domingo, 15 de abril de 2012

Professor João José Bigarella profere palestra hoje à noite na Unioeste/Rondon




Geologia e Geomorfologia do oeste do Paraná sob a perspectiva da Tectônica de Placas será o tema abordado pelo geólogo

Acontece hoje à noite, no campus da Unioeste de Marechal Cândido Rondon, uma palestra com o professor doutor João José Bigarella, a convite do Colegiado do curso de Geografia e do GEA – Grupo Multidisciplinar de Estudos Ambientais. O pesquisador, que é geólogo e engenheiro químico, falará sobre Geologia e Geomorfologia do Oeste do Paraná sob a perspectiva da Tectônica de Placas à partir das 19:15 hs.
O tema interessa não só aos acadêmicos do curso de Geografia, mas também aos professores que ministram a disciplina, visto que o professor Bigarella, além de ser um renomado professor universitário, tem mais de 200 artigos técnicos e científicos publicados em diversos países, principalmente no campo da Geologia.
Um dos primeiros defensores da proteção do meio ambiente, muito antes de a ecologia tornar-se um assunto relevante, Bigarella foi professor da Universidade Federal do Paraná e, atualmente atua como professor visitante na Universidade Federal de Santa Catarina.
As principais áreas de atuação do professor Bigarella são os estudos sobre a movimentação dos continentes, a revisão global dos depósitos eólicos ou dunas, tanto recentes como antigos, na Bacia do Paraná e a geologia e geomorfologia do quartenário brasileiro.
As inscrições podem ser feitas antecipadamente na secretaria financeira do campus de Marechal Cândido Rondon ou no local com um custo de apenas R$ 5,00.

Quadrinhos - Calvin e Hobbes

Fonte: Depósito do Calvin  ( http://depositodocalvin.blogspot.com.br/ )

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Caros Amigos lança coleção sobre a ditadura civil-militar no Brasil





Por NPC

   A revista Caros Amigos preparou doze números de uma coleção intitulada A Ditadura Militar no Brasil, que tem como objetivo mostrar episódios e personagens da história do Brasil a partir do ponto de vista da esquerda e dos trabalhadores. Ou seja: a ideia é apresentar uma visão diferente da que normalmente se encontra em trabalhos publicados por editoras grandes de revistas e jornais. Isso porque, além de defenderem a elite econômico-financeira que sempre teve o poder, foram essas editoras grandes que apoiaram vigorosamente o golpe de Estado que inaugurou a ditadura civil-militar que durou 21 anos, de 1964 a 1985. Juntamente com a edição da revista de número 12, será oferecida aos leitores, nas bancas e livrarias, a capa dura para aqueles que desejarem encadernar os fascículos, formando um livro.

   O primeiro número trata da noite do golpe. Depois vêm os antecedentes do Golpe; o governo Jango (1961-1964); o governo Castelo Branco (1964-1967); o governo Costa e Silva (1967-1969); o governo Médici (1969-1974) - o milagre, a tortura e o terror total; o governo Geisel (1974-1978) -  o fim do milagre, a extinção da luta armada e a abertura; e o governo Figueiredo (1979-1985), com o término oficial da ditadura. 
 
Posted: 11 Apr 2012 12:57 PM PDT
Fonte: http://agencianota.blogspot.com.br/search/label/Direitos%20Humanos

sábado, 7 de abril de 2012

CFC Nacional - Feliz Páscoa


O Dia do Jornalista – pra que(m) serve o teu jornalismo?


Nesse sábado, 7 de abril, comemora-se o Dia do Jornalista. O jornalismo, como qualquer profissão ou qualquer ferramenta, pode ser usado para o bem e para o mal. Então qual jornalista deve ser homenageado e qual deve ser lamentado e repudiado? Esta é uma formulação mais individualizada de uma questão fundamental para o exercício do jornalismo: para quem serve o trabalho que desenvolves?
Não há neutralidade em qualquer setor da vida, em qualquer ação. A neutralidade está ainda mais distante quando falamos de jornalismo. Retratar a sociedade que está à nossa volta é necessariamente agir sobre a sociedade que virá a seguir. A mídia tem o poder de construir e reconstruir a realidade através da visão dos jornalistas e das empresas de comunicação. É através da mídia que a sociedade enxerga a si mesma, é através da informação que ela existe efetivamente.
Como a escola e a família – e, cada vez em menor medida, a igreja – a mídia forma a personalidade dos indivíduos desde a primeira infância, onde os sons e imagens transmitidos pela televisão às vezes são mais presentes do que os próprios pais. Já adultos e jovens e com a percepção básica do mundo formada a partir das interações iniciais com o ambiente – que inclui esta enxurrada de sons, imagens e informações que chegam através da mídia –, as pessoas seguem se informando através dos meios de comunicação, já que não é possível estar em todos os lugares onde as coisas acontecem. Afastados da vida política por um modelo que elitiza o processo decisório, os sujeitos são treinados para assistirem passivamente à realidade imposta pelos dominantes e distorcida pela mídia hegemônica. Mas há, pelo trabalho de diversos atores sociais, espaço para agir sobre essa realidade e modificá-la.
É justamente nesse ponto que se diferenciam os dois tipos de jornalistas: os que trabalham para seus patrões e para as elites opressoras, e os que trabalham pelo interesse pública e para os oprimidos. A sociedade capitalista, repartida entre opressores e oprimidos (capitalistas e proletários, ainda que o capitalismo moderno inclua classes híbridas entra essas duas, que acabam por alimentar o domínio da primeira), não admite a omissão. Não escolher um lado é ser escolhido pelo lado dominante.
O jornalismo possui, nesse contexto, uma função social fundamental, função que infelizmente é muitas vezes relegada em favorecimento aos interesses dos patrocinadores dos grandes conglomerados de comunicação. A função de defesa dos oprimidos, de luta por desencobrir a realidade encoberta pela fumaça da alienação, é deixada de lado, e o jornalista se torna mais uma peça na engrenagem de realimentação do sistema, cuja lógica é a opressão de muitos para o domínio de alguns poucos.
No Dia do Jornalista, um enorme parabéns aos que honram a profissão lutando ao lado do povo, postando-se ao lado dos oprimidos e trabalhando pelo descobrimento da realidade encoberta pela desinformação alienante, pela aproximação entre as pessoas e a própria realidade ignorada. Parabéns aos que usam a verdade como arma e as palavras como estiletes. Parabéns aos que não se acomodam, não se conformam. Parabéns aos que se indignam. Parabéns aos que lutam.
Jornalismo é subversão.

Requinte Panificadora - Feliz Páscoa













Iapar apresenta tecnologia para integrar agricultura, pecuária e florestas

O Instituto Agronômico do Paraná (Iapar) apresenta na ExpoLondrina estudos e práticas tecnológicas que conciliam a produção agrícola com a atividade pecuária e florestal. Conforme Celso Helbel Júnior, coordenador de difusão de tecnologias da entidade há crescente interesse do setor produtivo pela técnica.

O pesquisador Sérgio Alves explica que a integração entre lavouras, pecuária e florestas permite obter elevada produtividade aliada com benefícios ambientais. “É o sistema de produção mais conservacionista que temos atualmente”.

A integração possibilita manter cobertura vegetal durante todo o ano, o que, segundo Alves, protege o solo das chuvas, melhora o teor de matéria orgânica e aumenta a capacidade de retenção de água, o que é importante para enfrentar períodos de baixas precipitações. Por essa razão, na última safra, prejudicada pela estiagem, a produtividade de soja foi 70% superior nas lavouras experimentais cultivadas em sistema de integração, segundo o pesquisador.

Também é possível diversificar a renda da propriedade, uma vez que o sistema permite produzir grãos, madeira e carne (ou leite) na mesma área. Sobre a produtividade na criação de bovinos de corte, Alves conta que, em situação experimental, é possível conseguir nove animais adultos por hectare de outubro a maio. “É uma produtividade muito alta, considerando que a média do estado é de apenas um animal adulto por hectare”.

VIA RURAL – Na Fazendinha, como é conhecida a Via Rural, outra novidade do Iapar na ExpoLondrina 2012 é a apresentação da cultivar de batata IAPAR 27 Contenda. De acordo com o pesquisador Nilceu Nazareno, as regiões Norte e Oeste do Paraná são as novas fronteiras agrícolas para o cultivo do tubérculo, atualmente concentrado no Centro-Sul do estado. Ele explica que o clima é um fator limitante e, por isso, o plantio de batata nunca se expandiu nessas áreas. “Atualmente temos tecnologia para que isso aconteça”, afirma.

O Iapar apresenta ainda unidades didáticas de café (o manejo de áreas infestadas com nematoides é um dos principais temas); plantas medicinais, aromáticas e condimentares; demonstrações práticas sobre o cultivo de seringueira e apresentação de técnicas para evitar a compactação do solo em áreas de lavouras anuais.

A realização da Via Rural é coordenada pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento (Seab), por intermédio das vinculadas Iapar, Emater, Codapar, Ceasa, Claspar e CPRA, contando ainda com a parceria do Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES) e dos ministérios da Agricultura, Desenvolvimento Agrário, Pesca e Desenvolvimento Social.
 
Fonte: http://www.aen.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=68412&tit=Iapar-apresenta-tecnologia-para-integrar-agricultura-pecuaria-e-florestas

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Unioeste/MCR promove exposições de artesanato e arte francesa



Duas exposições, uma de artesanato e outra de arte francesa, estão abertas ao público no campus da Unioeste de Marechal Cândido Rondon. As obras e objetos ficarão em exposição durante este mês de abril nos horários de funcionamento da Universidade, na sala de exposições anexa à Biblioteca e nos espaços internos da mesma.
Uma Osterbaum ou Árvore de Páscoa foi montada para a II Exposição de Talentos da Unioeste, que reúne obras de artes plásticas e objetos de artesanato e decoração produzidos pelos agentes universitários do campus.
Instalada nos dois pavimentos da biblioteca do campus, a exposição de arte francesa, denominada Cotidianos – Uma Visão Tridimensional, reúne obras da artista Neusa Kikue Numa Kussaba, cujo trabalho se destaca pelos variados temas e detalhes, característicos da arte francesa.
As duas exposições fazem parte da programação do projeto Arte por Fazer Arte na Universidade para este ano de 2012, que contará, a exemplo do ano passado, com a exibição de curtas metragens em parceria com o SESC, além de apresentações artísticas e culturais diversas envolvendo a comunidade universitária - acadêmicos, professores e agentes universitários – e artistas da comunidade externa.
O objetivo do projeto, desde o seu início em 2011, continua sendo o de promover maior interação entre a Universidade e a sociedade em geral, através da arte e da cultura, trazendo representantes da comunidade externa para exporem suas produções nos espaços da universidade, ao mesmo tempo em que evidencia e mostra para o público externo os muitos talentos que existem nos setores que formam a comunidade acadêmica.



A exposição de arte francesa reúne obras da artista plástica Neusa Kikue Numa Kussaba.






























A exposição de artesanato reúne trabalhos dos agentes universitários da Unioeste/campus de MCRondon