Mostrando postagens com marcador bioconstrução. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador bioconstrução. Mostrar todas as postagens

domingo, 3 de julho de 2016

SUSTENTABILIDADE



Franceses transformam bananeiras em laminado que substitui madeira

A empresa também não utiliza cola e nem água durante o processo de fabricação dos laminados.
30 de junho de 2016 • Atualizado às 21 : 36
Franceses transformam bananeiras em laminado que substitui madeira
O processo de fabricação foi pensado para gerar o menor impacto possível. | Foto: Divulgação


A fibra da bananeira é um material muito versátil. Usada em artesanatos e como matéria-prima para diversos produtos, ela é altamente resistente e fácil de ser trabalhada. Todos esses benefícios levaram os designers franceses da FIBandCO a testarem seu uso também pare substituir o laminado tradicional de madeira.
O produto foi apelidado de Green Blade e é 100% natural. De acordo com os criadores, a ideia era valorizar um recurso pouco explorado e rapidamente renovável, além de propor soluções de laminados que não contribuem para o desmatamento ao mesmo tempo em que mantêm excelente qualidade estética.
O processo de fabricação foi pensado para gerar o menor impacto possível. O primeiro ponto de destaque nesse caminho é o uso de uma matéria-prima abundante e que já é residual de outra atividade, que é a produção de alimentos.
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação
Outra preocupação dos franceses foi com as emissões geradas pelo transporte da fibra da bananeira até a fábrica, por isso, todo o processo industrial é realizado próximo ao local do plantio.
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação
O terceiro ponto que diferencia o Green Blade de outros laminados é que a manufatura é totalmente natural. A empresa não utiliza cola e nem água durante o processo de transformação. Além disso, a energia usada na fábrica é obtida integralmente a partir de painéis fotovoltaicos.
O resultado é um laminado muito parecido com o tradicional e que mantém a qualidade. Eles são produzidos em folhas de 1.250mm x 2.500mm e podem ser usados para a fabricação dos mais diversos produtos e revestimentos.
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação
Veja no vídeo abaixo todos os detalhes do processo de produção do Green Blade:
Redação CicloVivo


Fonte: http://ciclovivo.com.br/noticia/franceses-transformam-bananeiras-em-laminado-que-substitui-madeira/

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

BIOCONSTRUÇÃO*


Curso de Habitações Sustentáveis com Bioconstrução

Em 11 e 12 de Abril de 2015

Aprenda NA PRÁTICA ecotécnicas para construir sua própria casa ecológica: cob, hiperadobe, adobes, pau-a-pique, taipa de pilão, teto verde e mais!


Facilitadores do Curso:

Nilson Dias - Permacultor - Instituto Pindorama 

Nilson Dias é Permacultor (IPEP), graduado em Análise de Sistemas e com Pós-graduação em Gerenciamento de Projetos.   Técnico em eletrônica com experiência em iluminação com LEDs e energia solar. Consultor e Professor de Vastu Shastra formado pelo Ancient Astrolgy de Nova Delhi.  Professor de Yoga Sivananda formado em Uttarkashi, Himalaias. Participou de vivências em locais de referência como Cal-Earth (Califórnia) e Navdanya (Índia) . Estudante de Vedanta e Astrologia Védica. Gerente de Projetos do Instituto Pindorama. Estuda e pratica Alimentação Viva desde 2003. Trabalha há mais de 8 anos com maquetes eletrônicas e computação gráfica e dedica-se também ao estudo de habitações sustentáveis com materiais ecológicos e técnicas de bioconstrução e de permacultura urbana.

