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sábado, 14 de março de 2020

MUNDO




MOVIMENTO MILITAR ESTRANHO! 30.000 SOLDADOS DOS EUA ENVIADOS PARA A EUROPA SEM MÁSCARAS.




Os Estados Unidos elevaram o alerta de coronavírus (COVID-19) para a Itália para o nível 3 (“evitar viagens não essenciais”), elevando-o para 4 (“não viaja”) para [as regiões do norte] da Lombardia e Veneto – o mesmo como para a China. A American Airlines e a Delta Air Lines suspenderam todos os vôos entre Nova York e Milão. Os cidadãos dos EUA que vão para a Alemanha, Polônia e outros países europeus, no nível de alerta 2, devem “tomar maiores precauções”.
No entanto, uma categoria de cidadãos dos EUA está isenta dessas regras: os 20.000 soldados que começam a chegar dos Estados Unidos em portos e aeroportos europeus para o exercício Defender Europe 20, o maior destacamento de tropas dos EUA na Europa nos últimos 25 anos. Incluindo os que já estão presentes, cerca de 30.000 soldados dos EUA participarão em abril e maio, acompanhados por 7.000 soldados de 17 países membros da OTAN e parceiros, incluindo a Itália.
A primeira unidade blindada chegou do porto de Savannah, Geórgia, ao de Bremerhaven, na Alemanha. Ao todo, 20.000 equipamentos militares chegaram dos EUA em seis portos europeus (na Bélgica, Holanda, Alemanha, Letônia, Estônia). Outras 13.000 peças são fornecidas pelo Exército dos EUA na Europa a partir de depósitos pré-posicionados, principalmente na Alemanha, Holanda e Bélgica. Essas operações, informa o Exército dos EUA na Europa, “exigem a participação de dezenas de milhares de soldados e civis de muitas nações”.
Ao mesmo tempo, a maior parte do contingente de 20.000 soldados chega dos EUA em sete aeroportos europeus. Entre esses, 6.000 da Guarda Nacional, provenientes de 15 estados: Arizona, Flórida, Montana, Nova York, Virgínia e outros.
No início do exercício, em abril, relata o Exército dos EUA na Europa, os 30.000 soldados dos EUA “se espalharão pela região europeia” para “proteger a Europa de qualquer ameaça em potencial”, com clara referência à “ameaça russa”.
O general Tod Wolters – que comanda as forças americanas na Europa e ao mesmo tempo as da OTAN como Comandante Supremo Aliado na Europa – garante a todos que “a União Europeia, a OTAN e o Comando Europeu dos Estados Unidos trabalharam juntos para melhorar a infraestrutura “. Isso permitirá que comboios militares se movam rapidamente ao longo de 2.500 milhas de rotas de trânsito.
Dezenas de milhares de soldados atravessarão fronteiras para realizar exercícios em 10 países. Na Polônia, 16.000 soldados dos EUA chegarão em 12 áreas de treinamento com cerca de 2.500 veículos. Os pára-quedistas dos EUA da 173ª Brigada estacionados em Veneto e os italianos na Brigada Lightning estacionados na Toscana irão à Letônia para um exercício conjunto de lançamento.
O Defender Europe 20 está sendo conduzido para “aumentar a capacidade de implantar rapidamente uma grande força de combate dos Estados Unidos na Europa”. Portanto, é realizada com prazos e procedimentos que tornam praticamente impossível sujeitar dezenas de milhares de soldados às normas de saúde da COVID-19 e impedem que entrem em contato com os habitantes durante os períodos de descanso.
Além disso, o Exército dos EUA no Europe Rock Band realizará uma série de shows gratuitos na Alemanha, Polônia e Lituânia que atrairão grandes audiências.
Os 30.000 soldados dos EUA, que “se espalharão pela região europeia”, estão de fato isentos dos regulamentos preventivos COVID-19 que se aplicam aos civis. A garantia dada pelo Exército dos EUA na Europa de que “estamos monitorando o Coronavírus [COVID-19]” e de que “nossas forças estão em boa saúde” é suficiente.
Ao mesmo tempo, o impacto ambiental de um exercício militar dessa magnitude é ignorado. Os tanques Abrams dos EUA participarão, pesando 70 toneladas, com conchas de urânio empobrecido. Cada tanque consome 400 litros de combustível por 100 km, produzindo muita poluição para fornecer a máxima potência.

Nesta situação, o que a UE e as autoridades nacionais estão fazendo, o que a Organização Mundial da Saúde está fazendo? Eles colocam a máscara sobre os olhos, bem como sobre a boca e o nariz.

