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sábado, 21 de julho de 2018

ALEMANHA, CINEMA E CENSURA


FILMES PROIBIDOS NA ALEMANHA ORIENTAL

CRUCIAL PARA A ARTE


Em dezembro de 1965, teve lugar em Berlim a 11ª Sessão Plenária do Comitê Central do Partido Socialista Unificado da Alemanha (SED). Essa conferência do partido é considerada um dos marcos mais importantes da história cultural da República Democrática Alemã. Altos funcionários do partido se exaltaram com a “decadência” e o “ceticismo” na literatura e no cinema. A consequência foi uma onda de proibições.
“Somos todos escravos!” Essa frase está escrita em branco radiante na parede de uma fábrica em algum lugar em Berlim Oriental. Ela foi escrita por dois adolescentes cheios de raiva e frustração a respeito da burocracia reinante na empresa e da atitude paternalista dos colegas mais velhos. Mas sua revolta não se dirige apenas contra as circunstâncias sob as quais eles trabalham. A frase também vale para toda sua vida – uma vida marcada por ideologia, imposições do Estado e execução de planos socialistas. Isso tinha que acabar.

A cena faz parte de Berlin um die Ecke (Virando a esquina em Berlim, 1965), de Gerhard Klein e Wolfgang Kohlhaase, que foi, como todos os filmes da antiga Alemanha Oriental, produzido pela empresa cinematográfica pública Deutsche Film AG (DEFA). A cena era tão realista que poderia ter acontecido na vida real exatamente da mesma maneira. Para alguns funcionários do SED, o Partido Socialista Unificado da Alemanha, ela era até “realista” demais. Por causa dessa e de outras “cenas subversivas” que não glorificavam o cotidiano da Alemanha Oriental mas apontavam sem rodeios suas contradições e problemas, o filme Berlin um die Ecke foi proibido em meados de 1966. Sua estreia só aconteceu muitas décadas depois.

Trailer: „Spur der Steine“ | © DEFA-Stiftung, via youtube.com

Berlin um die Ecke 
não foi um caso isolado. Como resultado da 11ª Sessão Plenária do Comitê Central do SED, que entrou para a história da Alemanha Oriental sob a alcunha “Kahlschlag” (“desmatamento”), uma dúzia de filmes de ficção da DEFA foram proibidos ou tiveram sua produção paralisada. Entre eles, Spur der Steine (1966, direção: Frank Beyer), Karla (1965, direção: Herrmann Zschoche), Das Kaninchen bin ich (O coelho sou eu, 1965, direção: Kurt Maetzig) e Jahrgang 45 (Nascido em 45, 1966, direção: Jürgen Böttcher), alguns dos melhores filmes produzidos pela DEFA. A onda de proibições acabou de forma brutal com uma arrancada artística no cinema da Alemanha Oriental. Muitos dos filmes proibidos tinham em comum o desejo de contribuir para uma mudança: eles criticavam as condições sociais na Alemanha Oriental – não para acabar com o socialismo, mas para o “melhorar”. No entanto o ponto determinante para as proibições não foi apenas o tom subliminar de crítica social, mas também uma briga dentro da liderança do SED sobre como a Alemanha Oriental deveria se desenvolver no futuro.

ONDA DE PROIBIÇÕES

A 11ª Sessão Plenária teve consequências de longo prazo para o desenvolvimento da arte na Alemanha Oriental. Alguns romances e peças de teatro com críticas sociais não puderam ser publicados, numerosos artistas ficaram proibidos de exercer a profissão ou se apresentar publicamente. A DEFA foi particularmente atingida pelas repressões. Todos os filmes de ficção planejados na época foram inspecionados em relação a seus pontos de vista ideológicos. A onda de proibições durou até meados de 1966 e foi um dos grandes marcos da história do cinema da Alemanha Oriental. Nos anos seguintes, temas que continham crítica social só raramente puderam ser abordados. Os filmes proibidos permaneceram quase todos fora de circulação até 1989/90, quando a Alemanha Oriental foi dissolvida.

Enquanto a política de reformas teve grande ressonância entre a população, as tendências liberais foram controvertidas desde o início dentro da liderança do SED. Sobretudo a cultura mais liberal para os jovens, que se orientava por modelos ocidentais, constituía um problema para os funcionários dogmáticos do SED. O fato de muitos jovens da Alemanha Oriental se interessarem por beat music e fundarem algumas bandas muito populares, por exemplo, não foi tolerado por muito tempo. Os grupos beat foram proibidos, seus fãs, difamados como “arruaceiros” e tratados como delinquentes.

UM TRIBUNAL SIMBÓLICO


  • “Hände hoch oder ich schieße” (Hans-Joachim Kasprzik)© DEFA-Stiftung/ Wolfgang Ebert
    „Hände hoch oder ich schieße“ (Hans-Joachim Kasprzik)
  • “Fräulein Schmetterling” (Kurt Barthel)© DEFA-Stiftung/ E. Hartkopf, Rolf-Eckardt Rambow
    „Fräulein Schmetterling“ (Kurt Barthel)
  • “Der Frühling braucht Zeit” (Günter Stahnke)© DEFA-Stiftung/ Kurt Schütt
    „Der Frühling braucht Zeit“ (Günter Stahnke)
  • “Jahrgang 45” (Jürgen Böttcher)© DEFA-Stiftung/ Waltraut Pathenheimer
    „Jahrgang 45“ (Jürgen Böttcher)
  • “Das Kaninchen bin ich” (Kurt Maetzig)© DEFA-Stiftung/ Jörg Erkens
    „Das Kaninchen bin ich“ (Kurt Maetzig)
  • “Spur der Steine” (Frank Beyer)© DEFA-Stiftung/ Jörg Erkens
    „Spur der Steine“ (Frank Beyer)
  • “Karla” (Hermann Zschoche)© DEFA-Stiftung/ Eberhard Daßdorf
    „Karla“ (Hermann Zschoche)
  • “Berlin um die Ecke” (Gerhard Klein)© DEFA-Stiftung/ Heinz Wenzel
    „Berlin um die Ecke“ (Gerhard Klein)
  • “Wenn du groß bist, lieber Adam” (Egon Günther)© DEFA-Stiftung/ Kurt Schütt
    „Wenn du groß bist, lieber Adam“ (Egon Günther)
  • “Denk bloß nicht, ich heule” (Frank Vogel)© DEFA-Stiftung/ Jörg Erkens
    „Denk bloß nicht, ich heule“ (Frank Vogel)
  • “Der verlorene Engel” (Ralf Kirsten)© DEFA-Stiftung/ Peter Dietrich, Herbert Kroiss
    „Der verlorene Engel“ (Ralf Kirsten)
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A renúncia definitiva à política liberal para a cultura e a juventude foi finalmente selada pelo SED na 11ª Sessão Plenária do Comitê Central, de 15 a 18 de dezembro de 1965. Em seus discursos, altos funcionários como Erich Honecker, Paul Fröhlich e Paul Verner se exaltaram com o comportamento “imoral” da juventude da Alemanha Oriental. E, desde o início, a culpa foi colocada nos artistas. Com seu “ceticismo pequeno-burguês”, os escritores e cineastas difundiriam uma “cultura da dúvida” na Alemanha Oriental e incitariam os jovens à violência. Sobretudo os escritores Wolf Biermann, Werner Bräunig e Stefan Heym foram atacados na sessão plenária. Além disso, os filmes de ficção Denk bloß nicht, ich heule (1965), de Frank Vogel, e Das Kaninchen bin ich, de Kurt Maetzig, foram os alvos principais das críticas. Eles foram apresentados aos participantes como particularmente “nocivos” e difamados como “armações contrarrevolucionárias”.

A dura crítica à cultura veio a calhar para os funcionários dogmáticos do SED. Eles utilizaram as discussões com os artistas para se posicionar fundamentalmente contra todas as tendências liberais na Alemanha Oriental. A 11ª Sessão Plenária foi portanto um debate simbólico sobre o futuro desenvolvimento político da Alemanha Oriental, em que os críticos das políticas reformistas puderam se afirmar. Muitos dos argumentos apresentados contra os artistas eram meros pretextos: ambos os filmes da DEFA ainda não haviam sequer sido exibidos publicamente, não podiam portanto ter exercido nenhuma influência negativa sobre os jovens da Alemanha Oriental. Os textos de crítica ao sistema de Biermann ou Heym eram proibidos de ser publicados na Alemanha Oriental. O ponto principal para que eles fossen atacados como inimigos do partido na 11ª Sessão Plenária foi antes o fato de que eles haviam publicado suas obras no Ocidente. Para alguns funcionários do SED, isso representava uma “traição” ao socialismo.

ONDA DE PROIBIÇÕES

A 11ª Sessão Plenária teve consequências de longo prazo para o desenvolvimento da arte na Alemanha Oriental. Alguns romances e peças de teatro com críticas sociais não puderam ser publicados, numerosos artistas ficaram proibidos de exercer a profissão ou se apresentar publicamente. A DEFA foi particularmente atingida pelas repressões. Todos os filmes de ficção planejados na época foram inspecionados em relação a seus pontos de vista ideológicos. A onda de proibições durou até meados de 1966 e foi um dos grandes marcos da história do cinema da Alemanha Oriental. Nos anos seguintes, temas que continham crítica social só raramente puderam ser abordados. Os filmes proibidos permaneceram quase todos fora de circulação até 1989/90, quando a Alemanha Oriental foi dissolvida.

AUTOR

Andreas Kötzing é jornalista freelancer e historiador, além de dar aulas na Universidade de Leipzig e trabalhar como colaborador na pesquisas do Instituto Hannah Arendt de Dresden.
Tradução: Renata Ribeiro da Silva
Copyright: Goethe-Institut e. V., Internet-Redaktion
Dezembro de 2015

Fonte: https://www.goethe.de/ins/br/pt/kul/mag/20678775.html

terça-feira, 30 de agosto de 2016

RESTAUR'ART/DECORAÇÃO SUSTENTÁVEL








Ao reutilizar, reaproveitar um móvel ou qualquer outro objeto que estava indo para o lixo, você está deixando de contaminar, encher o planeta com seus resíduos. Seja ele um móvel, um vidro ou qualquer outro objeto. 
A Restaur'art trabalha com o conceito de que nada é totalmente descartável. Reutilizar, restaurar, reaproveitar. Esta é nossa ideia. De revitalizar, dar utilidade, prazer de ver vida e beleza ao que, parecia, não tinha mais nenhuma. 
Decore sua sua casa com objetos reciclados, reaproveitados, que viram arte, decoração sustentável É mais vida para o planeta! 
E para todos os seres vivos!

TUDO PODE VIRAR ARTE!





terça-feira, 10 de maio de 2016

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

RECICLAGEM



Reciclagem artesanal de pneus


A reciclagem de pneus já teve dias piores. Hoje podemos ver iniciativas interessantes, úteis e lucrativas para reinserir resíduos de borracha na cadeia produtiva. Porém, não podemos esquecer que a reciclagem artesanal tem um forte apelo de consciência ambiental. Para  aqueles que apreciam a reciclagem sendo usada de forma criativa, veja essas esculturas de pneus, que são verdadeiras obras de arte.

E  para fazer a alegria da garotada, brinquedos do Mercado Mundo Mix feitos de borracha.


Fonte: http://www.artereciclada.com.br/borracha/reciclagem-artesanal-de-pneus


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sexta-feira, 8 de agosto de 2014

FRIDA KAHLO



Siempre revolucionária nunca muerta, nunca inútil: a vida política de Frida Kahlo

 


Paula Cervelin Grassi

Ultimamente tenho escutado o alerta do quanto “Frida está pop”. Afirmação que ao ressoar em meu corpo, remete a associações e indagações. Uma das minhas primeiras reações é a lembrança do também “pop” Che Guevara. Surge assim a primeira questão: Frida Kahlo já se tornou um mito de consumo? Segundo Claúdio Carvalhaes, está há anos em curso (assim como em Che) o processo de esvaziar as referências políticas, culturais e revolucionárias de Frida para ficar palatável ao consumo regrado de beleza norte americano. Pergunto assim, a quem interessa que a memória de Kahlo não seja associada às suas opções políticas ou, quando exposta, de forma muito rasa. É comum citar que a artista tinha aspirações revolucionárias sem titulá-las ou, quando definidas, ligadas aos seus relacionamentos afetivos. Como se seu interesse político partisse ou fosse compreendido através da sua vida amorosa. Mas então, quais foram as referências políticas de Magdalena Carmen Frida Kahlo y Calderon Rivera? Quais os registros do seu interesse político e social?
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Uma primeira evidência das suas ideias políticas é sua opção pelo ano de nascimento. A artista nasceu em 6 de julho de 1907 em Coyoacán, Cidade do México, porém em seu diário afirma ter nascido em 1910, ano em que a Revolução Mexicana eclode. Para a pintora também: “La emoción clara y precisa que yo guardo de la Revolución mexicana fue la base para que a los 13 años de edad ingresara em La juventud comunista”.
Na Escola Nacional Preparatória, ao entrar em 1922, fará parte do Los Cachuchas, um coletivo político de afeição socialista.  Em 1925 se afasta da Escola após o acidente com o bonde que comprometeu sua saúde pelo resto da sua vida. Quando recuperada passa a frequentar reuniões e festas semanais do meio artístico e político e em 1928 filia-se ao Partido Comunista.
Casa-se em seguida com o também filiado, o muralista mexicano Diego Rivera. O pintor, no entanto, não foi seu único amor.  A artista ao longo da vida teve diversos relacionamentos, como com o então colega da Preparatória e líder estudantil Alejandro Gómez Arias, o líder comunista russo Leon Trotski, a cantora mexicana Chavela Vargas e o fotógrafo Nickolas Muray.
Na década de 30, ao acompanhar o trabalho artístico de Diego nos EUA, Frida expressou em cartas seu desgosto pelos “gringos”, certamente por conta do seu sentimento anti-imperialista. Em 1931 escreve para seu médico, o Dr. Eloesser:
A alta sociedade daqui me deixa muito desanimada, e sinto um pouco de raiva desses ricos daqui, já que vi milhares de pessoas na mais terrível miséria sem nada pra comer e sem lugar pra dormir, que é o que mais me impressionou aqui, é horrível ver esses ricos dando festas dia e noite enquanto milhares e milhares de pessoas morrem de fome. (…) os norte-americanos não tem um pingo de sensibilidade.
Outro aspecto a ser destacado foram suas percepções do movimento surrealista. Apesar da aproximação, Frida fará diversas críticas ao movimento. Ao final de sua vida em 1952, a artista esclareceu que:
Alguns críticos tentaram me classificar como surrealista; mas eu não me considero surrealista. (…) Eu detesto o surrealismo. Pra mim, parece uma manifestação decadente de arte burguesa. (…) Eu quero que minha obra seja uma contribuição para a luta das pessoas em seu esforço pela paz e a liberdade.
Possivelmente “a obra mais surrealista de Frida seja o diário que ela manteve de meados de 1944 até sua morte”, através de seus desenhos, montagens de objetos, cores e palavras espalhadas. Nas páginas é perceptível a crença ao marxismo. Em 1947, escreve:
La revolución es la armonía de la forma y del color y todo está, y se mueve, bajo uma sola ley – la vida -
Nadie está aparte de nadie
Nadie lucha por si mismo.
Todo es todo y uno.
Suas referências políticas aparecem escritas junto do símbolo comunista – a foice e o martelo – desenhado por volta de 1953:
Dias antes de falecer, Frida Kahlo, já tomada pela pneumonia, participou de um ato contra a deposição, patrocinada pela CIA, do presidente da Guatemala.
Todos esses fatos e expressões são apenas alguns dos aspectos da vida da pintora regada da dimensão política. Há uma infinidade de tantas outras questões que necessitam ser conhecidas e aprofundadas. Seu apego às raízes indígenas, ao povo mexicano e a cultura pré-colombiana; sua dedicação ao marxismo expressa em suas pinturas; sua quebra no padrão burguês estético da época através de suas obras, seu corpo e seu vestidotehuana; sua ajuda às vítimas da guerra civil espanhola; sua caminhada docente ao acreditar numa educação baseada no conhecimento dos saberes das pessoas e na justiça social.
Suas convicções políticas e quebras de padrões foram manifestadas através de uma linguagem irônica e de uma estética de cores e formas presentes nas suas pinturas e no seu vestuário. Expressões de contestação marcadas pela criatividade, subjetividade, irreverência e autenticidade.
O conjunto de todos esses aspectos somado as suas outras manifestações, especialmente artísticas, tornaram Kahlo uma mulher e artista singular. Uma experiência de incômodo e ruptura frente aos modelos tradicionais de feminilidade e ao sistema econômico hegemônico. Que sua memória de libertação a todas/os nós cesse as narrativas da sua vida construídas pelos interesses patriarcais–capitalistas. Por uma Frida Kahlo protagonista, criativa, política, autêntica e desobediente!

*Paula Cervelin Grassi é Graduada em Licenciatura em História pela Universidade de Caxias do Sul, artesã e militante da Marcha Mundial das Mulheres/RS.

Fonte: http://jornalismob.com/2014/07/31/siempre-revolucionaria-nunca-muerta-nunca-inutil-a-vida-politica-de-frida-kahlo/ Acesso em 08/08/2014

 

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Programação do projeto Arte por Fazer Arte na Universidade para 2012 foi aberta oficialmente no campus da Unioeste de Marechal Rondon na manhã de hoje




O projeto tem o objetivo de evidenciar o potencial artístico, cultural e educativo, existente na comunidade acadêmica, ao mesmo tempo em que coloca à disposição os espaços físicos do campus para os talentos da região de sua abrangência. nas mais variadas áreas da cultura e do ensino.

Criado em 2011, o projeto Arte por Fazer Arte na Universidade visa, antes de tudo, colocar os espaços da universidade à disposição para as produções artísticas e também o que se produz nas várias áreas do conhecimento existentes na universidade, ao mesmo tempo em que abre os espaços físicos da instituição para as mais diversas  produções artísticas da comunidade externa.
Atualmente, através do projeto, o campus da Unioeste de Marechal Cândido Rondon sedia duas exposições, instaladas no hall de entrada do prédio administrativo, na sala anexa à biblioteca e nos ambientes internos da mesma, assim como sedia apresentações musicais diversas, a exemplo da que acontece nesta quarta-feira, na abertura oficial do projeto, que traz a violonista rondonense Graciela Bier .
Cumprindo o seu objetivo, uma das exposições, instalada nas dependências da Biblioteca do campus e denominada Cotidianos – Uma visão tridimensional, é de arte francesa, de autoria da artista plástica rondonense Neusa Kikue Numa Kussaba.
Formada em Matemática e Direito e ex-funcionária do Banco do Brasil, Neusa é Delegada da Caixa de Assistência dos Advogados – subseção de Marechal Cândido Rondon e integrante do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher, além de voluntária da Organização Não Governamental Arca de Noé.
Talentos da Unioeste é o título da outra exposição, instalada na sala anexa, que reúne produções artesanais de quase duas dezenas de agentes universitários do campus da Unioeste de Marechal Cândido Rondon, que, através do projeto, estão tendo a oportunidade de colocar à mostra para a comunidade acadêmica, e à sociedade rondonense em geral, suas habilidades e talentos.
O ato oficial de abertura da programação para 2012, realizado na manhã de hoje no hall externo da biblioteca do campus da Unioeste de Marechal Cândido Rondon, contou com a presença do prefeito municipal Moacir Luiz Froehlich e da secretária municipal de Cultura, Carmem Borzatto, do diretor de Extensão e Cultura Wanderlei dos Anjos que representou o reitor da Universidade e o Pró-reitor de Extensão da Unioeste, do Gerente Executivo do SESC – Unidade de MCRondon , Gilberto Mensato, além da secretária administrativa do campus Maria Rejanete Bienert Seibert que representou o diretor geral do campus Paulo José Koling, além dos expositores.
A partir do mês de maio, na sequência da programação do projeto, outras mostras e exposições, reunindo trabalhos e acervos dos cursos e laboratórios da instituição, e de artistas da comunidade rondonense, estarão abertas ao público. 

Fonte: ACS/Campus de MCRondon 
Fotos: Ana Maria de Carvalho

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Orquestra de viola caipira e observação astronômica fecharam com chave de ouro evento cultural realizado na Unioeste/Rondon




Uma apresentação de viola caipira da Orquestra São Gonçalo e a observação astronômica da Lua cheia e do planeta Júpiter e suas luas no céu de Marechal Cândido Rondon, sob a orientação do acadêmico da Unioeste e astrônomo amador Luciano Egidio Palagano, fecharam com chave de ouro na noite de ontem o evento promovido pela direção geral do Campus rondonense da Unioeste no início desta semana, marcado também pela inauguração da quadra coberta e pelo recebimento de um micro ônibus.  
Segundo o diretor geral do campus (foto), professor doutor Davi Félix Schreiner, o objetivo foi, principalmente, fazer com que a comunidade acadêmica conhecesse o campus, não só no aspecto físico, com as visitações à Fazenda Experimental localizada na Linha Guará e |à área da Base Naútica de Entre Rios do Oeste onde estão sendo realizadas as obras para a ampliação do Núcleo de Estações Experimentais da Universidade, mas também no aspecto social e cultural.
“Muitos agentes universitários, acadêmicos e professores ainda não conheciam alguns dos vários ambientes que servem aos cursos do Campus. De outra parte, no aspecto cultural, a abertura dos espaços da universidade para manifestações artísticas da comunidade acadêmica e externa, através do projeto Arte por Fazer Arte na Universidade, significa um paradigma quanto à otimização e racionalidade na utilização da área física da instituição para atividades além do ensino, pesquisa e extensão, dentre elas a arte e a ciência”, diz o professor Davi Schreiner.
Ainda de acordo com o diretor do Campus rondonense da Unioeste, atingidos os objetivos com o evento, o projeto, que tem caráter permanente, continua com a apresentação semanal de curtas metragens nas terças-feiras à noite, durante o intervalo das aulas, além das apresentações musicais e exposições de artes ou temáticas, como a de Astrofotografia que permanecerá aberta à visitação pública e de estabelecimentos de ensino até o próximo dia 30 de setembro, na antessala da biblioteca do Campus.



Uma mostra e degustação de talentos culinários também fez parte da programação. 


 A apresentação da orquestra São Gonçalo empolgou os presentes na tenda armada no estacionamento do Campus.











 A observação astronômica é uma das atividades da Exposição de Astrofotografias que vai até o próximo dia 30.















Texto e Fotos: Ana Maria de Carvalho
Comunicação Social
Unioeste – Campus de Marechal Cândido Rondon

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Unioeste/Rondon recebe veículo e inaugura quadra poliesportiva coberta



Programação do projeto Arte por Fazer Arte na Universidade continua hoje com exposições e apresentações culturais e de cinema

A inauguração da quadra poliesportiva coberta e a entrega de um micro ônibus foram os pontos altos do dia de abertura do evento que está sendo realizado no campus da Unioeste de Marechal Rondon e que reúne ainda exposições de fotografias e de jardins, assim como outras apresentações culturais.
As atividades fazem parte do projeto Arte por Fazer Arte na Universidade que é uma iniciativa da direção geral do Campus no sentido de abrir espaço e promover as mais variadas formas de manifestações artístico culturais, locais e regionais, e de membros da comunidade acadêmica ou externa, que já vêm mostrando suas produções e talentos nos espaços da Universidade desde junho deste ano.
Na noite de hoje, terça-feira, a Orquestra São Gonçalo encerra o evento que conta ainda com exposições fotográficas e de talentos culinários. Segundo o diretor do campus rondonense da Unioeste, Davi Schreiner, que anunciou nesta segunda-feira uma série de recursos para o campus rondonense da instituição, o crescimento da Unioeste e, mais especificamente do campus de Marechal Rondon, em termos físicos e de verticalização do ensino, é uma conquista de acadêmicos, professores e dos agentes universitários, que não medem esforços no sentido de valorizar e incentivar os talentos humanos que fazem parte da comunidade acadêmica.


