliando sustentabilidade
    Para o pesquisador, é praticamente impossível obter alta produtividade sem ser sustentável. Isso porque, segundo ele, para um produtor obter alta produtividade, ele precisa melhorar a qualidade da produção através do sistema de plantio direto com a quantidade de cobertura do solo adequada. Com isso, trabalha-se a sustentabilidade do meio. Quando o assunto é a utilização de insumos, Cruz afirma que ela deve ser a mais eficiente possível, o que está dentro dos princípios de sustentabilidade para ele.
    Já em relação ao controle de pragas, a utilização de milhos Bt tem ajudado muito em termos de sustentabilidade porque, antes da utilização de cultivares transgênicas, temos referências de regiões onde se aplicavam até 10 vezes inseticidas para controlar lagartas. Hoje, com os principais milhos Bt, não é preciso realizar nenhuma aplicação de inseticida para controle de lagartas, por exemplo. No entanto, é fundamental que se faça o controle de outras pragas - orienta.
    O pesquisador fala também sobre o tratamento de sementes, que para ele, também é uma prática sustentável, já que é dividida e localizada. No entanto, Cruz ressalta que os produtores devem tomar cuidado com o controle de doenças, muitas vezes é feito em regiões onde não é necessário.
    Para mais informações, basta entrar em contato com a Embrapa Milho e Sorgo através do número (31) 3027-1100.

    Fonte: http://www.midianews.com.br/?pg=noticias&cat=2&idnot=63167

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Berta Jóias e Relógios


Beto Richa e Elio Rusch confirmam: Batalhão de fronteira terá sede em MCRondon


                O Batalhão de Fronteira da Polícia Militar será sediado na cidade de Marechal Cândido Rondon, conforme assegurou na tarde desta quarta-feira (14) o deputado estadual Elio Rusch (DEMOCRATAS), vice-líder do governo na Assembleia Legislativa. A confirmação foi feita pelo governador Beto Richa durante cerimônia no Palácio das Araucárias, em Curitiba. O ato contou com a presença de secretários de estado, de integrantes do alto comando das polícias civil e militar, além de parlamentares e outras lideranças. A medida faz parte do Programa Paraná Seguro, lançado pelo governador Beto Richa no dia 16 de agosto, que prevê a contratação, num primeiro momento, de 2 mil policiais militares, remanescentes do último concurso, e de 695 policiais civis.
            A portaria assinada pelo governador Beto Richa determina que a sede do Batalhão de Fronteira seja construída na cidade de Marechal Cândido Rondon, “conforme disposto na Lei Estadual № 12.066, de 04 de fevereiro de 1998, de autoria do deputado Elio Rusch”.
            Segundo já havia anunciado o secretário estadual da Segurança Pública, Reinaldo de Almeida César, o Batalhão de Fronteira terá capilaridade por toda a região. Será um efetivo bem formado e treinado, com mobilidade e comunicação eficiente. “A região é estratégica e será sempre preocupação permanente formar um cinturão de proteção nos municípios que têm fronteiras com outros países”, explicou o secretário, na ocasião.
            Para o deputado Elio Rusch, “trata-se de uma aspiração antiga de toda a sociedade oestina, que tem sido vítima do assustador crescimento dos índices de criminalidade na região de fronteira, como reflexo do tráfico de drogas, armas e do contrabando”. Ele entende que a inércia dos últimos anos por parte do governo estadual na área da segurança foi um grande desrespeito para com a população.
            Recentemente, no mês de maio, por ocasião da instalação do Sub-grupamento do Corpo de Bombeiros, o deputado manteve conversações em Marechal Cândido Rondon com as mais altas autoridades da área de segurança do estado. Naquele encontro, Rusch aproveitou para relatar em detalhes os problemas enfrentados pela comunidade local e regional, reforçando a bandeira da instalação do batalhão.
            Para o parlamentar, “é louvável a sensibilização do governador Beto Richa em relação a essa questão, que resultou no anúncio oficial na tarde desta quarta-feira”. Rusch enfatizou, no final da cerimônia, em Curitiba, que “apesar do ceticismo de muitas pessoas, depois de muitos anos de luta, finalmente esta grande conquista está concretizada, com benefícios para todos os municípios lindeiros ao lago de Itaipu, com a certeza de que a segurança na região de fronteira está recebendo do estado a atenção que merece”.

Fonte: Assessoria

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Pesquisa investiga associação entre agrotóxicos e o mal de Parkinson




Estudos em andamento na Universidade Federal da Bahia (UFBA) podem comprovar aumento da quantidade de casos da Doença de Parkinson como consequência direta da exposição contínua a agrotóxicos.


   A pesquisa está sendo realizada pelo professor de medicina Hyder Aragão de Melo, na linha de investigação sobre Doenças Neurológicas do Envelhecimento. Segundo a pagina Ciência e Cultura, da própria universidade, relatos de pacientes e dados clínicos coletados têm evidenciado um “preocupante aumento dos casos da doença”.

   O campo de investigação é a cidade sergipana de Itabainana, que possui cerca de 85 mil habitantes. Na pesquisa, os pacientes são avaliados nas próprias casas ou em postos de saúde onde estão cadastrados.