Autor: Manlio Dinucci

Traduzido para publicação em dinamicaglobal.wordpress.com
Fonte: Global Research.ca



segunda-feira, 21 de março de 2016

MOBILIDADE URBANA




Em Londres, número de bikes nas ruas está perto de ultrapassar o de carros


Em Londres, número de bikes nas ruas está perto de ultrapassar o de carros

Em relatório elaborado pela Transport for London, foi concluído que, em Londres, a tendência é que o número de bicicletas ultrapasse o de carros nos próximos anos. A pesquisa ainda afirma que o número de veículos nos horários de pico diminuiu consideravelmente na área central da capital da Inglaterra no decorrer dos últimos 10 anos.
Transport for London
A Transport for London (TfL) é uma organização do governo local de Londres responsável pela maioria dos aspectos do sistema de transporte da cidade. A instituição tem como papel principal programar estratégias e gerir serviços de transportes na maior cidade do país, que conta com mais de oito milhões de habitantes.
Tendências por meio de transporte durante o pico da manhã na área central de Londres (Bicicletas em verde) / Divulgação – TfL
Tendências por meio de transporte durante o pico da manhã na área central de Londres (Bicicletas em verde) / Divulgação – TfL
O atual panorama do ciclismo em Londres
A pesquisa realizada pela Transport for London concluiu que, em 2000, apenas 12 mil pessoas utilizavam a bicicleta como meio de transporte nos horários de pico do trânsito. Já em 2014 o número triplicou, passando para 36 mil pessoas.
Houve um salto de 40 mil pessoas em 1990 para 180 mil pessoas em 2014
Na análise diária, que conta o número de ciclistas que circulam pelas ruas em qualquer hora do dia, houve um salto de 40 mil pessoas em 1990 para 180 mil pessoas em 2014. Com base nesses dados, os responsáveis pelo relatório acreditam que nos próximos anos a tendência é que o número de pessoas que escolhem a bicicleta como principal meio de transporte ultrapasse o número de carros presentes nas ruas.
Benefícios do aumento do número de bicicletas em Londres
A redução do número de carros nas ruas deve trazer muitos benefícios para os cidadãos londrinos, sobretudo no que diz respeito à qualidade do ar, que atualmente é muito poluído na região metropolitana. Mas esse não é o único ponto positivo da futura realidade da capital inglesa. Ainda de acordo com a Transport for London, o crescimento exponencial do número de ciclistas irá proporcionar uma melhor qualidade de vida para a população, que está deixando de lado antigos hábitos de sedentarismo. Ao mesmo tempo, a redução de carros nas ruas resultará em um trânsito mais calmo, prático e seguro. 
A milenar Londres já está se adequando à nova realidade e tem investido em infraestrutura. Exemplos disso são a recente ciclovia inaugurada na famosa ponte Vauxhall e as várias ruas da cidade que estão sendo remodeladas para que os ciclistas se sintam cada vez mais seguros.
As bikes vão dominar o mundo!

Foto em destaque: Michaelpuche / Shutterstock.com
Fonte: http://www.mobikers.com.br/mobilidade/em-londres-numero-de-bikes-nas-ruas-esta-perto-de-ultrapassar-o-de-carros/


quinta-feira, 17 de março de 2016

EXCEDENTE DE COMIDA



ITÁLIA

Itália muda lei para que todos os supermercados deem a comida não vendida aos necessitados


16/3/2016, 8:43

Itália prestes a aprovar lei que obrigará supermercados a doarem alimentos que não sejam vendidos a organizações de caridades


Lei sobre desperdício alimentar já foi aprovada em França. Agora é a vez de Itália
Getty Images
Depois de, em fevereiro, França ter aprovado uma lei que proíbe os supermercados de deitarem fora ou desperdiçar comida que não tenha sido vendida, é a vez da Itália se tornar o segundo país europeu a ter uma lei contra o desperdício de comida.
De acordo com o que se sabe da intenção dos partidos, é de crer que a lei será votada favoravelmente já na próxima segunda-feira, afirma o Independent.
A diferença entre a lei dos dois países é que, em França, os supermercados que desperdiçarem comida serão multados, enquanto em Itália a proposta é compensar os negócios que não desperdicem comida. Este incentivo serve para auxiliar o problema de desperdício de Itália, que se estema atinja o valor de 1200 milhões de euros.
De momento, cada estabelecimento italiano que queira doar comida deve declarar essa doação, mas com a nova lei será oferecida uma redução nos impostos a quem o fizer.
A par desta medida, há 17 artigos que pretendem alterar a regulação sobre segurança alimentar, permitindo que comida “fora de validade” seja doada.
O Ministro da Agricultura italiano, Maurizio Martina, contou ao jornal diário La Repubblica que, “de momento recuperamos 550 milhões de toneladas de comida em excesso, mas em 2016 queremos chegar aos 1000 milhões.”

