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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

COOPERBIOGAS





Copagril firma parceria com Itaipu para utilização de biogás do Condomínio Ajuricaba

Parceria vai resultar em benefícios para Marechal Cândido Rondon, para a Copagril, produtores rurais e o meio ambiente. 

Em um encontro, realizado na manhã desta segunda-feira (3), o diretor-geral brasileiro de Itaipu Binacional, Jorge Samek, assinou três convênios, um deles com a Copagril, para a utilização do biogás produzido pelo Condomínio de Agroenergia para Agricultura Familiar da Microbacia do Rio Ajuricaba, instalado em Marechal Cândido Rondon. Além deste, foram fechadas duas outras parcerias, com a C. Vale, para renovar o programa de reflorestamento, e com a prefeitura de Toledo, que tem um grande plantel de suínos e também utilizará o biogás para a produção de energia.



O Projeto

A Cooperbiogas é uma cooperativa rondonense, formada por 33 propriedades rurais da linha Ajuricaba, que utiliza dejetos suínos e bovinos para a produção do gás metano. Este gás é transportado por um gasoduto de 22 quilômetros para a utilização nas propriedades envolvidas e, de acordo com o previsto no projeto, será utilizado também para alimentar as caldeiras da Unidade Industrial de Aves da Copagril. A conexão entre o abatedouro e a microcentral termelétrica será feita por um gasoduto de 1.800 metros. Além disso, a Copagril deve construir mais um biodigestor no próprio frigorífico, duplicando a produção do gás.
De acordo com a explicação do superintendente de Energias Renováveis da Itaipu, Cícero Bley Jr, que também é diretor-geral do Centro Internacional de Energias Renováveis/Biogás (CIBiogás-ER) e presidente da Associação Brasileira do Biogás e Biometano (Abiogás), a parceria é benéfica para todos os envolvidos, inclusive financeiramente. Ele revelou que será reduzida em 10% a quantidade de lenha usada pela cooperativa, gerando uma economia de cerca de R$ 160 mil mensais. Há, ainda, outros benefícios, como a diminuição da liberação de gases na atmosfera, a preservação dos rios Ajuricaba e Arroio Fundo e a possibilidade de ampliar o projeto, com a integração de outros produtores rurais e, até mesmo, a replicação em outras áreas. “A Itaipu, além de gerar energia, desenvolve estudos e pesquisas de alternativas mais viáveis que as que usamos hoje. Existe uma necessidade muito grande de buscarmos eficiência energética, porque cada vez mais precisamos alimentar o planeta, e cada vez menos podemos utilizar o meio ambiente para isso”, declarou.
O presidente da Copagril, Ricardo Sílvio Chapla, comentou sobre a satisfação em fazer parte destas iniciativas. “Este é apenas o primeiro convênio que estamos fechando com a Itaipu, de muitos que virão. Nossa cooperativa preza por alternativas que não degradem o meio ambiente e é uma necessidade de todos nós, isto sem deixar de lado o desenvolvimento tecnológico e produtivo”, declarou.
Participaram do cerimonial, além de Ricardo, o vice-presidente da Copagril, Elói Darci Podkowa, o diretor-secretário, Marcio Buss, o gerente da UIA, Adolir Weber, o gerente comercial da UIA, José de Lima, e o encarregado do setor de manutenção, Flávio Lima. O anfitrião, presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, também acompanhou a assinatura dos convênios, assim como o Diretor de Coordenação de Itaipu, Nelton Friedrich, e representantes da Cooperbiogás.

Texto e fotos: Camila Syperreck

quinta-feira, 20 de junho de 2013

COPAGRIL



Seminário Anual dos Suinocultores Copagril 2013
 
Está programado para esta quinta-feira (20) o Seminário Anual dos Suinocultores Copagril, no Pavilhão de Eventos da Igreja Martin Luther, em Marechal Cândido Rondon, às 13h30.
O evento, que é organizado em parceria com a Frimesa, é destinado aos produtores de suínos parceiros do sistema de crechários, terminadores e também das Unidades Produtoras de Leitões (UPLs).
Conforme o diretor-secretário e responsável pela atividade pecuária da Copagril, Márcio Buss, trata-se de uma oportunidade para os produtores obterem informações e poderem fazer ajustes no processo de criação de suínos na propriedade. “O objetivo é que se diminuam os custos de produção e, consequentemente, haja aumento na renda final nesta atividade, tanto para o produtor quanto para a cooperativa”, destacou.
A abertura será realizada pelo diretor-presidente da Copagril, Ricardo Silvio Chapla. Em seguida, o diretor-executivo da Frimesa, Elias Zideck, fará uma abordagem sobre o projeto de certificação da carne suína.
Na sequência, os presentes serão divididos em dois para assistir as palestras específicas de cada sistema de produção. Confira a programação:
 
Para produtores dos sistemas Crechário e Terminadores:
Manejo pré-abate de suínos - médico veterinário José Vicente Peloso
Manejo e medicação de suínos via água – médico veterinário Flávio Hirose
 
Para produtores das UPLs
Desafios e oportunidades na produção de leitões – médico veterinário Thiago Mores
Manejo em matrizes suínas de alta performance – médico veterinário Marcelo Coelho

Premiação
Ao final do evento, a Copagril realizará a premiação aos melhores produtores do ano de 2012, dos sistemas crechário e terminadores, nas categorias Melhor Conversão Alimentar e Menor Percentual de Mortalidade. Para as UPLs, serão premiados os dois primeiros lugares em produtividade.
 