   O professor Hyder enfatiza que a hipótese da pesquisa é que “haja maior numero de parkinsonianos entre aqueles que lidam diretamente com o agrotóxico, enquanto que áreas menos expostas a essas substâncias deverão ter menor incidência”.

   A pesquisa investiga se a incidência da Doença de Parkinson em pessoas acima de 60 anos está maior que 3%, taxa estimada pela Organização Mundial de Saúde (OMS). O Parkinson é uma doença degenerativa, tendo como principais sintomas o tremor, a rigidez muscular e a diminuição da velocidade de movimentos.

   Também chamam atenção de Hyder os impactos destas substâncias no solo, na água e nos alimentos que chegam à mesa da população. Para o professor, um dos méritos do estudo, no primeiro momento, é debater o problema de saúde pública.
 
Fonte:
Posted: 14 Sep 2011 03:52 AM PDT
http://sn144w.snt144.mail.live.com/default.aspx#!/mail/InboxLight.aspx?n=256275017!fid=1&fav=1&n=1360889321&mid=9542f647-df71-11e0-98c4-00215ad6e18a&fv=1

Ignácio de Loyola Brandão participa da Semana Literária do Sesc

A Semana Literária realizada pelo Sesc, recebe na noite desta quinta-feira (15), o escritor Ignácio de Loyola Brandão. O autor é contista, romancista e jornalista e já publicou cerca de 30 livros, entre romances, contos, crônicas e viagens, além de ter participado de várias antologias.

A palestra terá como tema "Inspiração existe? Crônica, Romance, Contos... Onde o autor vai buscar seus temas?" que será seguida de bate papo, onde o público poderá interagir com o autor.

O evento acontece a partir das 19h30, nas dependências do Salão de Eventos Preference - Rua Dom Pedro, 1233, em Marechal Cândido Rondon. A entrada é gratuita.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Orquestra de viola caipira e observação astronômica fecharam com chave de ouro evento cultural realizado na Unioeste/Rondon




Uma apresentação de viola caipira da Orquestra São Gonçalo e a observação astronômica da Lua cheia e do planeta Júpiter e suas luas no céu de Marechal Cândido Rondon, sob a orientação do acadêmico da Unioeste e astrônomo amador Luciano Egidio Palagano, fecharam com chave de ouro na noite de ontem o evento promovido pela direção geral do Campus rondonense da Unioeste no início desta semana, marcado também pela inauguração da quadra coberta e pelo recebimento de um micro ônibus.  
Segundo o diretor geral do campus (foto), professor doutor Davi Félix Schreiner, o objetivo foi, principalmente, fazer com que a comunidade acadêmica conhecesse o campus, não só no aspecto físico, com as visitações à Fazenda Experimental localizada na Linha Guará e |à área da Base Naútica de Entre Rios do Oeste onde estão sendo realizadas as obras para a ampliação do Núcleo de Estações Experimentais da Universidade, mas também no aspecto social e cultural.
“Muitos agentes universitários, acadêmicos e professores ainda não conheciam alguns dos vários ambientes que servem aos cursos do Campus. De outra parte, no aspecto cultural, a abertura dos espaços da universidade para manifestações artísticas da comunidade acadêmica e externa, através do projeto Arte por Fazer Arte na Universidade, significa um paradigma quanto à otimização e racionalidade na utilização da área física da instituição para atividades além do ensino, pesquisa e extensão, dentre elas a arte e a ciência”, diz o professor Davi Schreiner.
Ainda de acordo com o diretor do Campus rondonense da Unioeste, atingidos os objetivos com o evento, o projeto, que tem caráter permanente, continua com a apresentação semanal de curtas metragens nas terças-feiras à noite, durante o intervalo das aulas, além das apresentações musicais e exposições de artes ou temáticas, como a de Astrofotografia que permanecerá aberta à visitação pública e de estabelecimentos de ensino até o próximo dia 30 de setembro, na antessala da biblioteca do Campus.



Uma mostra e degustação de talentos culinários também fez parte da programação. 


 A apresentação da orquestra São Gonçalo empolgou os presentes na tenda armada no estacionamento do Campus.











 A observação astronômica é uma das atividades da Exposição de Astrofotografias que vai até o próximo dia 30.















Texto e Fotos: Ana Maria de Carvalho
Comunicação Social
Unioeste – Campus de Marechal Cândido Rondon

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Ah! Finalmente poesia!

Poema de Sete Faces (Carlos Drummond de Andrade)

Quando nasci, um anjo torto
desses que vivem na sombra
disse: Vai, Carlos! ser gauche na vida.

 As casas espiam os homens
que correm atrás de mulheres.
A tarde talvez fosse azul,
não houvesse tantos desejos.

O bonde passa cheio de pernas:
pernas brancas pretas amarelas.
Para que tanta perna, meu Deus, pergunta meu coração.
Porém meus olhos
não perguntam nada.

O homem atrás do bigode
é sério, simples e forte.
Quase não conversa.
Tem poucos, raros amigos
o homem atrás dos óculos e do bigode.

Meu Deus, por que me abandonaste
se sabias que eu não era Deus
se sabias que eu era fraco.

Mundo mundo, vasto mundo,
se eu me chamasse Raimundo
seria uma rima, não seria uma solução.
Mundo mundo vasto mundo,
mais vasto é meu coração.

Eu não devia te dizer
mas essa lua
mas esse conhaque
botam a gente comovido como o diabo.