arquiteto-guido 

Guido Roberto Löff é arquiteto e urbanista formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul; foi professor na Universidade de Santa Catarina; Mestrando no Pós-Arq da UFSC com o tema Painéis Monolíticos de Solo Estabilizado; possui formação prática e teórica em Bioconstrução pelo IPEP/RS; fez curso de Materiais para Revestimento de Vias não pavimentadas na UFPelotas/RS; fez curso prático e teórico de Abóbadas Mexicanas de Terra com o arquiteto Ramon Aguirre na Colômbia e no III Congresso de Arquitetura e Construção com Terra onde realizou o ciclo de Oficinas de Construção com Terra; fez cursos de Feng-Shui com os mestres Raul Soroa, Arq. Carlos Solano Carvalho e professor Wu Jyh Cheng –ST; executou obras com Solo Estabilizado usando técnicas variadas.
cirlei2 

Cirlei Yob é permacultor por excelência e nascimento, carpinteiro e construtor por natureza e tradição familiar, é a segunda geração de parceria com o sítio Pindorama tendo seu pai trabalhado com o fundador do sítio, Nelson Dias. Experiência em estruturas com bambu (técnica colombiana), estruturas de madeira, marcenaria rústica com motoserra, bioconstrução e reaproveitamento de materiais.

 Conteúdo Programático

Durante estes curso você aprenderá ecotécnicas necessárias para construir sua própria casa utilizando materiais locais e ecológicos!
3-tecnicascordwood-taipa-de-pilao-e-adobes-banco-de-superadobe-ao-fundo
– Técnicas para bioconstrução: Cob, hiperadobe, Taipa de Pilão (bloco monolítico de solo-cimento) Pau-a-pique e Cordwood
– Construção com bambu
– Telhado verde
– Saneamento ecológico

 Rotina diária:

Sábado 
08:00 Chegada dos alunos
09:00 Roda de Apresentações
12:30 Almoço Vegano
14:00 Aula Teórica/Prática
16:30 Lanche
17:00 Revisão do Dia
18:00 Horário Livre
19:00 Jantar
20:00 Palestra
22:00 Recolhimento e Apagar das Luzes
Domingo 
06:30 Despertar
07:00 Prática Matinal* / Meditação / Yoga/ Tai Chi Chuan / Kun Nyê
08:00 Desjejum
08:30 Aula Teórica/Prática
12:30 Almoço Vegano
14:00 Aula Teórica/Prática
16:30 Lanche e Encerramento do Curso

(*) Pratica Matinal – Oferecemos no Instituto práticas como Yoga, Tai Chi Chuan, Kun Nyê, entre outras técnicas com o foco na qualidade de vida, autoconhecimento, paz e harmonização pessoal e grupal. A prática ocorre antes do desjejum. Esta atividade tem início no horário marcado, às 07:00, pedimos que quem desejar praticar, que siga o horário do despertar 6:30, para se juntar ao grupo. Quem desejar descansar, pedimos reservar um período de silêncio até o desjejum, auxiliando no relaxamento e meditação dos participantes.

Inscrições para o Curso

Valor somente curso 11 e 12 de abril: R$ 449,00*
* o valor de R$ 449,00 é somente para depósitos à vista na conta do Instituto. Pagamentos através de cartão ou parcelamentos por depósito o valor é R$ 478,00.

 

Para depósitos bancários e parcelamento em 2 depósitos de R$ 245,00

Instituto Pindorama Preservação Ambiental e Educação Ecológica e Védica
Caixa Econômica Federal
Agência 0186
Conta Corrente 2091-2 Operação 003
Alguns bancos só aceitam a conta como 003002091-2
CNPJ 06.135.496/0001-97
Todas as refeições estão inclusas. As aulas de Yoga estão inclusas no valor, porém a participação é opcional.
Informações: contato@pindorama.org.br ou (22) 99899-3161

Política de Desistência e Devoluções

http://www.pindorama.org.br/politica-de-desistencia-e-devolucoes/
Esta entrada foi publicada em Cursos e marcada com a tag , , , . Adicione o link permanenteaos seus favoritos. 
*Editado.
Fonte: http://pindorama.org.br/habitacoes-sustentaveis-com-bioconstrucao/

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

BIOCONSTRUÇÃO




Receita para construir sua casa com suas próprias mãos e gastando pouco

 