 
 
 
Por Camila Syperreck
Cooperativa Agroindustrial Copagril
Marechal Cândido Rondon - PR

sábado, 8 de junho de 2013

OS ÍNDIOS DE GUAÍRA/PR


Guaíra: “O índio sempre foi um símbolo da cidade”. 

 

Entrevista especial com Diogo de Oliveira


IHU – Em Guaíra criou-se um cenário de que os índios vão invadir as casas e, por causa deles, terras serão desapropriadas. Então, foi criado um terrorismo e uma histeria na população, que a fez ficar extremamente xenofóbica”, informa Diogo de Oliveira em entrevista concedida à IHU On-Line por telefone.
Segundo ele, os conflitos contra os indígenas aumentaram após declaração do governo do Estado do Paraná. “O conflito não seria tão grave quanto se tornou por conta dessas falsas notícias. Foi algo intencional, inclusive, para desvalorizar o mercado imobiliário para alguns investidores se aproveitarem dessa desvalorização na região”, esclarece.
Indigenista da Funai, Diogo de Oliveira explica que os 1400 indígenas residentes em 13 aldeias das cidades de Guaíra e Terra Roxa “reivindicam a realização de um estudo para que as terras sejam demarcadas”. De acordo com ele, um estudo já foi iniciado por um grupo técnico da Funai em 2009, mas não foi concluído. “Os indígenas querem que o estudo seja retomado para que se possa definir qual é a área que pode ser demarcada. Não existe uma reivindicação a priori determinando um número ‘x’ de hectares”.
Na entrevista a seguir, ele critica a decisão de a Embrapa emitir pareceres acerca da demarcação de terras indígenas. “A Embrapa, historicamente, é uma instituição que se posiciona contra as terras indígenas em Unidades de Conservação. Ela já se manifestou várias vezes dizendo que as Unidades de Conservação são um impedimento para a expansão do agronegócio. Então, é uma instituição contra a regularização fundiária para as populações indígenas”, adverte.
Diogo de Oliveira é coordenador técnico da Funai em Guaíra.
Confira a entrevista.
IHU On-Line – Qual a situação dos indígenas que vivem em Guaíra? O que pode nos relatar sobre os conflitos na região?  
Diogo de Oliveira – A situação das aldeias de forma geral é de extrema precariedade: falta saneamento básico, água potável, atendimento à saúde. A razão disso é que existia uma política de remover os índios dessas terras, e a estratégia para removê-los é o abandono e a falta de atendimentos básicos. Atualmente 1400 índios vivem em 13 aldeias, oito delas em Guaíra e cinco em Terra Roxa, cerca de 500 famílias.
IHU On-Line – Os indígenas que vivem em Guaíra, PR, são acusados pelos setores dominantes locais de serem paraguaios que estão invadindo terras no Brasil. Qual é a historia desses indígenas? 
Diogo de Oliveira – Essa alegação de índios paraguaios é um absurdo, uma falácia inventada para deslegitimar a ocupação indígena e para gerar uma opinião pública contrária. As populações de Guaíra e Terra Roxa estiveram aqui e remanesceram ao longo do processo histórico. Foram feitas várias políticas para expropriá-los para o interior do Paraná ou para o Mato Grosso do Sul, mas vários grupos permaneceram com relações de parentesco, se organizaram na cidade e a população foi aumentando desde os anos 1980 e hoje temos esse quadro.
IHU On-Line – Qual a reivindicação deles em relação à demarcação das terras? Qual a situação legal das terras em Guaíra e Terra Roxa?
Diogo de Oliveira – Eles reivindicam a realização de um estudo para que as terras sejam demarcadas. Um estudo foi iniciado por um grupo técnico da Funai em 2009, mas a antropóloga coordenadora não entregou o estudo, então, o estudo está parado. Os indígenas querem que o estudo seja retomado para que se possa definir qual é a área que pode ser demarcada. Não existe uma reivindicação a priori determinando um número “x” de hectares. Como o processo de estudo e demarcação das terras é demorado, temos trabalhado para garantir a eles os serviços básicos de acesso à cidadania: água, saneamento, educação.
A situação legal é que existem áreas próximo ao perímetro urbano e áreas de ocupação muito antigas, e a cidade expandiu sob essas áreas. Existem outras áreas na zona rural e algumas têm ações de reivindicação de posses que estão paradas na justiça, têm ações determinando que os índios fiquem em algumas áreas e saiam de outras, ou seja, trata-se de uma situação jurídica bastante complexa.
IHU On-Line – Por que a demarcação de reservas indígenas foi interrompida a pedido da Casa Civil? Como vê essa medida?
Diogo de Oliveira – Essa interrupção foi formalizada à Funai e não resolve o problema fundiário do conflito. Os agricultores continuam com insegurança fundiária no campo, e os índios continuam com insegurança nas ocupações que fazem, sem ter apoio jurídico do poder público diante dos seus direitos.
IHU On-Line – Como avalia a nova medida de que as demarcações de terras indígenas no RS, SC e MS serão submetidas a parecer da Embrapa? 
Diogo de Oliveira – A Embrapa, historicamente, é uma instituição que se posiciona contra as terras indígenas em Unidades de Conservação. Ela já se manifestou várias vezes dizendo que as Unidades de Conservação são um impedimento para a expansão do agronegócio. Então, é uma instituição contra a regularização fundiária para as populações indígenas.
