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terça-feira, 18 de agosto de 2015

CONEXÃO COM A NATUREZA*



Firefly Gathering, o festival que promove conexão com a natureza

Por  • 12 Agosto, 2015 
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Vivendo na cultura do progresso, é constante a sensação de que a tecnologia e o conhecimento têm se tornado obsoletos cada vez mais rápido. Mas existe um grupo que se reúne atualmente na Carolina do Norte que não compactua com esse sistema e que quer fazer algo para se tornar mais independente dele. Essas pessoas, das mais diferentes idades, se encontram no festival Firefly Gathering, que já acontece há 5 anos consecutivos.
Durante 4 dias, pessoas que estão buscando expandir sua conexão com o mundo natural se unem para aprender lições com mais de 90 mestres de todo o país. Lá, as pessoas aprendem sobre permaculutra, sobre cultivo de comida, como fazer abrigos, como conseguir alimento,  como fazer fogo, dentre outras atividades. As aulas são ministradas por pessoas com anos de experiência em viver na natureza selvagem.
Segundo os criadores, “a função do festival é resgatar as pessoas da amnésia/entorpecimento que as atinge nessa era da tecnologia. Quando as pessoas chegam lá elas se inspiram e sentem que as coisas são possíveis.” No Firefly Gathering eles acreditam que a tecnologia deve sim ser utilizada, mas de uma forma responsável, interagindo também com a ecologia e não somente com o interesse das pessoas.
Quando perguntaram a Matt Hansen, um dos professores do festival, que já viveu anos em meio a natureza, conseguindo sua própria comida sem usar dinheiro e nem carro, se ele tinha medo de um real colapso da civilização em que vivemos, ele responde: “Eu tenho mais medo da civilização continuar do jeito que está hoje por mais 20 anos, do que um colapso do sistema.. Eu apoio a ideia. Um colapso é necessário.”
Veja as imagens:
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*Título editado
Fonte: http://www.jardimdomundo.com/firefly-gathering-festival-que-promove-conexao-com-a-natureza/

segunda-feira, 14 de abril de 2014

VIDA ALTERNATIVA



Fujam para as colinas: homens e mulheres que abandonaram a cidade para viverem como eremitas

 

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Um tema bastante procurado e debatido no Jardim do Mundo e reconhecidamente um ótimo assunto para uma segunda-feira de manhã, o estilo de vida contemporâneo tem sido cada vez mais rediscutido e reconsiderado em favor de uma vida mais saudável e sustentável, mas existem pessoas que casaram de esperar e mostram isso em uma mudança radical de ambiente.Captura de Tela 2014-04-14 às 14.39.54
Por 3 anos, o fotógrafo russo Danila Tkachenko registrou a vida de pessoas que decidiram viver longe do restante da civilização ao migrar para locais inabitados do interior da Rússia e da Ucrânia. Longe de ser somente mais um passeio a trabalho, a viagem proporcionou ao fotógrafo uma incrível experiência ao conhecer pessoas que decidiram viver em completa solidão, morando em casas no meio da floresta.
“Você pode descrever suas condições de vida?
Danila: Você pode ver que tipo de personalidade a pessoa tem só de olhar para a sua casa. Há aqueles que constroem palácios inteiros usando materiais disponíveis na floresta. Algumas cavernas ocas, outros constroem cercas e até pontes. O trabalho é uma parte muito importante de suas vidas.”
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Para encontrar estas pessoas, Danila teve de fazer uma pequisa profunda, já que esses nômades deixavam poucas pistas de seu paradeiro. Ao consultar prefeituras, jornais locais e fazendeiros das regiões, o fotógrafo conseguiu alcançá-los e mostrar o seu interessante estilo de vida através de um ensaio fotográfico.
“O que eles comem?
Danila: Algumas pessoas caçam, outros cultivar seu próprio alimento. Comem bagas e cogumelos. Se você conhece a floresta bem o suficiente, ela vai te dar muita comida. Mas eles também têm a opção de viajar para as aldeias vizinhas para fazer trocas com os habitantes.” 
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Neste ensaio, o fotógrafo também registrou suas casas. Confeccionadas com barro, palha, dentro de cavernas ou com madeira da floresta, todas foram construídas com as próprias mãos e são agora a residências destas pessoas que vivem imersas em meio a natureza. 
Em entrevista para a revista Vocativ, o russo contou um pouco sobre como teve a ideia de fotografar os eremitas.
“Meu pai viveu na floresta como um eremita por cerca de três anos, mas depois voltou à viver na cidade. Eu estava interessado em ver como uma pessoa escolhe cortar relações com o mundo exterior para tentar se aproximar mais de si mesmo. É uma questão de olhar para a sua identidade real. Quando conheci essas pessoas, eu estava interessado em ver como eles se comparam a mim como um morador da cidade. Cerca de cinco anos atrás, estava caminhando pelas montanhas de Altai , quando me perdi e tive que passar cerca de um mês sozinho. Foi uma experiência muito difícil e importante para mim, e é por isso que decidi explorá-la ainda mais.”
O projeto resultou em um prêmio no concurso World Press Photo de 2014.
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“São essas as pessoas mais felizes do que aquelas que vivem na cidade?
A felicidade é algo muito pessoal. Mas eles parecem viver em harmonia consigo mesmos e com o mundo ao seu redor. Eles são muito parecidos com crianças. Se eles estão tristes ou felizes, eles vão compartilhar isso com você, porque eles não têm o habito de usar máscaras sociais que as pessoas que vivem em um ambiente civilizado usam. Eles não têm padrões sociais para seguir e são pessoas muito sinceras e abertas.” 
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Fonte: By • 14 Abril, 2014 • Entretenimento - 
Entrevista: Vocativ


sábado, 18 de janeiro de 2014

SOL NO INVERNO CHINÊS



Tomada por poluição, China transmite nascer do sol por gigantes telas de LED, em Pequim









 A poluição atmosférica das cidades chinesas intensifica-se no Inverno, com o aumento da produção das centrais de carvão. Por vezes, o smog arrasta-se durante dias. Ontem, a densidade das PM2.5 – partículas de poluição com dimensão inferior a 2,5 micrómetros – encontrava-se entre 350 e 500 microgramas, quando a quantidade considerada segura pela Organização Mundial de Saúde se situa nas 25 microgramas.


FONTE:  https://www.facebook.com/photo.php?fbid=572405646168796&set=a.391562210919808.92728.390505751025454&type=1&theater ACESSADO EM 18012014

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

BIOCONSTRUÇÃO




Receita para construir sua casa com suas próprias mãos e gastando pouco

 

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Construir com terra é saudável, ecológico, econômico e muito prazeroso. É como esculpir paredes com as próprias mãos, imprimindo no barro formas, desenhos, texturas, tudo o que a criatividade permitir. Cob, é uma técnica antiga de construção com terra muito usada na úmida Inglaterra, mas também empregada nas áreas mais secas do México e dos EUA.
A mistura, a gente faz com os pés. Sobre uma lona grossa, acrescentamos terra, areia, palha de capim braquiária serragem e água. Depois, já descalços, pisamos sobre a massa, dançando, cantando, dando risada, sentindo uma troca gostosa de energia com a terra. Até que a massa fica mais homogênea, macia, no ponto de fazer pãezinhos. É hora, então, de usar as mãos. Com um punhado da massa, vamos moldando os pães e empilhando-os para dar forma à parede.

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Aí é que entram os detalhes mais gostosos… Como a parede tem que ser espessa – pelo menos, uns 30 centímetros – é possível esculpir nichos para expor livros, artesanato, louça da cozinha ou até servir de armário para as roupas. Também dá para esculpir bancos, sofás, lareiras e aberturas para a luz natural em formatos inusitados, como gotas, flores e estrelas.
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Não há limites para o que se pode fazer com o Cob. Versátil e ecológico, o material tem ainda outras inúmeras qualidades. Ao contrário das paredes de cimento, concreto ou gesso, essas estruturas de terra são vivas porque permitem uma melhor troca do ar interno com o externo. E, como esse processo ocorre lentamente, paredes de Cob proporcionam excelente conforto térmico: mantêm a casa quentinha no inverno e fresquinha no verão. Sem falar que parede de barro filtra o ar que entra na casa, melhorando a qualidade interna do ambiente.
E mais, o Cob é mais resistente a abalos sísmicos e ao fogo, pode ser usada por populações mais carentes porque custa pouco (especialmente se os materiais estiverem disponíveis no próprio terreno), é bonito e ainda dispensa o uso de fôrmas de madeira, já que os pãezinhos são empilhados sem a necessidade de qualquer amparo artificial – o que poupa muitas árvores dês serem cortadas da mata para virar fôrma descartável para a construção (in)civil…
Liberdade e simplicidade são palavras-chave desse tipo de construção. E são também valores essenciais para a construção de um mundo em harmonia com as necessidades do planeta e de cada um de nós. ‘Bora experimentar? Dá pra começar construindo uma casinha para as crianças, um banco para o jardim, uma escultura para a entrada da casa… Chame os amigos e… pés e mãos na massa!


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 FONTE: http://jardimdomundo.wordpress.com/2013/03/27/receita-para-construir-sua-casa-com-suas-proprias-maos/