1326165484227940

Construir com terra é saudável, ecológico, econômico e muito prazeroso. É como esculpir paredes com as próprias mãos, imprimindo no barro formas, desenhos, texturas, tudo o que a criatividade permitir. Cob, é uma técnica antiga de construção com terra muito usada na úmida Inglaterra, mas também empregada nas áreas mais secas do México e dos EUA.
A mistura, a gente faz com os pés. Sobre uma lona grossa, acrescentamos terra, areia, palha de capim braquiária serragem e água. Depois, já descalços, pisamos sobre a massa, dançando, cantando, dando risada, sentindo uma troca gostosa de energia com a terra. Até que a massa fica mais homogênea, macia, no ponto de fazer pãezinhos. É hora, então, de usar as mãos. Com um punhado da massa, vamos moldando os pães e empilhando-os para dar forma à parede.

cob mixers at oven workshop 7-2-11 resized
Aí é que entram os detalhes mais gostosos… Como a parede tem que ser espessa – pelo menos, uns 30 centímetros – é possível esculpir nichos para expor livros, artesanato, louça da cozinha ou até servir de armário para as roupas. Também dá para esculpir bancos, sofás, lareiras e aberturas para a luz natural em formatos inusitados, como gotas, flores e estrelas.
Exif_JPEG_PICTURE
Last-Import-35-500x375
MH-Fireplace-4

gk-sitting
cob-kitchen
132616545895278
cob house


Não há limites para o que se pode fazer com o Cob. Versátil e ecológico, o material tem ainda outras inúmeras qualidades. Ao contrário das paredes de cimento, concreto ou gesso, essas estruturas de terra são vivas porque permitem uma melhor troca do ar interno com o externo. E, como esse processo ocorre lentamente, paredes de Cob proporcionam excelente conforto térmico: mantêm a casa quentinha no inverno e fresquinha no verão. Sem falar que parede de barro filtra o ar que entra na casa, melhorando a qualidade interna do ambiente.
E mais, o Cob é mais resistente a abalos sísmicos e ao fogo, pode ser usada por populações mais carentes porque custa pouco (especialmente se os materiais estiverem disponíveis no próprio terreno), é bonito e ainda dispensa o uso de fôrmas de madeira, já que os pãezinhos são empilhados sem a necessidade de qualquer amparo artificial – o que poupa muitas árvores dês serem cortadas da mata para virar fôrma descartável para a construção (in)civil…
Liberdade e simplicidade são palavras-chave desse tipo de construção. E são também valores essenciais para a construção de um mundo em harmonia com as necessidades do planeta e de cada um de nós. ‘Bora experimentar? Dá pra começar construindo uma casinha para as crianças, um banco para o jardim, uma escultura para a entrada da casa… Chame os amigos e… pés e mãos na massa!


248772_177974442255628_3660397_n
267478_403019379751132_200887823_n
484815_446994658686937_1881261656_n
167076_151732621546477_6148811_n
167691_151742264878846_8148625_n
25cdd2f6fe8c3ebab0e94e70b899f21f 



 FONTE: http://jardimdomundo.wordpress.com/2013/03/27/receita-para-construir-sua-casa-com-suas-proprias-maos/

quarta-feira, 24 de julho de 2013

BIOCONSTRUÇÃO/SUPERADOBE





O “redescobrimento” da Arquitetura de Terra



“A terra vira ouro nas mãos do sábio.” 

Rumi, filósofo e poeta persa


Apesar da estigmatização e rotulação ainda existentes, especialmente no que se refere à questão da fragilidade, as técnicas arquitetônicas em terra crua ainda são bastante utilizadas no mundo. Segundo as Nações Unidas, 60% da população mundial ainda vive em construções feitas em terra.