O processo de regularização das terras é moroso, passa por várias etapas e tendo uma instância, dentro do governo, declaradamente opositora à demarcação das terras indígenas, tende a não se conseguir resolver os problemas que temos no país no processo de regularização fundiária. Essa é uma medida precipitada porque não vai conseguir dar agilidade e resolver os problemas.
IHU On-Line – Qual a posição do Estado em relação à Funai? Quais os desafios de trabalhar nesse órgão?
Diogo de Oliveira – No Oeste do Paraná foi criada uma tensão pelo próprio governo do Estado, dizendo que a Funai incentiva os conflitos, invasões de terras, quando na verdade estamos na região tentando distensionar a situação de conflito e atender aos direitos das populações indígenas. Não podemos deixá-los desassistidos. Hoje, dentro da Funai, o investimento é destinado à qualidade da formação profissional, apesar de todos os empecilhos e dificuldades políticas. Temos também uma dificuldade estrutural, porque a equipe técnica é pequena, mas ao mesmo tempo há qualidade do corpo técnico. O volume de trabalho é muito grande e lidar com o conflito é difícil.
IHU On-Line – Pode nos relatar as situações de conflito que ocorrem entre fazendeiros e indígenas? Eles são recorrentes?
Diogo de Oliveira – Os índios não têm um clima de tensão. O que acontece é que muitos fazendeiros entram armados nas aldeias. Em Guaíra criou-se um cenário de que os índios vão invadir as casas e, por causa deles, terras serão desapropriadas. Então, foi criado um terrorismo e uma histeria na população que a fez ficar extremamente xenofóbica com os índios, tratá-los mal.
Para piorar, a agência do governo do Estado falou da existência de um incentivo para tomar as terras, e um pequeno grupo de ruralista instalou uma tensão na população, que levou ao “tensionamento” que temos hoje. Na verdade, o conflito não seria tão grave quanto se tornou por conta dessas falsas notícias. Foi algo intencional, inclusive, para desvalorizar o mercado imobiliário para alguns investidores se aproveitarem dessa desvalorização na região.
IHU On-Line – Há presença da Força Nacional em Guaíra?
Diogo de Oliveira – Não, ainda não. Guaíra é uma cidade extremamente violenta, vinculada à criminalidade da fronteira. Então, aqui existe o quartel do Exército, a Polícia Federal, enfim, uma série de órgãos públicos que atuam. A Força Nacional não foi deslocada porque não ocorrem casos graves de conflitos e enfrentamentos.
IHU On-Line – A população de Guaíra aceita os indígenas?
Diogo de Oliveira – Em Guaíra, o índio sempre foi um personagem, um símbolo da cidade. Essa é uma cidade totalmente indígena. Ele recebia um certo acolhimento da sociedade guaírense até que foi criada essa onda de violência e de tensão contra eles. Essa série de informações falaciosas quiseram, justamente, jogar a população contra eles.
Hoje eles não conseguem emprego, as crianças sofrem preconceito nas escolas, existe uma ação da prefeitura em não oferecer os atendimentos básicos a eles. Além disso, houve dois casos de suicídios de jovens nesse ano, por conta do preconceito que sofrem na escola.
Em Terra Roxa, por exemplo, uma assistente social recomendou que um jovem indígena morresse porque ele nunca ia conseguir emprego. Ocorre todo um efeito cascata como consequência de um clima que foi criado para colocar a sociedade contra os índios.
IHU On-Line – De acordo com notícias do Cimi, escolas das comunidades são mantidas pelos próprios indígenas, pois o poder público estadual não aprova a instalação de “escola itinerante”. Pode nos falar sobre essa situação?
Diogo de Oliveira – A educação é extremamente precária. As escolas nas aldeias não têm banheiro, não têm refeitório, não têm carteira. As crianças estudam numa situação de absoluta precariedade. Teve uma decisão judicial a favor da construção das escolas e o governo do estado recorreu, porque não tem interesse em fazer esse atendimento escolar. Das 13 áreas ocupadas pelos índios, só uma tem escola indígena.
Então, a situação de educação é extremamente precária e não tem atendimento adequado à educação diferenciada, a alfabetização bilíngue, e muito por conta da falta de vontade política do governo do estado em atender essas comunidades no que tange à educação. As crianças muitas vezes vão às escolas públicas e temos recebido recorrentes manifestações de que estão sofrendo preconceito, discriminação dos próprios professores.
IHU On-Line – Muitos indígenas também buscam trabalho na construção civil, propriedades agrícolas, frigoríficos, colheita de maçã em Santa Catarina, dentre outras. Mas, empresários e alguns proprietários rurais mobilizam-se na região para a não contratação da mão-de-obra indígena. Por que isso ocorre?
Diogo de Oliveira – Os índios, historicamente, trabalhavam na colheita da mandioca, alguns que prestavam serviços à construção civil, vários deles tinham empregos regulares. Mas houve um chamamento público das cooperativas, como a Cooperativa Agroindustrial Copagril, para que elas não contratassem mais índios. Então, todos os índios que tinham trabalho regular e carteira assinada foram demitidos e ninguém emprega mais os índios na região. Isso deixou a situação ainda mais dramática dentro das aldeias, porque além de não se ter a área, a segurança jurídica e a educação, eles também não têm emprego, não têm apoio para as atividades produtivas, não têm água, não têm luz, não têm atendimento de saúde adequado, nem saneamento básico. A situação é extremamente precária.