 A apresentação do grupo folclórico infantil Lota Carlota encantou a todos na abertura do evento











 A solenidade de inauguração da quadra poliesportiva teve a presença de autoridades municipais e do magnífico reitor da Unioeste Alcebíades Orlando.









Nas dependências da biblioteca a exposição fotográfica Selene: nossa companheira de todas as noites conta com 21 fotografias do último eclipse lunar feitas a partir de telescópio instalado em Marechal Cândido Rondon. 





O micro ônibus da marca Mascarello, com capacidade para 25 passageiros, foi adquirido pelo campus por R$ 165 mil, financiados pelo Convênio nº 031/2008 - MEC/SESu-UNIOESTE, previsto no Projeto: "Aquisição de Veículo Automotor para transporte coletivo para a UNIOESTE - Campus de Marechal Cândido Rondon", referente a emenda parlamentar nº 36450005 do deputado federal Dr. Rosinha (R$ 120 mil) e contrapartida do Campus (R$ 45 mil).

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Movimento cultural

Inaugurações, visitações e apresentações culturais  marcam evento na Unioeste/Rondon

Exposições de fotografias e de jardins, apresentações musicais e de cinema, além de inaugurações e uma agenda de visitação aos diversos ambientes do campus da Unioeste de Marechal Cândido Rondon marcarão um grande evento que será realizado nestes dias 12 e 13 de setembro, voltado para a comunidade acadêmica e para a população em geral.
As diversas atrações acontecem através do projeto Arte por Fazer Arte na Universidade, uma iniciativa da direção geral do campus cujo objetivo é abrir espaço e promover as mais variadas formas de manifestações artístico culturais locais e regionais, e de membros da comunidade acadêmica ou externa, que queiram mostrar suas produções nos espaços da Universidade.
Na programação para os dias 12 e 13 constam duas exposições de fotografias - uma delas com imagens do próprio campus e, outra, de Astrofotografia, além de apresentações musicais, de grupos folclóricos e de cinema, sendo que estas serão realizadas no Tribunal do Juri, do campus.

Inauguração

Na segunda-feira, 12, as atividades iniciam as 09:30 horas com a solenidade de entrega do micro ônibus da marca Mascarello, com capacidade para 25 passageiros, adquirido pelo campus por R$ 165 mil, financiados pelo Convênio nº 031/2008 - MEC/SESu-UNIOESTE, previsto no Projeto: "Aquisição de Veículo Automotor para transporte coletivo para a UNIOESTE - Campus de Marechal Cândido Rondon", referente a emenda parlamentar nº 36450005 do deputado federal Dr. Rosinha (R$ 120 mil), e contrapartida do Campus (R$ 45 mil).
Também no dia 12, acontece a inauguração da quadra poliesportiva coberta com 1574,10 m², financiada com recursos da Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior – Fundo Paraná (R$ 340 mil) e recursos próprios do Campus (cerca de R$ 300 mil). A solenidade está prevista para as 19:30 horas com a presença de autoridades e comunidade acadêmica.
Outros pontos altos da programação são as visitações de servidores e acadêmicos aos vários ambientes do Campus, em Marechal Cândido Rondon e Entre Rios do Oeste e as apresentações musicais da banda rondonense Norma Culta, na noite de segunda-feira, e, da Orquestra São Gonçalo, que encerra o evento na noite de terça-feira, dia 13.

Convite à todos

Para o diretor do Campus rondonense da Unioeste, professor doutor Davi Félix Schreiner, “o evento consiste numa excelente oportunidade não só para os acadêmicos e servidores conhecerem melhor nossos ambientes e nossos talentos, como também para toda a comunidade local e regional se integrar e saber o que acontece dentro da Universidade. Sintam-se todos convidados!”



Fonte: Comunicação Social
Unioeste – Campus de Marechal Cândido Rondon