 O uso da terra como matéria prima para construções remonta há mais de 10 mil anos. Os registros mais antigos do domínio de tal técnica, chamada de Arquitetura de Terra, foram encontrados na África e no Oriente Médio. As civilizações do Crescente Fértil se utilizaram dela para construções populares e também para as mais nobres.
Para se ter uma idéia de sua importância na arquitetura humana, 57% da "Lista do Patrimônio Cultural em Perigo" do World Heritage Center consiste em sítios de arquitetura de terra, 10% da "Lista do Patrimônio Cultural da Humanidade" é constituído por monumentos de terra; e, 16 dos monumentos mundiais incluídos na "Lista dos 100 Monumentos em Perigo" do World Monument Watch estão construídos com terra.
Entre os séculos XV e XVIII, os colonizadores se utilizaram da técnica para construir suas cidades na Europa e nos territórios conquistados. A utilização da terra crua como elemento construtivo chegou ao Novo Mundo com o processo de colonização, tendo sido introduzidas não só as técnicas do adobe ou adobito, como também a taipa de pilão e pau a pique. Contudo, parece evidente que alguns nativos americanos, e os africanos, que aqui chegaram como escravos, dominavam as técnicas.


             Com a revolução industrial, foram introduzidos processos cujas tecnologias transformavam matéria prima em manufaturados, materiais ainda hoje largamente utilizados, em detrimento do que foi considerado “artesanal” ou “primitivo”. Ocorre que tais produtos, desenvolvidos nos “ditos” países de primeiro mundo nem sempre se adéquam à realidade do chamado terceiro mundo, cujas características naturais, ainda hoje, raramente são levadas em consideração com a profundidade necessária, tampouco estudadas cientificamente.

             Apesar das suas inúmeras vantagens e requisitos simplíssimos, o valor e a extensão da arquitetura de terra têm sido sistematicamente desconhecidos, ignorados e ocultados por quase todas as disciplinas ligadas às Artes e a Arquitetura que durante muito tempo não se interessaram, em escala mundial, em integrá-la em seus sistemas de transmissão de conhecimento.

O superadobe


Construção barata e sustentável, bem debaixo dos nossos pés 

Embora constituído de madeiras muito densas, o peso do
madeiramento está muito aquém da capacidade estrutural
das paredes. Na foto, a mímica do construtor ilustra a solidez
e a força para a fantasia atenta de seu curioso interlocutor.

                A técnica da terra ensacada, também chamada por "superadobe", (termo cunhado em inglês a partir de outro emprestado do castellano, adobe, que representa o bloco composto com barro e fibras vegetais), é um processo construtivo, no qual sacos de polipropileno ou ráfia são preenchidos com solo e moldados no próprio local através do apiloamento do mesmo por processo artesanal ou semi-industrial, através de pistões. As pesquisas apontam que a técnica foi criada pelo iraniano Nader Khalili no final do anos 70, tendo como base sacos de areia e arame farpado, mas a terra utilizada pode ser a encontrada no local, argilosa ou arenosa.
       
   Em 1984, Nader Khalili apresentou o seu projecto para a NASA. Com o sugestivo título de “Bases lunares e atividades espaciais no século XXI”, para uma futura colonização lunar, mas ainda à espera de resposta.
               As grandes vantagens do superadobe são a rapidez na conclusão da construção; a grande resistência, suportando conturbações variadas; o conforto térmico e acústico; o custo baixo e a mão de obra capacitada rapidamente, além do que qualquer tipo de solo serve.



             A principal característica do "superadobe" é sua simplicidade e rapidez em relação ao adobe comum. Propicia um alto índice de isolamento e, quanto mais largas as paredes, maior o resultado térmico e ambiental.
                A preparação é simples e feita no próprio local, coloca-se o solo umedecido no sacos de polipropileno e em seguida já se coloca no local onde será a parede, onde é socado (com auxilio de um socador manual ou mecânico), formando fiadas de 20 cm de altura. Quando a parede estiver na altura desejada, retira-se os sacos de polipropileno das laterais, queimando-os. A queima do material é bem fácil e rápida.
                Como acabamento e para assegurar a durabilidade aconselha-se o emprego de rebocos elaborados a partir de argila, em conjunto com diversos outros materiais empregados na arquitetura vernacular, determinados pela disponibilidade no local, com o intuito de aumentar a coesão, impermeabilidade e resistência a fissuras. Dentre estes podem ser citados a baba (seiva) de cactus, o polvilho azedo, as cinzas de conchas calcinadas e os estrumes de herbívoros. Diversos materiais e proporções na mistura devem ser testados para garantir mais eficiência e adaptação às condições locais. Para aperfeiçoar os resultados estéticos pode-se aplicar uma tintura a base de cal e pigmentos naturais endêmicos.