 Fonte: http://racismoambiental.net.br/2013/06/guaira-o-indio-sempre-foi-um-simbolo-da-cidade-entrevista-especial-com-diogo-de-oliveira/  ACESSADO EM 08/06/2012

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

PROJETO INCLUSÃO SOCIAL COPAGRIL - De braços abertos para a diversidade





Na tarde da última quarta-feira (14/12), a Copagril realizou na sala de treinamentos da Unidade Industrial de Aves, a UIA, o “1º Encontro de Funcionários Portadores de Necessidades Especiais”.
O evento reuniu além de lideranças de vários setores e unidades da Copagril, também os 41 portadores de necessidades especiais que hoje compõem o quadro de funcionários da cooperativa.
Além de concluir a primeira fase do projeto “Inclusão Social Copagril - De braços abertos para a diversidade”, o evento também foi marcado pela homenagem prestada pela Copagril aos funcionários portadores de necessidades especiais, mostrando sua importância para a empresa e todos os seus colegas de trabalho.

PROJETO

O projeto “Inclusão Social Copagril - De braços aberto para a diversidade” está sendo realizado em parceria entre o setor de recursos humanos, assistência social e assessoria jurídica da Copagril, com a consultoria da psicopedagoga, especializada em atendimento educacional, Lucinéia Marchese, e tem o objetivo principal, capacitar os e promover a interação entre os funcionários. 
Além de promover treinamentos que visam capacitar os funcionários dos setores onde estão locados os portadores de necessidades especiais, para facilitar a comunicação e assim proporcionar melhor convivência, como é o exemplo do Curso de Libras, o projeto contempla várias outras etapas.

Uma das principais etapas contempla o acompanhamento dos PNE´s na sua rotina de trabalho, identificando possíveis dificuldades, buscando solucioná-las e assim melhorando a adaptação destes funcionários com o ambiente de trabalho e proporcionando melhor integração com seus colegas.
“O trabalho realizado pela Copagril não está somente buscando cumprir a lei, mas sim oportunizar aos portadores de necessidades especiais a conquista do seu espaço no mercado de trabalho e assim contribuir para a melhora da sua qualidade de vida”, comentou a consultora Lucinéia Marchese sobre o projeto.
Por sua vez, a psicóloga da Copagril, Stela Dalla Vecchia, coordenadora do projeto comenta, “em 2012 o projeto terá continuidade, sempre buscando novas ações com o objetivo de melhorar a adaptação dos PNE´s na Copagril e como consequência sua qualidade de vida. Com isso esperamos despertar maior interesse pelos portadores de necessidades especiais em fazer parte do quadro funcional da Copagril.”

OPORTUNIDADE

A Copagril informa que ainda possui vagas para portadores de necessidades especiais em diversos setores da cooperativa e que os interessados devem procurar o setor de Recursos Humanos com Stela – Fone (45) 3284-7639.

Texto: Comunicação Copagril Foto: Juviane Rodrigues Borgmann