Fonte:http://observador.pt/2016/03/16/italia-muda-lei-os-supermercados-deem-comida-nao-vendida-aos-necessitados/

segunda-feira, 17 de junho de 2013

RESULTADO DAS MÍDIAS SOCIAIS E VEÍCULOS ONLINE


Ato de apoio a manifestações no Brasil reúne 2 mil pessoas na Irlanda

Com autorização da polícia local, grupo faz protesto em Dublin contra a violência policial e aumento da tarifa do transporte público

  Com rostos pintados de verde e amarelo, bandeiras do Brasil e entoando palavras de ordem cerca de duas mil pessoas foram a uma das principais avenidas de Dublin, na Irlanda, a O´Connell Street, neste domingo (16), para demonstrar apoio às manifestações contra o aumento das passagens de ônibus que aconteceram na última semana no Brasil.

Organizado pelo facebook, o Brazilian Awakening Dublin foi autorizado pela polícia local, a Garda, que esteve presente durante todo o evento. O ato se iniciou às 13h e terminou às 15h, depois de os participantes se sentarem no canteiro central da avenida, levantarem seus cartazes e cantarem o Hino Nacional brasileiro.

Concentrados em frente ao monumento Spire of Dublin, os manifestantes protestaram em inglês e português pedindo paz e mais respeito aos movimentos sociais no Brasil, utilizando frases como “No more violence, we want peace” (Não mais violência, nós queremos paz) e “No more corruption” (Chega de corrupção).

Uma das organizadoras do evento, a catarinense Andréa Cordeiro, 32 anos, que está em Dublin estudando inglês, chamou a atenção para o tratamento dado pela polícia local aos manifestantes. "Desde o começo eles nos ajudaram, respeitaram a nossa manifestação e prezaram pela nossa segurança. A organização nos deu trabalho, mas me sinto realizada em ver todas essas pessoas nas ruas lutando por um Brasil melhor”.

A publicitária Mariana Simões, 23, que morava no Espírito Santo e atualmente está estudando inglês em Dublin, acredita que o ato foi importante para prestar solidariedade aos manifestantes brasileiros. “Vimos tudo o que aconteceu no nosso país principalmente por meio da internet e a sensação de não estar perto para poder ajudar ou participar foi muito ruim. A manifestação supriu a vontade de, mesmo distante, poder dizer aos nossos conterrâneos que também estamos com eles”.
Além da Irlanda, países como França, Alemanha, Espanha, Portugal, Canadá, Bélgica e Argentina também estão convocando manifestações.


Por Carolina Moreira
Postado em 16 de junho de 2013 | 20h 22 em http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,ato-de-apoio-a-manifestacoes-no-brasil-reune-2-mil-pessoas-na-irlanda,1043234,0.htm - Acessado em 17/06/2013
Foto:

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Professor da Unioeste irá ministrar conferências na Europa

O professor Affonso Celso Gonçalves Jr. (foto) do Centro de Ciências Agrárias do Câmpus de Marechal Cândido Rondon da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) embarca no próximo dia 13 de março para a Europa onde ministra conferências e efetiva parcerias científicas na área de Ciências Ambientais.

O convite partiu das instituições portuguesas e espanholas em virtude dos inúmeros trabalhos científicos que o professor Affonso tem realizado nos últimos anos na área de Ciências Ambientais, mais especificamente com relação aos trabalhos de remediação e descontaminação de águas e solos contaminados por agrotóxicos e metais pesados tóxicos.

A equipe, coordenada pelo professor Affonso, conta com a participação de inúmeros acadêmicos de doutorado, mestrado e iniciação científica que, sob sua orientação direta, desenvolvem trabalhos científicos de descontaminação de compartimentos ambientais (águas e solos) utilizando materiais adsorventes alternativos e sustentáveis provenientes de atividades agroindustriais.

Programação

O professor Affonso estará de 14 a 16 de março na Universidade do Porto (Portugal), de 17 a 20 de março na Universidade Autônoma de Barcelona (Espanha) e de 20 a 24 de março na Universidade Técnica de Lisboa (Portugal). Neste período, ele realiza visitas técnicas e ministra conferências nestas universidades sobre o tema “Sistemas de Produção Sustentáveis” ao mesmo tempo em que estará buscando parcerias científicas para futuros projetos.

Já no ano passado, o professor havia sido convidado pela Universidade de Santiago de Compostela (Espanha) para visitar a referida Universidade e ministrar algumas conferências com apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) que financiou aquela missão científica, a qual culminou com a assinatura de convênios e parcerias científicas entre as duas Universidades.

De acordo com o professor Celso Gonçalves, “certamente estas visitas científicas trarão novas parcerias científicas e tecnológicas entre os grupos de pesquisa envolvidos e muitos serão os trabalhos que estarão sendo desenvolvidos como frutos desta experiência, o que refletirá também na formação dos recursos humanos, como mestres, doutores e pós-doutores da Unioeste”.

Fonte: ACS Unioeste
Foto: Divulgação

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Islândia: a revolução silenciosa


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A Islândia acabou o ano 2011 com um crescimento económico de 2,1% e em 2012 vai ter o triplo da taxa de crescimento esperada para a União Europeia. Após o colapso financeiro encontrou medidas inéditas para sair da crise e vai julgar os seus responsáveis.





O colapso.


Em 2008, a dívida da Islândia era nove vez o seu PIB, a sua moeda colapsa e a bolsa é suspensa depois de ter caído 76%. O país vai à falência e tem de recorrer a dois empréstimos, um do FMI de 2,1 mil milhões de dólares e outro dos países nórdicos e da Rússia de 2,5 mil milhões de dólares.


O FMI, como sempre, exigiu em troca medidas de "ajustamento" traduzidas em cortes nas despesas sociais. A população revolta-se, o que provoca a queda do governo e eleições antecipadas. O Partido da Independência, conservador, é substituído por uma coligação de partidos de esquerda, ecologistas e sociais democráticos. Um referendo rejeita o salvamento dos bancos privados e os principais bancos, Glitnir, Landsbankinn e Kaupthing, são nacionalizados.



Responsável ou bode expiatório?


Actualmente, vários responsáveis do sector bancários deverão ir a julgamentos por fraude e abuso de poder. O parlamento islandês nomeou uma comissão de inquérito, composta por dois filósofos e um historiador, para analisar o aspecto ético da crise, um atitude única e inovadora. 


O antigo primeiro ministro islandês, Geir Haarde, está actualmente a ser julgado por ter mal gerido a crise que provocou o colapso do sistema bancário do seu país. Arrisca-se a 2 anos de prisão se for declarado culpado. Uma comissão tinha proposto inicialmente culpar quatro pessoas.


Esta acusação de "negligência" e "violação das leis sobre a responsabilidade ministerial", do antigo primeiro ministro, é vista para a maioria dos observadores como a tentativa de encontrar um bode expiatório, outros vêm nela um acerto de contas político por parte dos seus velhos inimigos no poder, agora que o poder virou à esquerda.


O que parece estar em causa na responsabilidade da crise islandesa não é uma pessoas, mas sim de um conjunto de actuações de vários actores políticos, assim como de vários responsáveis do sector financeiro do país. 



Islândia: um "mau" exemplo.


A "revolução" islandesa é muito pouco badalada nos media oficiais, pois esta poderia servir de "mau" exemplo para outros países nas mesmas circunstâncias: recusa em pagar as dívidas de bancos privados, nacionalização e colocação sob controlo democráticos de três bancos, e nacionalização, para breve, dos recursos naturais. Esta revolução anti-capitalista poderia dar más ideias a outros povos europeus.
 

E tudo isto sem violência, sem um único disparo da polícia. Uma espécie de revolução silenciosa. É verdade que, a maioria das vezes a democracia directa só vive enquanto está na rua e desaparece quando se institucionaliza. Mas seja como for, a Primeira-Ministra islandesa, Johanna Sigurdsdottir, e o seu governo elaboraram um plano de rápido relançamento económico que parece estar a dar frutos. 


A Islândia continua assim, a ser um país inovador em vários aspectos: foi o segundo país do mundo a reconhecer o direito de voto às mulheres (depois da Nova Zelândia), o primeiro país a ter um chefe de governo homosexual, a ser um dos países mais seguros do mundo em termos de violência e a ter 100% de alfabetização.







http://www.pressegauche.org/spip.php?article9031

http://www.acp-eucourier.info/fr/content/ethique-et-finances

http://www.arretsurimages.net/vite.php?id=11942

http://www.lemonde.fr/europe/article/2011/09/05/islande-l-ex-premier-ministre-unique-coupable-de-la-crise_1568015_3214.html
Publicada por em 07:07
 
Fonte: http://octopedia.blogspot.com/2012/01/islandia-revolucao-silenciosa.html