No Brasil 

 

           Esta segunda fase de expansão e adoção da arquitetura de terra no Brasil parece ter surgido mesmo no início deste milênio. Muitas têm sido as iniciativas de Ecovilas em comunidades alternativas, inclusive algumas tendo sido premiadas por importantes instituições governamentais na área de desenvolvimento social. 

 

                No Brasil atualmente existem diversos centros ecológicos que ensinam, praticam e agregam práticas sustentáveis, dentre elas a bioconstrução. Os exemplos são muitos já. Mas há, também, as iniciativas individuais.
                Uma delas é a do casal paranaense Vitor Trombini e Paula Albert, que estão construindo uma casa de superadobe em meio a um bosque de Copaíbas, numa área rural do município de Tacuru, localizado no sul do Mato Grosso do Sul.





                 Vitor é professor, além de músico e artesão, e, agora bioconstrutor. Leciona a disciplina de Português na Escola Municipal Ubaldo Arandu Kwe-Mi, na aldeia Sassoró, uma pequena aldeia Guarani Caiuá incrustada em meio das fazendas de criação extensiva de gado da região. Paula é farmacêutica, adepta da medicina natural e alternativa, além de artesã.
                  Ambos viviam em Cascavel, cidade de médio porte do interior paranaense e foram viver na região que é a transição do clima subtropical para o clima de cerrado brasileiro. Amantes da natureza, resolveram construir uma casa simples, coberta com sape. A idéia inicial da casa simples transformou-se na “morada dos sonhos” como dizem, quando convidaram o arquiteto e urbanista, carpinteiro e marceneiro, Cesar Roberto Scheffler, amigo do casal e também defensor das bioconstruções, para auxiliar no projeto.

Com isso, a casa ganhou um mezanino, uma água furtada e uma mansarda, além de sacadas que dão para um lindo jardim que está sendo cultivado por Paula. O objetivo é estruturar um sítio de permacultura, para, na sequência, difundir os ideais de uma vida mais natural e próxima da terra através de cursos e visitas. A terra das paredes da casa que estão construindo é a parte mais emblemática da simbologia destes ideais.

                “Até a chegada do Cesar, nosso plano era uma construção simples, até porque iríamos construir sozinhos uma coisa que normalmente é feita em conjunto, por várias pessoas”, diz Vitor. “Mas tudo ganhou outras dimensões com os desenhos e as ideias arquitetônicas que ele nos trouxe”.


                  A mistura da técnica do super adobe com a carpintaria, a arte de transformar a madeira, as partes internas e as aberturas totalmente encaixadas e a estrutura do telhado aparente tem chamado a atenção de todos. O telhado ganhou uma cobertura de sape, outra prática quase que totalmente abandonada pelos próprios nativos da região nas edificações, e a construção contará ainda com outras abordagens ambientalmente sustentáveis e de grande apelo estético atualmente.

                 Um telhado verde, em construção, cobrirá a parte inferior oeste da residência, um ambiente perfeitamente adequado à construção e propício para apreciar o, em geral, belo por do sol no cerrado. A bela paisagem tem, em primeiro plano, parte do jardim com murinhos de pneus recolhidos no lixo da cidade de Iguatemi/MS e com as plantas e ervas medicinais que vem sendo cultivadas, com o objetivo de se tornarem uma referência neste sentido para visitações e cursos futuros.





















































Fotos: Paula Albert, Vitor Trombini e Cesar Roberto Scheffler
Fontes: